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Dicas para evitar o abandono de carrinho

Olá pessoal,

Estava um pouco sumido do blog por motivos de trabalho. Tantos assuntos pra resolver e sem tempo para postar algo aqui, mas hoje estou de volta!

Tenho ouvido muitos profissionais de e-commerce reclamando do alto abandono do carrinho em suas lojas virtuais. Todo mundo fala da taxa de crescimento que vai ter o e-commerce daqui até o final do ano, alguns são até muito otimistas e falam de um faturamento total de R$ de 30 bilhões de reais, mas a previsão para o final de 2011 é de R$ 18,7 bilhões.

Isso tudo é muito interessante quando um país como o Brasil esta com a economia em alta, facilidade em comprar pela internet, preços mais atraentes e entrega em casa. Mas tudo isso nem todas transações realizadas são convertidas em venda. Existe um grande percentual que não conclui a compra e gera o chamado abandono de carrinho.

Uma pesquisa realizada pela Forrester Research com as compras em 2010, apontaram que 88% das compras iniciadas não foram concretizadas, isso é uma grande preocupação para os lojistas virtuais, mas o que fazer pra reduzir esse índice?

Vamos relacionar o que mais atrapalha para o dono da loja virtual e facilitar o processo de compra para o cliente:

Aparência: o valor da personalização

É mais do que importante ter um layout personalizado, é imprescindível. Se o cliente encontrar sua loja virtual numa rede social ou no resultado de pesquisa em sites de busca; entrar nela e notar que a mesma é “pobre” em personalização e design, certamente não terá certeza para efetivar a compra. Outra questão referente à aparência é a disposição dos produtos na loja, onde os mais importantes devem estar sempre em destaque;

Segurança: o carro chefe da confiança

Para evitar desistência da compra é preciso transparecer segurança ao consumidor virtual e utilizar a internet como forma de comercialização, exige isso de quem é empreendedor. Dessa forma, disponibilizar um certificado de segurança transmite ao cliente que a loja é segura e que pode lhe render grande satisfação.

Atendimento: a garantia do retorno

O mau atendimento ou a falta de um é responsável por grande parte das desistências em compras virtuais. O cliente precisa de alguém que o auxilie, que tire suas dúvidas e é exatamente neste ponto que o atendimento faz diferença e miniminiza o número de desistências e carrinhos abandonados.

Passo-a-passo: o ‘empurrãozinho’ que faltava

Se o cliente considerar difícil chegar até o final da negociação, ele simplesmente deixará o produto por lá mesmo. Para driblar este problema, facilite a vida do consumidor e apresente os passos que seu cliente deve passar para efetivar a compra. Considere a possibilidade de adicionar um contato, caso haja dúvidas.

Estas dicas parecem naturais, as quais todas as lojas já devem seguir. Contudo, não é assim que acontece: ainda muitas lojas virtuais deixam de converter vendas por não explorarem todos os recursos que podem levá-las ao sucesso. Por esse motivo, vale à pena fazer uma reflexão e rever os aspectos de seu empreendimento para que o número de desistências de compra em lojas online seja consideralvemente reduzido.

E-Commerce News

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Publicado por em 07/09/2011 em E-Commerce

 

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E-Commerce – 13 marcas de moda lançaram sua lojas virtuais em 2011

Aos poucos, as marcas nacionais vão se adaptando ao e-commerce. Em 2011, várias delas colocaram no ar lojas virtuais – facilitando a vida dos clientes.

Quer saber quais são os novos endereços para compras online? O Chic selecionou as novidades mais bacanas, veja a lista a seguir e, na galeria, produtinhos que estão à venda em cada um deles.

