RSS

Arquivo da tag: comércio eletrônico

Criar uma loja no Facebook vale a pena?

Os maiores players nacionais criam suas lojas no Facebook, fazem parcerias com clientes, enquanto as pequenas e médias empresas encontram uma solução fácil e prática para suas vendas online.

Já fiz algumas lojas na Likestore para clientes meus, e confesso que inicialmente não acreditava muito, por ser algo novo e que teria que ser muito mais divulgado. O ROI em redes sociais é completamente diferente do ROI do Google Adwords. Alguns clientes me perguntam se o retorno será igual, e eu respondo: Não.

São medidas e comportamentos diferentes, quem navega em buscadores, procurando algo, tem o interesse real em comprar, bem diferente de quem navega no Facebook, Orkut, Pinterest, Twitter e outras redes. Estão ali para se divertir, se relacionar com seus amigos, compartilhar assuntos muitas vezes sem expressão.

Mas a Likestore está mudando esse comportamento. Muitas lojas estão no Facebook, tem divulgado seus produtos e aumentado a confiança de muitos usuários que não acreditavam na ferramenta.

Números do F-Commerce

Com a iniciativa, a empresa pretende aumentar em 5% o seu faturamento. A LikeStore, no entanto, é a plataforma mais conhecida no mercado. Lançada no início de 2011, a startup possui 4.800 lojas cadastradas e recebeu mais de 100 mil visitas no período de um ano, com lojas que chegam a faturar, em média, R$ 30 mil por mês.

“O interessante da ferramenta é que, na maioria dos casos, as pequenas empresas que tinham vendas inexpressivas no seu e-commerce aumentaram de 100% a 200% por mês. Estamos próximos de uma estrutura que se paga com apenas oito meses da primeira loja ter sido lançada”, Ricardo Grandinetti, gerente de produto da LikeStore.

Barreiras no F-Commerce

As empresas de pequena e médio porte conseguem tranquilamente gerenciar suas vendas, estoques e demanda. Já as grandes empresas tem uma serie de dificuldades. Com isso a startup já está desenvolvendo uma API que irá resolver essa melhor integração com as vendas.

“Vamos oferecer esta possibilidade porque há muitas lojas que gostariam de estar no Facebook, mas não conseguem fazer esta integração. Para isto, elas gastariam, em média, de R$ 3 mil a R$ 6 mil para tê-la. Dentro da nossa plataforma, a API será praticamente gratuita. O vendedor subirá o produto no e-commerce e logo chegará ao Facebook. A venda na rede social também acusará uma baixa no estoque”, conta Grandinetti.

Cases de Sucesso

No Brasil, o maior player no F-commerce é o Magazine Você, do Magazine Luiza, que desde março conta com mais de 20 mil lojas cadastradas. O modelo também abrange o Orkut e trabalha por meio de comissões aos revendedores de 2,5% ou 4,5%, dependo do produto. O Submarino também entrou nessa onda.

A DellaSanta tem se destacado pela movimentação que a loja gerou em um mês no sistema, faturando quase R$ 30 mil.  A marca de acessórios femininos começou em janeiro com um e-commerce próprio, mas o servidor do site não suportava a quantidade de acessos e caía frequentemente. A saída para a sobrevivência foi o Facebook.

“O brasileiro é o povo que passa mais tempo no Facebook e que tem mais amigos. Existe um número grande de pessoas que usam esse canal excessivamente, por isso o F-Commerce é uma consequência natural do mercado. Existiu uma primeira onda, em que os consumidores conheceram a plataforma e isso gerou muito barulho, mas não trouxe resultados. Estamos numa segundo etapa, em que as pessoas estão começando a usar a plataforma e tornando-a realmente um modelo de negócios. Daqui a cinco anos, o modelo estará mais substancial”, acredita Grandinetti, da LikeStore.

Conheça a Pinup Brasil uma loja que o Marca & Marketing criou

Se você tem um negócio e deseja criar uma loja virtual dentro da maior rede de relacionamento
do mundo, fale com a gente.

Colaboração Exame Marketiing

Leonardo Zani

Especialista em Planejamento Estratégico Digital

Conheça meu LinkedIN
Seja meu amigo no Facebook
Curta nossa página no Facebook
Me siga no Twitter @leoZANI @marcaemarketing
 

Tags: , , , , , ,

Como montar um projeto de e-commerce

Todo mundo acha muito fácil montar um projeto de e-commerce, muitos até acham que é só pegar o que tem na loja física e colocar na loja virtual, ledo engano.

