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Mídias sociais, consumidor e o resultado

Antes focadas em relacionamento, as mídias sociais hoje são grandes aliadas para conquistar e fidelizar clientes para lojas de compras

Praticidade, conforto e segurança são alguns dos benefícios oferecidos pelas lojas virtuais que contribuem para o aumento constante das compras pela internet. Tudo isso agregado a uma boa oferta, se torna irresistível para qualquer consumidor.

Cientes deste novo perfil de clientes, os varejistas abusam da criatividade e inovação, e atraem cada vez mais compradores por meio das mídias sociais.

Sorteios, brindes, ofertas exclusivas e cupons de descontos são algumas das tentações que atiçam os consumidores ativos, que são disputados a cada clique. Quem nunca se pegou navegando pelo twitter de um estabelecimento a procura de um descontinho? Estar alienado a estas novidades é garantia de fracasso nos negócios.

Para se ter uma ideia da importância das promoções e cupons de descontos, cerca de 70% das pessoas abandona o carrinho de compra. Sendo que desse percentual, 27% delas abandonaram por não encontrarem um cupom de desconto. Ou seja, os consumidores sempre procuram algum benefício extra na compra, como abatimento no preço ou frete grátis.

Há também aqueles que  priorizam as redes sociais populares como twitter e facebook e oferecem conteúdo exclusivo de promoções e ofertas, além de grandes sorteios para seguidores e fiéis aos estabelecimentos. Preços mais baixos e ofertas relâmpago são anunciados constantemente, tudo de forma rápida e dinâmica, como a velocidade da web.

O feedback direto com estabelecimentos também é um benefício que o consumidor moderno usufrui com esta batalha nas mídias sociais. Com isso,as  manifestações negativas ou positivas ganham cada vez mais importância dentro das redes de varejo.

Antenados nas mídias sociais mais populares do Brasil, como Twitter, Orkut e Facebook, milhões de usuários e consumidores se deleitam com as novas formas de varejo.

As novidades não param de surgir e o mercado promete agradar ainda mais clientes de todos os gostos e bolsos.

E-Commerce News

 
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Publicado por em 17/07/2011 em E-Commerce

 

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Passo a passo de como vender no Facebook

Com mais de 500 milhões de pessoas conectadas todos os dias, o Facebook é o maior fenômeno nos últimos tempos tanto na internet como no mundo dos negócios.

As empresas estão enxergando a rede de Zuckerberg um canal também para aumentar o faturamento.

O social commerce, uma nova tendência, consiste em usar as redes sociais como uma plataforma de vendas. Ainda embrionário aqui no Brasil, permite à empresa conquistar novos consumidores e impulsionar as vendas.

O especialista em marketing digital e diretor da agência Cookie Web, Natan Sztamfater, esse momento representa uma nova era para a internet. “Faltava esse tempero para que o momento da compra ficasse ainda mais interessante do que na loja física.”

Iniciativa

Um que já esta usando este modelo é o site de compras coletivas Clube do Desconto. Eles começaram a usar o Facebook como plataforma de venda há quase dois meses e segundo o diretor de marketing da empresa, Sergio Balcheriene, o público tem dado um retorno positivo ao novo modelo de vendas. “Em um mês vendemos 5 mil vouchers direto pelo Facebook”, conta. Isso representa cerca de 5% das compras no período. ” A gente espera chegar nos 15% até julho” diz.

A compra pela rede social estreita o caminho do usuário e a empresa. ” A venda é baseada na recomendação de pessoas que você acompanha ou confia” explica Sztamfater.” Encurtar o caminho de compra é um grande benefício” enfatiza Balcheriene.

Dicas

Para entrar nessa onda, o primeiro passo é ter uma página bem feita na rede. As informações da sua empresa precisam estar claras e interessantes. tenha “conteúdo relevante” como principal diretriz.” ensina Sztamfater.

A página da empresa no Facebook deve ser como uma vitrine, “Oferecer os produtos compondo um look ou organizando por categoria permite ao usuário curtir e comprar direto na rede social” ensina o diretor da Cookie Web.