. ROUPAS

Dress To: a marca carioca lançou seu e-commerce em meados de fevereiro para atender o público do Brasil todo com suas camisetas, vestidos, saias, e shortinhos coloridos. Os oxfords, sapatilhas e mocassins, bem como a linha Home da marca, também estão disponíveis por lá.
www.lojadressto.com.br

Pathisa: a estilista Patricia Barreto apostou em um formato divertido para o e-commerce de sua marca, lançado no dia 24 de fevereiro. Ela criou três personagens com os perfis das suas clientes – uma executiva, uma fotógrafa e outra fashionista – e cada uma aparece usando roupas da marca de acordo com o seu estilo. “No final de 2010, saiu uma bolsa da minha marca no Chic e nós recebemos ligações do Brasil todo querendo a peça! O retorno foi ótimo para a grife, então, resolvemos acelerar o processo da loja virtual!”, afirma a designer. Além das roupas, você encontra também bolsas, como a versão da Mulberry de oncinha e bijuterias.
www.pathisa.com.br

Pop up Store: de volta ao universo do e-commerce, a marca de Fabiana Justus retoma suas vendas online reformulada neste mês de março. Roupas, sapatos, bolsas e até “coisinhas” da loja, como os esmaltes da Hits, têm espaço. Além disso, novidades devem aparecer por lá a todo o momento, incluindo coleções especiais que serão vendidas apenas no site. Detalhe: há uma  promoção de lançamento do e-commerce com 10% de desconto em todas as peças. 
loja.popupstore.com.br

Studio TMLS: a marca de sapatos colocou no ar o seu e-commerce em 2011 com a coleção completa de calçados com designers exclusivos e matérias-primas qualificadas. Se você procura por plataformas ou saltos altos, a Studio TMLS oferece modelos e saltos adequados para todos os gostos!www.studiotmls.com.br 

* Em outro post anterior falei do lançamento da E-Farm veja aqui a matéria completa.


. MASCULINO

AD Lifestyle: com 59 lojas espalhadas por 26 estados do Brasil,  a marca abriu o e-commerce no início de 2011. Quase todos os produtos estão disponíveis lá – de camisas e bermudas a sungas e calçados.www.adlifestyle.com.br

Sergio K: os garotos que curtem o estilo do estilista podem adquirir tudo via internet. Camisas xadrezes, jeans, camisetas com estampas diversas, polos, gravatas finas, entre outros produtos, estão disponíveis lá com entrega para todo o Brasil via Sedex. 
loja.sergiok.com.br


. JOIAS

Raphael Falci: brincos, anéis, pulseiras e colares do designer já podem ser comprados online com entrega para todo o país (será cobrada a taxa de entrega do Sedex de acordo com o peso e o local de destino). “Resolvemos montar o e-commerce pela facilidade e comodidade de comprar sem sair de casa. Ainda mais se tratando de acessórios, que é uma venda muito mais simples”, afirma Deborah Falci, sócia-diretora da marca. “As peças vão super protegidas, com envelope e plástico bolha”. No site, há as medidas necessárias de cada peça para que não fique dúvidas em relação aos tamanhos. www.lojavirtual.raphaelfalci.com

. ÓCULOS

Triton Eyewear: no início de março, a linha de óculos da Triton ganhou uma loja online e disponibiliza todos os modelos, tanto masculino quanto feminino, para compras no Brasil todo. Para compras acima de R$ 150, o frete é grátis.
www.tritonoculos.com.br

. LINGERIE

Dasch: a marca de lingerie iniciou suas vendas online em fevereiro de 2011 e disponibiliza toda a coleção com entrega no país inteiro.
www.daschlingerie.com.br/loja

Lipgloss: camisolas, moletons, calcinhas, sutiãs, sabonetes… Toda a linha de produtos íntimos da marca pode ser encontrada online no site inaugurado em fevereiro de 2011.
lipglossonline.com.br 

. EM BREVE
Quatro marcas se preparam para iniciar as vendas online neste primeiro semestre de 2011. A  MOB disponibilizará uma seleção de 70 produtos da coleção no site a partir do dia 21 de março. No mesmo dia, entra no ar a loja virtual da Ballasox, com as peças do inverno. No início de abril, a designer de acessórios Gabriela Aidar também inicia a sua. Já a The Candy Shop Flavour, especializada em camisetas, deve começar o e-commerce com a coleção de inverno 2011, mas ainda não tem previsão de data.