A coisa é muito mais complexa do que se possa imaginar, se alguém chegar pra você e falar que é fácil fique bem atento, e contrate um profissional com experiência e que de garantias ao serviço a ser prestado.

Existe algumas dicas e claro um bom planejamento de e-commerce de todo o projeto que influencia e muito no trabalho. O grande desafio das empresas que criam lojas virtuais é o empreendedorismo digital que requer baixo custo e alto desempenho

Projeto de E-Commerce

Um Projeto de E-commerce é o planejamento estratégico de todas as ações que a empresa deve empreender para se situar no segmento do comércio eletrônico. Nele são analisados vários aspectos do projeto como por exemplo a escolha escolha da plataforma de TI, o treinamento de pessoal, a escolha de formas e sistemas de pagamento, logística e as ações de marketing. O planejamento de presença da empresa no ambiente web é o que irá orientar o desenvolvimento do projeto visando a inserção de forma eficiente da empresa no segmento do varejo virtual.

Análise de Mercado

Antes de montar uma loja virtual você deve fazer uma análise do mercado e verificar se o projeto que você tem, dentro do modelo que você planeja teria espaço no mercado atual. Não que existam muitos setores saturados, muito pelo contrário. O que se tem verificado são segmentos de mercado trabalhando com formulas cansadas que não dão mais resultados. Um bom exemplo disso são as lojas de informática que inovaram no modelo de negócio e público alvo e se destacaram das outras. Uma outra dúvida, qual será o seu modelo de negócio? Um modelo B2B – empresa para empresa ou B2C – empresa para consumidor final?

Soluções de TI

A escolha da plataforma de e-commerce é essencial para o sucesso do projeto. Seja ela open source, alugada ou exclusiva, deve atender às necessidades imediatas do projeto e também permitir futuras expansões. Hoje existem diversas plataformas de e-commerce no mercado, o grande problema é identificar aquela que se adapta à sua necessidade atual e que vá permitir um upgrade. O importante é encontrar uma plataforma tecnologicamente adequada em que se possa dispor das ferramentas que fazem o diferencial no comércio eletrônico atual como estrutura de SEO, associação de produtos e políticas de descontos. Outro ponto que deve ser considerado é o das ferramentas administrativas como relatórios e atualizações de produtos.

Capacitação de Pessoal

A guinada estratégica rumo ao ambiente digital exige capacitação da equipe tanto no nível de conhecimento de novas tecnologias nas área de informática e marketing como na forma de gerenciamento da empresa engajada no mundo virtual e abordagem das oportunidades negociais que o novo ambiente oferece. E-commerce é coisa séria e necessita de profissionais especializados nesta área. Na maioria das vezes estes profissionais já fazem parte da equipe da empresa, só precisam ser treinados para as novas funções que irão desempenhar. O conhecimento da cultura da empresa pode facilitar sua inserção na era digital e por isso a capacitação do pessoal da própria empresa é uma alternativa bastante interessante. Marketing digital, SEO e Web Análise devem fazer parte dessa formação para que os membros da equipe saibam exatamente o que fazer e quando fazer. É importante que todos tenham uma noção exata das ferramentas disponíveis e como usá-las.

Planejamento do Marketing

Sem um planejamento das ações de marketing não há como se obter sucesso em um projeto de e-commerce. As ferramentas disponíveis são várias e exigem sinergia para torná-las mais eficientes. Atirar para todos os lados, além de desperdiçar recursos preciosos, pode resultar em uma perda da credibilidade. Campanha de marketing online tem que ter foco e seqüência. Não é jogo nem custa barato. Uma atenção especial deve ser dada a sua presença nas ferramentas de busca. Planeje com bastante antecedência seu processo de SEO Otimização Para Sites de Busca – e implante o mais rápido possível. Embora seja a ferramenta mais demorada em termos de retorno, os resultados são espetaculares. Enquanto o SEO não surte efeito, utilize uma boa campanha de links patrocinados com um monitoramento constante do ROI. As mídias sociais também devem ser um ponto forte da sua estratégia, principalmente se a sua marca ainda não é muito conhecida.