Existem diversas ferramentas que o usuário possa recomendar e divulgar sua loja na web. A ShopTab ajuda na tarefa – basta inserir os itens na plataforma que ela organiza a página. Coca-Cola e Barneys New York ja usam em suas páginas.

O interessante no dia dia é incentivar clientes que visitam a loja física a compartilhar sua localização ou recomendar seus produtos através da rede. “Isso exige um trabalho direto e pessoal com os principais clientes  para construir uma ligação em que ele aceite curtir, recomendar ou fazer check in na loja”, diz Sztamfater.

O processo é de formiguinha, mas a médio e longo prazo o resultado é satisfatório. “O consumidor é impactado pelo curtir do amigo o que vale muito mais que publicidade em qualquer outra mídia” explica o especialista.

Outra sugestão para aumentar o número de fãs é oferecer informações e promoções a quem curte a página. ” Isso pode ser feito direto no site da empresa adicionando um box do Facebook na página” explica.

O custo para a criação de um social commerce é relativo. Segundo Sztamfater, pode se começar com um baixo investimento, mas os resultados não serão altos logo de cara. “Apesar de ser uma grande tendência, é muito difícil apoiar um negócio apenas nessa funcionalidade. Para os pequenos, os resultados ainda não devem ser tão grandes, mas a ferramenta serve como um agregador de vendas e, com certeza, ajuda a fidelizar ainda mais os clientes”, explica.

Empreendedorismo

No embalo do crescimento do social commerce, já começam a surgir novos negócios. É o caso da Like Store. Recém-criado, o serviço permite que qualquer página da rede social se torne em uma loja virtual.

Em fase de testes, o serviço deve estar disponível ao público geral na próximas semanas. “As pequenas empresas vão poder navegar por um ambiente de administrador, onde vai ser possível incluir produtos, calcular preços e organizar a loja”, conta. Para gabriel Borges, idealizador da Like Store, a usabilidade do Facebook deve ajudar a alavancar as vendas, visando 150 mil transações com um ticket médio de R$ 120 reais, totalizando 18 milhões.

A Like Store é a primeira no país a usar essa plataforma, baseada na americana Payvmente. Borges que irá investir R$ 1 milhão no decorrer do ano e diz que o valor deve ser recuperado no mesmo ano.

Uma coisa é certa, com tantas lojas virtuais que estão surgindo durante os últimos dois anos, o diferencial de uma pra outra será a segurança que irá passar ao consumidor.


 

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Serviço permite criar lojas no Facebook

Criar lojas virtuais dentro do Facebook. A Like Store pretende explorar e bem esse segmento no Brasil.

A princípio a empresa vai operar somente com parceiros estratégicos. O serviço esta liberado para pequenos e médios empresários.
“Já estamos em negociações com outras empresas interessadas em ter o seu F-Commerce, como chamamos esse tipo de loja. Agora é o momento para criar parcerias com marcas estratégicas para acostumar o brasileiro a idéia de comprar dentro de uma rede social”, explica Gabriel Borges, da Like Store.

A primeira empresa a usar este serviço é a Show de Ingressos que vai vender os ingressos do Jack Johnson, em Recife.

Para comprar no Like Store o usuário faz da seguinte forma: Primeiro o usuário acessa a página no Facebook e escolhe os itens. O Pagamento pode ser feito por meio de cartão de crédito e transferência bancária. A plataforma é da Moip. As comissões não ficam muito fora do que cobram hoje as operadoras de cartão, será de 8%. Mas os modelos de negócio podem ser modificados, afirma Borges.

Em breve todos usuários de Facebook poderam ter em sua fan page um modelo de negócios como esse e comercializar seus produtos dentro da rede social. Ao fazer a adição de um item, automaticamente o serviço enviará uma mensagem ao seu mural informando a lista de amigos.

O interessante é que a compra pode ser feita tanto para quem esta na sua lista de amigos como para quem não esta, ela é livre para qualquer pessoa que esteja na rede.

Segundo um relatório divulgado ela comScore em março, a rede social de Zuckerberg já possui 17,92 de vistantes únicos no Brasil contra 32,41 milhões do concorrente Orkut, gerenciado pelo Google. Este ano o e-commerce deve movimentar 14,8 bilhões de reais, segundo a e-bit.

 

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