Chic – iG

 
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Publicado por em 20/07/2011 em Sem categoria

 

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Mídias sociais, consumidor e o resultado

Antes focadas em relacionamento, as mídias sociais hoje são grandes aliadas para conquistar e fidelizar clientes para lojas de compras

Praticidade, conforto e segurança são alguns dos benefícios oferecidos pelas lojas virtuais que contribuem para o aumento constante das compras pela internet. Tudo isso agregado a uma boa oferta, se torna irresistível para qualquer consumidor.

Cientes deste novo perfil de clientes, os varejistas abusam da criatividade e inovação, e atraem cada vez mais compradores por meio das mídias sociais.

Sorteios, brindes, ofertas exclusivas e cupons de descontos são algumas das tentações que atiçam os consumidores ativos, que são disputados a cada clique. Quem nunca se pegou navegando pelo twitter de um estabelecimento a procura de um descontinho? Estar alienado a estas novidades é garantia de fracasso nos negócios.

Para se ter uma ideia da importância das promoções e cupons de descontos, cerca de 70% das pessoas abandona o carrinho de compra. Sendo que desse percentual, 27% delas abandonaram por não encontrarem um cupom de desconto. Ou seja, os consumidores sempre procuram algum benefício extra na compra, como abatimento no preço ou frete grátis.

Há também aqueles que  priorizam as redes sociais populares como twitter e facebook e oferecem conteúdo exclusivo de promoções e ofertas, além de grandes sorteios para seguidores e fiéis aos estabelecimentos. Preços mais baixos e ofertas relâmpago são anunciados constantemente, tudo de forma rápida e dinâmica, como a velocidade da web.

O feedback direto com estabelecimentos também é um benefício que o consumidor moderno usufrui com esta batalha nas mídias sociais. Com isso,as  manifestações negativas ou positivas ganham cada vez mais importância dentro das redes de varejo.

Antenados nas mídias sociais mais populares do Brasil, como Twitter, Orkut e Facebook, milhões de usuários e consumidores se deleitam com as novas formas de varejo.

As novidades não param de surgir e o mercado promete agradar ainda mais clientes de todos os gostos e bolsos.

E-Commerce News

 
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Publicado por em 17/07/2011 em E-Commerce

 

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10 motivos para você abrir seu e-commerce

1- Aberta 24 horas por dia. O primeiro motivo é o tempo que esta loja estará disponível para atender seu cliente. Sua loja ou negócio online funcionará 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano, sem parar! Sempre pronta para atender seus clientes.

2- Vendas sem limites: outro fator importantíssimo é que sua loja não terá fronteiras para vender. Limitações geográficas não serão empecilho. Se você mora no Piauí ou no Rio Grande do Sul, poderá vender com toda comodidade para quem mora no Amapá, Amazonas ou qualquer outra região Brasileira e até ultrapassar as fronteiras do país. Ou seja, o seu mercado não é o quintal da sua casa. Poderá vender onde você quiser.

3- Comodidade para os clientes: Uma loja online pode trazer um conforto e praticidade inimagináveis para seus clientes. Como mostrado nas linhas acima seus clientes podem comprar de qualquer lugar no mundo e a qualquer hora. Isso quer dizer que pode fazer isso sem sair do trabalho ou seu deixar o conforto do seu lar.

4- Acompanhamento de vendas: com um bom sistema você poderá ter todo controle sobre seus negócios como acompanhamento de estoque, faturamento diário, semanal, mensal ou anual. Relatório de clientes satisfeitos, eficiência de fornecedores, visitas ao seu site/loja. Essas são apenas algumas das informações instantânea que você terá com uma boa loja online, Coisa que você não teria com facilidade em uma loja física e ainda sem aquele excesso de papelada comumente encontrada nos escritórios.