Monitoramento e Ajustes

É natural que depois de implantado seu projeto precise de alguns ajustes, mas você só poderá saber o que pode ser melhorado se tiver instalado um bom sistema de monitoramento e web análise. Nesse setor, o Google Analytics desempenha um ótimo papel e é amplamente difundido. Com a devida interpretação dos dados de monitoramento, a web análise é capaz de identificar pontos de estrangulamento em uma loja virtual e soluções podem ser encontradas para o aperfeiçoamento do negócio. A web análise também desempenha papel fundamental na mensuração dos resultados das campanhas de marketing digital. Os dados obtidos pelo sistema de monitoramento significam muito mais que a quantidade de page views, eles informa qual é o exato comportamento dos seus cliente quando estão na sua loja.

Resumindo

Esses são apenas alguns pontos que devem ser considerados. Obviamente existem muitos outros que devem ser meticulosamente analisados quando da elaboração de um projeto de e-commerce. O importante é não se deixar levar pela idéia de que a criação da loja virtual em si é a principal ação dentro do processo de inserção da empresa no varejo digital. Não são raros os exemplos de lojas virtuais muito bem estruturadas que simplesmente “não decolam” justamente por não terem se preocupado com os outros aspectos que envolvem o sucesso de um projeto de comércio eletrônico.Com um bom planejamento suas chances de sucesso são muito maiores.

Curso de E-commerce

 
Deixe um comentário

Publicado por em 26/07/2011 em E-Commerce

 

Tags: , , , , , , , , ,

Dados sobre o e-commerce de moda no Brasil

A rede social focada em moda, byMk, apresentou um estudo sobre as tendências do e-commerce, e os hábitos dos consumidores no segmento de moda online no brasil. A pesquisa contou com a participação de 1.193 usuários cadastrados em sua plataforma.

O estudo revelou certo ceticismo dos consumidores com este mercado. Do total, 25% dos entrevistados afirmaram que dúvidas relacionadas ao caimento, e modelo da peça, é um entrave para comprarem neste segmento.

Para o especialista em marketing digital, Natan Sztamfater, a falta de um padrão entre as marcas que atuam no mercado brasileiro influenciou diretamente neste resultado, dificultando o progresso deste âmbito do e-commerce.

“Existe uma grande dificuldade com relação à padronização e medidas do vestuário, pois cada marca tem a sua medida. Com isso, a pessoa não sabe mais qual é o seu tamanho”. Afirma Sztamfater.

Outro fator impactante na rejeição, é a desconfiança em uma possível devolução da mercadoria, causa de desistência por parte de 21% destes consumidores.

“A devolução também está ligada à falta de padronização dos tamanhos. Quem compra errado, já não sabe se poderá devolver a peça”, afirma Sztamfater.

Ainda de acordo com o estudo, 12% das pessoas não compram por desconhecerem suas medidas, o que mostra que este mercado tem muito o que evoluir.

A segurança foi lembrada por 21% dos entrevistados, dado que perderá a relevância na medida em que cresce a confiança dos consumidores em pagar suas compras via cartão, explica Sztamfater.

Dos itens comprados pelos internautas da byMk, 21% compram roupas; 30%, maquiagem; 16%, joias; 26%, acessórios; 19%, calçados; e 9% adquirem peças de lingerie e praia.

Recentemente a rede social fechou uma parceria com o clube de compras Privalia, que fará promoções de seus produtos diretamente em seu perfil oficial na byMk.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 19/07/2011 em E-Commerce

 

Tags: , , , , ,

O leão esta de olho no e-commerce brasileiro

A guerra fiscal em torno do ICMS do e-commerce parece ter um novo round. Durante o mês de maio, a OAB propôs três Ações Diretas de Inconstitucionalidade contra Roraima, Mato Grosso e Ceará. Os três estados regulamentaram a incidência de ICMS em bens de consumo que entram em suas divisas e foram adquiridos em sites de comércio eletrônico. Outros estados vêm cobrando ICMS para os produtos que chegam a seus moradores mesmo sem regulamentação específica, utilizando-se de interpretações da legislação vigente, alerta a camara-e.net.

“Queremos que a Constituição seja seguida”, afirmou o advogado e coordenador do comitê jurídico da camara-e.net, Leonardo Palhares. “O Protocolo 21 estabelece uma nova regra que faz com que alguns estados consideram uma forma de cobrança e outros estados, outra. Espera-se que haja uma regra única aplicada ao país inteiro.”