5- Múltiplos estoques: a dinâmica encontrada nas vendas online permite-nos trabalhar com produtos de grande aceitação no mercado, mesmo quando são de segmentos totalmente diferentes. Este mercado é tão fascinante e prático que você pode trabalhar até com o estoque do teu fornecedor sem a necessidade de um deposito próprio.

6- Flexibilidade promocional: divulgar sua loja online e fazer promoções relâmpago é de uma simplicidade inimaginável quando comparados com os negócios tradicionais. Mostrar sua loja para pessoas em todo mundo e fazê-la ficar famosa será uma tarefa mais simples duque você pensa.

7- Igualdade de oportunidade: Na internet as empresas, grande ou pequena, tem o mesmo em espaço para trabalhar a comunicação com seu cliente. É primordial você ter uma relação transparente e muito profissionalismo garantindo ao consumidor segurança na compra e na entrega e uma satisfação no pós venda.

8- Custo baixo: Iniciar um negócio online é infinitamente mais económico que abrir um estabelecimento ou loja física. Não estou falando que não terá custos, mas se comparado com o mercado tradicional onde você paga um aluguel altíssimo pelo ponto, fatura de energia elevada, custo com contratação e treinamento de um numero maior de pessoas e uma serie de outros encargos que no e-commerce você fica praticamente isento quando fazemos uma comparação.

9- Flexibilidade de horário: para você iniciar suas atividades no e-commerce você não precisa deixar seu emprego atual, seja ele privado ou funcionalismo publico. Fazer suas atividade no inicio como paralelo é uma realidade que pode de dar frutos maiores e possibilitar uma saída mais segura do seu emprego. Claro que se você tem condições de se dedicar em tempo integral ao seu negócio, sem duvida é o que você deve fazer, pois quanto mais dedicação maiores os resultados ou mais rápido

10-Crescimento das vendas online: o e-commerce é um dos mercados mais promissores no Brasil e esta ainda engatando. Só no primeiro semestre do ano corrente, 2010, o comercio eletrônico movimentou R$ 6,7 bilhões.

Então, se você pensa em ser um empreendedor neste mercado crescente, pois agora é a hora. Não espere outro momento, faça isso hoje.

– Ha, mais eu não tenho tempo!!!

Não coloque o tempo como empecilho. Quando comecei a fazer internet marketing e comercio online trabalhavamos das 8 da manhã até as 18 ou 19 horas e ainda tínhamos faculdade até as 22:00 horas e mesmo assim fazíamos.

Se você só tem duas horas por dia, pois invista essas duas horas e não tenha pressa, os resultados chegarão hora ou outra. Apenas faça em casa dia seu trabalho da melhor forma que você puder que os resultados virão com certeza. Desejo a você $orte, habilidade, aprendizado, competência e toda Pro$peridade do mundo.

E-Commerce News

 
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Publicado por em 02/07/2011 em E-Commerce

 

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E-mail Marketing recupera em média 20% dos carrinhos abandonados

O abandono dos carrinhos de compras é um problema frequente para todos os comerciantes que atuem no e-commerce, mas apenas 16% deles enviam emails comerciais tentando reverter esta situação. E isso se torna surpreendente quando se leva em conta o valor gasto com campanhas de marketing.

Uma nova pesquisa da Conversion Academy mostra que os melhores emails de recuperação de carrinhos de compras geram em média US$17,90 por email enviado, com uma conversão média de 20,8%. Quando um usuário retorna a um carrinho, eles gastam em média 55% a mais do que clientes que compram sem abandono.

Um recente relatório chamado Experian CheetahMail mostrou que campanhas de marketing com emails de fidelização geram em média US$0,18 por e-mail enviado, contra US$0,17 de envio em massa, com uma taxa de transação respectivamente de 0,09% e 0,07%.

Mas comparados aos US$17,90 gerados em média por email para reconverter abandono de carrinhos de compras, são quase 100 vezes menos eficientes em gerar receitas. Algumas campanhas de fidelização são mais eficientes do que a média, como por exemplo, os que anunciam a chegada de um prêmio de fidelidade geram em média US$ 6,81 por email com uma taxa de conversão de 1,4%.

Obviamente são campanhas de natureza diferente, mas com o mesmo fim: a manutenção de clientes. Clientes que abandonam seus carrinhos de compras são particularmente mais geradores de valor, com melhores perspectivas de conclusão de vendas. No entanto, nem todas as campanhas de recuperação de carrinho de compras devem ser iguais, com o varejista devendo buscar a mais adequada para o seu negócio.

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Publicado por em 29/06/2011 em E-Commerce

 

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O leão esta de olho no e-commerce brasileiro

A guerra fiscal em torno do ICMS do e-commerce parece ter um novo round. Durante o mês de maio, a OAB propôs três Ações Diretas de Inconstitucionalidade contra Roraima, Mato Grosso e Ceará. Os três estados regulamentaram a incidência de ICMS em bens de consumo que entram em suas divisas e foram adquiridos em sites de comércio eletrônico. Outros estados vêm cobrando ICMS para os produtos que chegam a seus moradores mesmo sem regulamentação específica, utilizando-se de interpretações da legislação vigente, alerta a camara-e.net.

“Queremos que a Constituição seja seguida”, afirmou o advogado e coordenador do comitê jurídico da camara-e.net, Leonardo Palhares. “O Protocolo 21 estabelece uma nova regra que faz com que alguns estados consideram uma forma de cobrança e outros estados, outra. Espera-se que haja uma regra única aplicada ao país inteiro.”

Direito de exigir

Apresentado no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e publicado em 7 de abril, o Protocolo 21 estabelece que os estados que aderiram a ele devem exigir a parcela do ICMS sobre “operações interestaduais em que o consumidor final adquire mercadoria ou bem de forma não presencial por meio de Internet, telemarketing ou showroom”.

O documento foi assinado inicialmente por 17 estados (Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia e Sergipe) e o Distrito Federal. Mais tarde, no fim de abril, Mato Grosso do Sul aderiu à lista. No mapa abaixo, produzido pela camara-e.net, os estados em verde escuro são os que já regulamentaram a cobrança.

Nos estados que não assinaram o protocolo (em branco, no mapa), contudo, a tributação ocorre como previsto pela legislação – o ICMS é cobrado integralmente na origem, sem repasse ao estado de destino da mercadoria. Isso faz com que um produto que sai de um centro de distribuição de São Paulo ou do Rio de Janeiro seja novamente tributado ao chegar, por exemplo, à Bahia, o que caracterizaria bitributação.

Constituição

Em comunicado, a camara-e.net afirma que os termos do Protocolo 21 “desrespeitam frontalmente a Constituição, já que, se cumprido integralmente, caracterizará bitributação para as vendas, já que o imposto será cobrado integralmente onde for emitida a nota fiscal e de forma dividida nos estados citados”. Os 18 estados que assinaram o Protocolo 21 representam 25% do volume total de pedidos processados pelos varejistas associados da camara-e.net – em 2010, as empresas representadas pela entidade processaram mais de 40 milhões de pedidos.

“Os estados que assinaram o Protocolo 21 querem que uma parcela do ICMS seja recolhida no destino. Até aí, é uma discussão a ser travada. Mas, nessa guerra fiscal entre estados, os varejistas do e-commerce são colocados num fogo cruzado. Esta é uma discussão política entre unidades da federação”, argumenta Palhares.

Em Rondônia, por exemplo, a regulamentação da partilha de ICMS prevista pelo Protocolo 21 veio com o Decreto 15.846/2011, de 19/4/2011. O texto determina que mercadorias provenientes do Sul e do Sudeste (exceto Espírito Santo) sejam tributadas em 7%, enquanto bens procedentes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do estado do Espírito Santo recolham 12%.

Em Mato Grosso, a regulamentação foi feita pelo Decreto 312/2011, de 11 de maio, e determina o recolhimento de ICMS sobre bens enviados por empresa de outro estado e “cuja aquisição ocorrer a distância ou de forma não presencial no estabelecimento do remetente”. As taxas são as mesmas das de Rondônia – ambos seguem as alíquotas propostas pelo Protocolo 21.