Direito de exigir

Apresentado no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e publicado em 7 de abril, o Protocolo 21 estabelece que os estados que aderiram a ele devem exigir a parcela do ICMS sobre “operações interestaduais em que o consumidor final adquire mercadoria ou bem de forma não presencial por meio de Internet, telemarketing ou showroom”.

O documento foi assinado inicialmente por 17 estados (Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia e Sergipe) e o Distrito Federal. Mais tarde, no fim de abril, Mato Grosso do Sul aderiu à lista. No mapa abaixo, produzido pela camara-e.net, os estados em verde escuro são os que já regulamentaram a cobrança.

Nos estados que não assinaram o protocolo (em branco, no mapa), contudo, a tributação ocorre como previsto pela legislação – o ICMS é cobrado integralmente na origem, sem repasse ao estado de destino da mercadoria. Isso faz com que um produto que sai de um centro de distribuição de São Paulo ou do Rio de Janeiro seja novamente tributado ao chegar, por exemplo, à Bahia, o que caracterizaria bitributação.

Constituição

Em comunicado, a camara-e.net afirma que os termos do Protocolo 21 “desrespeitam frontalmente a Constituição, já que, se cumprido integralmente, caracterizará bitributação para as vendas, já que o imposto será cobrado integralmente onde for emitida a nota fiscal e de forma dividida nos estados citados”. Os 18 estados que assinaram o Protocolo 21 representam 25% do volume total de pedidos processados pelos varejistas associados da camara-e.net – em 2010, as empresas representadas pela entidade processaram mais de 40 milhões de pedidos.

“Os estados que assinaram o Protocolo 21 querem que uma parcela do ICMS seja recolhida no destino. Até aí, é uma discussão a ser travada. Mas, nessa guerra fiscal entre estados, os varejistas do e-commerce são colocados num fogo cruzado. Esta é uma discussão política entre unidades da federação”, argumenta Palhares.

Em Rondônia, por exemplo, a regulamentação da partilha de ICMS prevista pelo Protocolo 21 veio com o Decreto 15.846/2011, de 19/4/2011. O texto determina que mercadorias provenientes do Sul e do Sudeste (exceto Espírito Santo) sejam tributadas em 7%, enquanto bens procedentes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do estado do Espírito Santo recolham 12%.

Em Mato Grosso, a regulamentação foi feita pelo Decreto 312/2011, de 11 de maio, e determina o recolhimento de ICMS sobre bens enviados por empresa de outro estado e “cuja aquisição ocorrer a distância ou de forma não presencial no estabelecimento do remetente”. As taxas são as mesmas das de Rondônia – ambos seguem as alíquotas propostas pelo Protocolo 21.

Duas saídas

Atualmente, segundo a camara-e.net, os lojistas virtuais têm duas saídas: ou recolhem o imposto em duplicidade (nos estados que o exigem), ou tentam medidas judiciais em caráter liminar. Esse foi, por exemplo, o caminho trilhado pela B2W, controladora das lojas Submarino, Americanas e Shoptime, segundo informou a Folha de S.Paulo no início de maio – a empresa afirmou não comentar processos judiciais em andamento.

Por enquanto, para o consumidor nada muda, explica Palhares, da camara-e.net. “O preço do produto [nas lojas virtuais] é o mesmo, independentemente do estado no qual o consumidor está. Só muda o frete. Em tese, essa guerra não terá impacto no preço das mercadorias”, afirma. O advogado admite, contudo, que o problema começa a se tornar crítico em estados como Bahia, Piauí, Mato Grosso, Ceará e Goiás.

O coordenador jurídico da camara-e.net admite que, até agora, essa discussão ainda não saiu do âmbito do Confaz, mas isso deverá mudar. “Só resta partir para o Judiciário”, afirma. “Esta é uma questão mais do poder Executivo, que envolve o Ministério da Fazenda e as Secretarias da Fazenda estaduais. No curto prazo, prevejo uma enxurrada de ações de todas as operadoras de e-commerce em busca de decisões liminares que as livrem da bitributação e as permitam funcionar. Mas é necessária uma movimentação política para resolver o problema e não prejudicar o consumidor.”

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), entidade que representa grandes varejistas de e-commerce  do país, fará nesta semana um pedido formal à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que estenda às suas representações estaduais a iniciativa de contestar a prática de bitributação no comércio de bens pela Internet.