Duas saídas

Atualmente, segundo a camara-e.net, os lojistas virtuais têm duas saídas: ou recolhem o imposto em duplicidade (nos estados que o exigem), ou tentam medidas judiciais em caráter liminar. Esse foi, por exemplo, o caminho trilhado pela B2W, controladora das lojas Submarino, Americanas e Shoptime, segundo informou a Folha de S.Paulo no início de maio – a empresa afirmou não comentar processos judiciais em andamento.

Por enquanto, para o consumidor nada muda, explica Palhares, da camara-e.net. “O preço do produto [nas lojas virtuais] é o mesmo, independentemente do estado no qual o consumidor está. Só muda o frete. Em tese, essa guerra não terá impacto no preço das mercadorias”, afirma. O advogado admite, contudo, que o problema começa a se tornar crítico em estados como Bahia, Piauí, Mato Grosso, Ceará e Goiás.

O coordenador jurídico da camara-e.net admite que, até agora, essa discussão ainda não saiu do âmbito do Confaz, mas isso deverá mudar. “Só resta partir para o Judiciário”, afirma. “Esta é uma questão mais do poder Executivo, que envolve o Ministério da Fazenda e as Secretarias da Fazenda estaduais. No curto prazo, prevejo uma enxurrada de ações de todas as operadoras de e-commerce em busca de decisões liminares que as livrem da bitributação e as permitam funcionar. Mas é necessária uma movimentação política para resolver o problema e não prejudicar o consumidor.”

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), entidade que representa grandes varejistas de e-commerce  do país, fará nesta semana um pedido formal à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que estenda às suas representações estaduais a iniciativa de contestar a prática de bitributação no comércio de bens pela Internet.

Blog do E-commerce

 
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Publicado por em 28/06/2011 em E-Commerce

 

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[E-Commerce] Grife Farm lança comércio virtual

Lançado a quase dois meses o E-Farm, um canal digital feito para atender o público da Farm. O canal além de uma loja virtual possibilita toda a interatividade dos usuários com as Redes Sociais como o Twitter e YouTube. Desenvolvida pela agência MPP, que elaborou o planejamento estratégicocriaçãointeração das mídias.

O site roda em todos os dispositivos móveis, como smartphonesiPads e outros tipos tablets. Além de informar o estoque em tempo real, evitando problema de entregas.

O diferencial se encontra na alta interatividade com o público feminino nas Redes Sociais, incluindo também um blog no qual traz uma galeria de imagens curiosa feita para o público feminino. No site também é possível indicações pelas usuárias de looks, postando em seus próprios perfis. Confira o vídeo institucional da Farm explorando essa identidade moderna e interativa:

Com o ótimo trabalho desenvolvido a criação do canal foi um sucesso. Em 45 dias o e-commerce atingiu o faturamento de R$ 1 milhão  A E-Farm mostrou que não é simplesmente mais uma loja virtual, hoje ela é o posto mais rentável da Farm, superando as outras 35 lojas.

Essa é mais uma loja virtual de sucesso que com certeza movimentará milhões de reais com um site clean, agradável e que traz segurança ao consumidor na hora de realizar sua compra.

Tecnocrata Digital

 

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E-Commerce tem mais de 2 milhões de pedidos no Dia dos Namorados

Foram mais de 2 milhões de pedidos realizados, como explica Alexandre Umberti, Diretor de Marketing e Produtos da e-bit.

Este ano os casais de namorados estavam feliz e com muita vontade de gastar. Eles gastaram pouco mais de R$ 680 milhões de reais em presentes na internet para o Dia dos Namorados. Este ano o gasto representou 15% a mais que o mesmo período do ano passado, os dados são da pesquisa realizada pela e-bit, empresa especializada em comércio eletrônico.

Foram mais de 2 milhões de pedidos em apenas 14 dias é o que diz o Alexandre Umberti, Diretor de Marketing e Produtos da E-bit “Mesmo com a desaceleração da economia nos últimos meses, o Dia dos Namorados contribuiu com números importantes para o e-commerce. Vale lembrar que, no ano passado, a Copa do Mundo inflacionou as vendas na data, já que estávamos na iminência da competição”.

O valor gasto na web em todo país nesse período superou 70% o valor gasto da cidade de SP em compras físicas, que foi R$ 400 milhões, segundo a Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).

Entre os produtos que surpreenderam foram moda e acessórios. Os produtos que lideram as vendas são saúde, beleza e medicamentos, informática, eletrodomésticos, telefonia e celulares, respectivamente.

Apoio: Correio do Estado

 
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Publicado por em 20/06/2011 em E-Commerce

 

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59% das empresas brasileiras ganharam novos clientes através das redes sociais

Nova pesquisa da Regus mostra que mais empresas brasileiras utilizam redes sociais para alavancar negócios em 2011.

Cresceu o número de empresas brasileiras que usam redes sociais, blogs, microblogs e fóruns para alavancar novos negócios. Os dados fazem parte de uma nova pesquisa global da Regus, que constatou, em 2010, que 49% das empresas brasileiras ganharam novos clientes “com bastante êxito” através de atividades em redes sociais. Um ano depois, essa proporção cresceu dez pontos percentuais e alcançou o promissor índice de 59%.

A pesquisa revela que, também no âmbito global, mais empresas estão usando mídias sociais para se conectar e interagir com seus clientes, em comparação com o ano anterior.

Em escala global, foi constatado um aumento de 7% no número de empresas que estão atraindo novos clientes por meio de mídias sociais como o Facebook. 52% das corporações em todo o mundo e 68% no Brasil usam sites como Twitter e Facebook para interagir e informar seus clientes.

No Brasil, 61% das empresas estimulam a participação de seus colaboradores em redes sociais como Linkedin, Orkut e Foursquare, contra 53% em todo o mundo.

Outros 39% das organizações no mundo e 38% no Brasil dedicam até 20% do orçamento de marketing às atividades nas redes sociais corporativas.

Para as empresas, as redes sociais evoluíram tanto que deixaram de ser apenas mais um recurso interessante para se tornarem imprescindíveis. A maioria das companhias no Brasil consultadas (87%) e organizações em todo o mundo (74%) concordam que estratégias de marketing sem atividades em redes sociais têm muito menos chances de serem bem-sucedidas.

No entanto, as empresas brasileiras (57%) e as corporações globais (61%) também enfatizam a necessidade de um equilíbrio entre marketing de mídia, confirmando a tese de que sem uma combinação de técnicas tradicionais e digitais, as campanhas de marketing não funcionarão.

 
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Publicado por em 16/06/2011 em Mídias Sociais

 

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Amazon esta chegando com tudo no mercado brasileiro

A maior varejista eletrônica do planeta prepara entrada no mercado nacional pelo setor de livros. Mas ninguém acredita que vai ficar só nisso

Amazon está aportando no Brasil. A maior varejista eletrônica do mundo deve iniciar sua operação por aqui no fim deste ano ou no início de 2012. Para isso, já negocia com editoras brasileiras a conversão, em grande escala, de títulos nacionais em e-books, além de vender por aqui seu leitor de livros digitais, o Kindle. “Estamos em contato com o emissário da Amazon. E ele está conversando com várias editoras locais”, revela Sérgio Machado, presidente da Record, uma das maiores empresas do setor editorial no país. Mas a Amazon não vive só de livros. Ao contrário. No ano passado, suas vendas nesse segmento (reforçadas por discos, consoles de games, software e downloads) foram responsáveis por menos da metade do faturamento de 34 bilhões de dólares da empresa – que atualmente vende itens tão diversos quanto acessórios automotivos e ervas para gatos.