Blog do E-commerce

 
Deixe um comentário

Publicado por em 28/06/2011 em E-Commerce

 

Tags: , , , , , ,

Dados do e-commerce no Brasil

As estatísticas do comércio eletrônico brasileiro são surpreendentes, a cada mês o faturamento deste segmento aumenta consideravelmente. Não podemos ficar de fora desse comércio eletrônico.

Abaixo segue alguns dados de crescimento deste comércio que fatura bilhões de reais ao ano.

Se você ainda não tem uma loja virtual da sua empresa, não perca tempo. Existem diversas plataformas com custo acessível e eficazes para você montar a sua loja virtual. Se você quer montar e não sabe como entre em contato com o Marca & Marketing nos iremos montar e aumentar suas vendas.

E-Bit

 
Deixe um comentário

Publicado por em 22/06/2011 em E-Commerce

 

Tags: , , , , ,

10 motivos para montar uma loja virtual

Não tem como ignorar! O mundo converge para a rede, e nela vai o consumidor. Quem não aparecer na web será atropelado pela concorrência.

O Lojistaonline selecionou 10 motivos para você investir no Comércio Eletrônico. Confira:

1. Funcionamento 24 horas. Com um endereço na web, a sua empresa pode monta uma loja virtual e vender a qualquer hora. O horário comercial da sua empresa passa ser 24×7 (7 dias por semana e 24 horas por dia). A loja na rede abre canal de comercialização com 50 milhões de internautas somente no Brasil.

2. Vendas sem fronteiras. Com uma loja virtual, a empresa vence as barreiras geográficas e mostra seus produtos e serviços para o mundo. Assim, será possível vender aonde as equipes de vendas não chegam e onde as lojas físicas não atendem. Há varejistas do Sudeste que vendem mais para o Nordeste, por meio da internet, do que em para seus próprios estados.
3. Comodidade do consumidor. Com a sua loja na internet, a empresa oferece total comodidade para o consumidor. Ele poderá fazer compras de qualquer parte do mundo. Seja no conforto do escritório, na tranqüilidade em casa ou onde haja um aparelho conectado à internet.  Poderá também conhecer todos os seus produtos a distância e ir a sua loja apenas para concluir o negócio (Hoje 70% dos consumidores plugados na internet fazem isso).

4. Acompanhamento das vendas. Pela internet, a empresa ganha mais flexibilidade para agir, pois terá acesso instantâneo aos relatórios de vendas, controle de estoques múltiplos dos fornecedores, visitas ao site, faturamento e outros indicadores das vendas. Esses dados são fundamentais para a tomada de decisões urgentes.

5. Múltiplos estoques. A dinâmica das vendas pela web permite que as empresas invistam em produtos com grande aceitação no mercado. O E-commerce permite que se trabalhe com múltiplos estoques, inclusive com estoques dos próprios fornecedores. Assim, a empresa ganha agilidade, diminui despesas operacionais e necessita de menor capital de giro.

6. Flexibilidade Promocional. É mais simples e rápido organizar promoções na loja online. De forma imediata, é possível obter dados sobre os resultados alcançados e avaliar a resposta dos consumidores.

7. Igualdade de competição. Na rede mundial de computadores, as empresas disputam o mercado nas mesmas condições. Na web, é mais rara a premissa de que quem é o maior tem que ser o melhor. O tamanho da empresa não tem importância. O fundamental é ter uma relação transparente e profissional com o consumidor, garantindo a entrega do produto e a segurança da operação.

8. O custo de uma loja virtual. É imensamente menor o custo de criação e manutenção de um espaço na internet do que uma loja física. Não dá nem para comparar em razão da ausência de despesas com estoques, empregados, segurança, instalações, etc.

9. Monitoramento do consumidor. Por meio do Comércio Eletrônico, pode-se fazer um cadastro de cada cliente online e saber exatamente quem é ele. Suas informações serão colocadas em um banco de dados e a qualquer momento ele poderá ser informado das promoções e novidades de produtos. Conhecendo o cliente, a empresa fica sabendo o que ele gosta de comprar, é possível prever a demanda, direcionar promoções, reposicionar produtos,entre outras ações.  Sua empresa pode oferecer uma melhor qualidade no suporte de pré e pós-venda.