A companhia americana confirma que tem “planos para o Brasil”, mas guarda segredo sobre eles. Há três meses, o interlocutor com as editoras locais é o peruano Pedro Huerta, que trabalhou na prestigiosa editora americana Randon House. Ele conduz negociações a partir de Nova York e Londres. É evidente, porém, que a Amazon deve chegar ao país para empreender uma grande, ou melhor, gigantesca operação de e-commerce, que deve mexer com a vida de eventuais parceiros, concorrentes e consumidores. Faz todo o sentido. O setor de e-commerce no Brasil passa por uma fase positiva. Neste ano, deve faturar ao menos 20 bilhões de reais, segundo previsão da empresa de monitoramento de comércio eletrônico E-bit. É um crescimento de 35% em relação a 2010.

“A Amazon é uma empresa muito grande. Por isso, é improvável que venha para o Brasil só para vender livros”, diz Carlos Affonso Souza, vice-coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “O fator mais positivo é que sua chegada estimulará o setor de comércio eletrônico e funcionará como uma espécie de chancela, um reconhecimento de que o e-commerce brasileiro é maduro e promissor.” Souza lembra que o interesse da Amazon no Brasil é antigo. Em 2005, a empresa tentou na Justiça tomar controle do domínio amazon.com.br, que pertence a uma empresa brasileira de soluções de TI chamada Amazon Corporation. Não obteve, contudo, um veredicto a seu favor.

O retrospecto de atuação da Amazon em outros mercados fornece mais um indício de que a empresa deve chegar ao Brasil para vender de tudo um pouco. A companhia nasceu em 1995, nos Estados Unidos. De lá, e desde então, expandiu sua atuação a outros países. Grã-Bretanha e Alemanha, por exemplo, ganharam operações locais já em 1998. França e China, em 2000. Canadá, Japão e Itália também estão na lista de nações que contam com escritórios locais da companhia.

Nesses mercados, a empresa aliou a oferta de um vasto número de livros em idioma local à venda do mix de produtos que a sustenta: computadores, material de escritório, casa e jardim, produtos de saúde e beleza, brinquedos, roupas e bugigangas, além da prestação de serviços, como o armazenamento de dados de grandes empresas. Nem todos os itens, contudo, saem de seus estoques. A estratégia tem sido recorrer a fornecedores locais, que usam a Amazon como uma vitrine, a partir de dois acordos. Em um deles, o parceiro usa a rede de distribuição da gigante do varejo para fazer seu produto chegar às mãos do consumidor. No outro, ele mesmo faz a entrega. Nos dois casos, recebe uma comissão da Amazon.

A logística de distribuição de produtos no Brasil é o “x” da questão acerca da entrada da companhia no país. Na China, por exemplo, a empresa americana iniciou suas operações construíndo uma rede de distribuição própria. Quatro anos depois, porém adquiriu por 75 milhões de dólares a chinesa Joyo, especializada no assunto. “A Amazon deve erguer sua própria logística no Brasil, mas não podemos descartar a possibilidade de ela adquirir um grande player nacional, que já tenha o seu modelo montado”, diz Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da E-bit. Umberti aposta ainda que o consumidor sera o principal beneficiado, uma vez que a empresa americana colocará em solo brasileiro seu know-how em áreas como atendimento ao cliente.

O certo é que o dia em que a companhia americana colocar os pés no país algo vai mudar na vida dos atuais protagonistas do e-commerce local. Um deles é a  B2W, que controla os serviços Submarino, Americanas.com, Ingresso.com e Shoptime, detentor de um faturamento de 4 bilhões de reais, em números de 2010. Procurada pela reportagem de VEJA para comentar a aproximação da Amazon do mercado brasileiro, o grupo preferiu manter-se em silêncio. Posição mais clara em relação ao seu negócio tem a Câmara Brasileira do Livro, entidade que representa interesses de editoras, livrarias e distribuidores. “A chegada da Amazon no país indicará um caminho inevitável e sem volta: ela terá de se expandir para outros negócios”, diz Karine Pansa, presidente da CBL.

Fonte: Veja Online

 
 

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