10. Avanço das vendas online. Nos últimos cinco anos, o E-commerce cresceu em média 52% por ano. O mundo converge para a Internet, e nesse sentido caminha o consumidor. Uma verdade surge: quem não estiver na rede, será atropelado pela concorrência.
Por tudo isso e muito mais, experimente o Comércio Eletrônico Online e descubra no mundo virtual novas oportunidades reais de negócios.

E-Commerce Blog

 
Deixe um comentário

Publicado por em 22/06/2011 em E-Commerce

 

Tags: , ,

11 dicas para criar um comércio eletrônico de sucesso

Não existe uma receita, porém com certeza esses passos ajudaram no caminho.

Negociar produtos ou serviços na internet é uma forma de vida para muitas empresas atualmente, muitas vezes essas empresas nem chegam a existir no mundo “real”, ou seja, não detêm de locais físicos para atendimento. Lançar um negócio virtual requer empreendedorismo, arte, tecnologia e ciências. A seguir listamos alguns passos para que esse lançamento seja um sucesso.

 

1. Construa seu site/loja em uma plataforma de código aberto e gratuito. Existem inúmeras vantagens pela adoção dessas ferramentas, porém a principal é a comunidade que existem por detrás dessas. Além de oferecer largo suporte, ainda é possível contar com novos desenvolvimentos de componentes gratuitos, adoção de melhores práticas rapidamente, como SEO e por fim, existirão outros milhares de usuários que estarão testando e homologando a ferramenta.

2. Analisar e compreender o mercado potencial. Identifique onde os clientes “virtuais” estão em sua maioria localizados e como eles interagem um com os outros. Com essas respostas será possível criar campanha de mídia que estimule o compartilhamento por eles próprio através da mídia social.

3. Crie um blog e atualize no mínimo três vezes por semana. Faça convite regulares para novos leitores lerem e principalmente comentarem. Interaja com os leitores através dos comentários. Foque os tópicos com as palavras chaves da estratégia do seu negócio para alavancar suas visitas através do SEO.

4. Aplique as “Medalhas Sociais” (links para seus perfis de mídia social). Utilize sempre o máximo possível, por exemplo, Facebook, Linkedin, Twitter, YouTube, Google +1. Coloque também ferramentas para compartilhamento pelas principais redes através de “plugins”. Isso ajudará a promover o negócio com a comunidade através das duas vias de comunicação.

5. Faça analise da concorrência. Sempre existem concorrentes para 99.9% dos negócios, por isso faça um estudo que identifique de 3-5 maiores e siga as pegadas digitais dessas empresas para verificar quais são os seus principais movimentos e novidades. Outra dica é configurar o “Alerta do Google” para termos específicos sobre sua empresa, produtos e concorrentes, porque dessa forma seremos alertados toda vez que algo for publicado na internet.

6. Certifique de Instalar o Google Analytics. Devemos sempre acompanhar as informações sobre: as páginas de entradas, páginas de saídas, tempo no site, taxa de rejeição, taxa de retorno, origem dos visitantes, termos de buscas. Essas informações são valiosas para identificar possíveis falhas e acertos.

7. Criar uma oferta especial para fãs no Facebook. Isso auxiliará seu negócio a ser mais conhecido rapidamente e largamente difundido na maior rede social do momento.

8. Construa “Landing Pages” perfeitas (Página de Aterrissagem). Isso com certeza será um fator determinante para o sucesso ou fracasso do negócio virtual.

9. Implantar uma Campanha de Marketing Viral. Essas ofertas ou recompensas para a comunidade incentivaram a indicação para amigos, através da rede social ou outros meios convencionais.

10. Uso de vídeos direcionados. A largura da banda e a utilização de smartfones e tabletes tem aumentado muito rapidamente. Crie vídeos de 1 a 2 minutos através de um canal no Youtube para aplicação de promoções exclusivas neste canal.

11. Garanta a utilização de melhores práticas de SEO. Grande parte dos novos negócios nascem da intenção dos próprios clientes e é esse movimento em sua grande maioria, vêem através das buscas, por isso é importante estar bem localizado, isso garante maior visibilidade aumentando assim as chances de conquistar novos clientes.

Existem outras ações que podem ser elencadas, porém consideramos essas as principais e básicas para garantir o sucesso de comércio eletrônico.

Marcelo Goberto Azevedo

 
Deixe um comentário

Publicado por em 20/06/2011 em E-Commerce

 

Tags: , , , , ,

 
%d blogueiros gostam disto: