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Rafinha Bastos e a consequência de seus atos

A dias o caso Rafinha Bastos vem sendo falado e comentado em diversos sites, blogs, redes sociais e em uma simples conversa na fila de banco.

Mais uma vez ele é o centro das atenções, depois de ser eleito em março deste ano pelo jornal americano “New York Times” a personalidade mais influente no Twitter.

Com piadas sem graças e ofensivas a Wanessa Camargo e seu bebe ele segue criando inimigos e adeptos ao seu estilo “humor negro” de ser.

Todo dia alguém publica que ele foi demitido, que se auto demitiu, alguém que irá processa-lo, mas o que não aparece é um pedido de desculpas por parte do comediante.

Após o caso da Wanessa Camargo o alvo da vez foi Fábio Assunção, dizendo que a operadora Nextel oferece serviços a traficantes e prostitutas e que não seria a toa que Fábio Assunção era o garoto propaganda.

Dias depois colocou fotos no dia de sua suspensão da bancada do CQC com 3 mulheres de lingerie dizendo que estava muito triste pela Band ter suspendido ele do programa. Rafinha Bastos é um ótimo humorista que conquistou milhões de fãs ao redor do Brasil, mas que ultimamente esta pecando com seus comentários e humor ofendendo a todos.

Até que ponto isso pode atrapalhar seus negócios? Até que ponto a imagem da emissora pode ser afetada por seu funcionário? Já lemos diversos casos de pessoas que mancharam o nome de uma empresa por seus atos fálicos e irresponsáveis.

O caso da Locaweb em que o funcionário Alex Glikas da empresa que patrocinava o time de futebol São Paulo em uma partida contra o rival Corinthians divulgou em seu twitter palavras de baixo calão ao SPFC, time no qual a Locaweb estampava em seu uniforme a logomarca da empresa.

Outro caso famoso e que deu o que falar foi o caso dos funcionários da rede de pizzaria Domino´s que na cozinha, durante o processo de montagem da pizza colocou melecas do nariz em ingredientes que iriam no produto que seria entregue ao cliente. Os funcionários foram demitidos e isso correu internet mundo a fora.

Recentemente um funcionário da Microsoft divulgou em seu twitter pessoal informações sobre o novo aparelho que a empresa estaria pra lançar e não satisfeito divulgou informações técnicas do aparelho como câmera, software e funcionalidades, conclusão demitido por justa causa por infringir as normas internas sobre redes sociais.

O caso do humorista Rafinha Bastos não é muito diferente, já que ele representa uma empresa e devido a suas atitudes a Band poderá sofrer sérias punições da produtora Eyeworks, que criou o formato do “CQC” na Argentina.

Rafinha Bastos está no olho do furacão, com muitos interesses conflitantes girando ao seu redor. Talvez não sobreviva, mas por enquanto está rendendo assunto. Vamos esperar os próximos capítulos.

Leonardo Zani
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Publicado por em 15/10/2011 em Sem categoria

 

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Como fica a Apple sem Steve Jobs?

Como será a Apple após a morte de Steve Jobs? Quais as inovações que veremos de agora em diante? Como será a missão da Apple em relação aos seus milhões de seguidores? Será que Tim Cook irá manter as suas raízes e suas ideologias?

Essas e muitas perguntas estarão sem respostas ao longo dos próximos anos. Todos fans dessa marca, que revolucionou o mercado tecnologia, ficaram inseguros com a notícia do falecimento de Steve Jobs.

Tínhamos segurança quando Steve subia ao palco para anunciar mais um produto, com seu jeito carismático ele envolvia a platéia e deixava todos de boca aberta, com uma apresentação de deixar qualquer um fascinado.

Com seu jeito simples de se vestir, calça jeans, tênis e camisa preta de gola alta, ele transmitia confiança e credibilidade com suas apresentações e despertava nos consumidores um consumo voraz por seus produtos.

Jobs trabalhou com os melhores profissionais e criou uma universidade com o objetivo de manter a extraordinária empresa que criou.

O sucessor – No dia 24 de agosto de 2011, quando Jobs enfim apresentou sua carta de afastamento do controle da Apple, foi confirmado no nome de seu substituto no cargo de CEO: Tim Cook. Ele já havia assumido o posto nas licenças médicas anteriores de Jobs. “Cook é um especialista na área operacional, o responsável pelos acordos com fornecedores, algo crucial para a Apple. Ele tem feito um grande trabalho e os investidores confiam nele”, explica Eric Jackson, fundador e diretor da Ironfire Capital, empresa de investimentos. Para ele, Cook é confiável, mas não é a “pessoa criativa, que irá ajudar a desenvolver os produtos sedutores e essenciais da Apple”. Ou seja, não há outro Steve Jobs. Para manter essa chama acesa, outros profissionais devem colaborar.

Phil Schiller, vice-presidente de marketing mundial, é quem mais tem aparecido nos últimos anos. Bonachão e com bom jogo de cintura, ele fez o discurso de abertura da Macworld 2009 (a última com presença da Apple) e da WWDC (evento para desenvolvedores) no mesmo ano, quando o iPhone 3Gs foi anunciado. Schiller é presença frequente no palco quando o assunto é relacionado a hardware e software para Mac. Era um dos homens de confiança de Jobs, na empresa desde 1997.

Quando o assunto é iPhone (mais precisamente, o iOS, o sistema operacional do smartphone da Apple), o nome a ser lembrado é o de Scott Forstall. Vice-presidente de software para iPhone, Forstall começou a ser treinado para fazer apresentações em 2006, quando foi o responsável em mostrar as novidades do Mac OS X Leopard para os desenvolvedores na WWDC. Ele trabalhou na NeXT, empresa criada por Jobs quando ele foi chutado da Apple, e atualmente é o responsável pela criação do sistema para o iPhone e iPad, dois dos mais importantes produtos da empresa. Forstall veste-se de maneira semelhante à Jobs (camisa preta e calça jeans) e tem um jeitão despojado.

Por fim, Jonathan Ive, responsável pelo design de todos os produtos lançados pela Apple desde 1996, deve continuar por trás da criação. Considerado um gênio em sua área, é um sujeito tímido, avesso a holofotes e entrevistas. E só é visto em vídeos de lançamentos de produtos.

Colaboração Veja

 
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Publicado por em 13/10/2011 em Marcas, Marketing

 

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Quem foi Steve Jobs

Um pouco da história de Jobs

Jobs nasceu em 24 de fevereiro de 1955 de uma mãe, ainda estudante, solteira e foi adotado por uma família da pequena cidade de Mountain View com apenas uma semana de vida. Jobs cresceu numa área que hoje é conhecida como Vale do Silício, no estado da Califórnia.

Como estudante, assistiu a conferência da Hewlett-Packard em Palo Alto, cidade vizinha e trabalho no verão com Steve Wozniak, um engenheiro que anos depois viria a fundar a Apple.

Jobs largou a Reed College de Portland, mas continuou as aulas de caligrafia que disse ser um dos motivos dos Macintosh serem desenhado com múltiplas tipografias.

Com 20 anos de idade fez uma viagem espiritual a Índia e voltou com a cabeça raspada e trajes indianos tradicionais.

Foi trabalhar em uma empresa de videogame,a Atari por pouco tempo. Em 1976 quando tinha 21 anos, fundou a Apple na garagem de casa junto com Steve Wozniak.

Naquela época a Microsoft vendia as licenças de seus softwares para empresas de computador a preços populares, a Apple manteve sua tecnologias em segredo, e vendia apenas para pessoas que tinham condições de pagar por um produto caro e que buscavam qualidade.

Em 1980 a Apple entrou para o mercado de computadores com seu Macintosh e logo em seguida a invenção do mouse que facilitava a abertura de arquivos, ativação dos programas e mais agilidade.

Jobs então se tornou no garoto propaganda da Apple com a divulgação do Macintosh

Abandonou a Apple em 1985 depois de problemas internos e fundou a NeXT Computer, empresa especializada em terminais sofisticados para empresas. No ano seguinte em 1986 comprou a Pixar de George Lucas pela cifra de 10 milhões de dólares. Com isso a Pixar foi campeã de bilheterias com “Toy Story” e “Procurando Nemo”

Em 1991 Jobs se casou com em uma cerimônia budista. Foi pai de três filhos com sua esposa e uma filha com uma mulher com quem teve uma relação antes de seu casamento.

Jobs voltou a Apple em 1996 quando a companhia comprou a NeXT por 429 milhões de dólares e Steve voltou ao cargo máximo.

Em 1997 a Microsoft investiu 150 milhões de dólares na companhia e demitiu Gil Amelio. A partir dessa data a Apple retomou a produção do Macintosh, lançou o player iPod em 2001 e a loja online de música iTunes em 2003.

Em 2004 se afastou para uma cirurgia de retirada do pâncreas, já afetado pelo câncer, mas voltou em 2007 com o seu maior lançamento, o iPhone e sua tela de touch.

A Walt Disney ofereceu a Jobs a quantia de 7,4 bilhões de dólares pela Pixar e ele aceitou, e de quebra se tornou o maior acionista da gigante de entretenimentos.

Já em janeiro de 2009 se afastou novamente para outra cirurgia, desta vez um transplante de fígado, mas voltou em junho do mesmo ano. Estava diferente, mais magro e com menos vigor físico, diferente daquele que estávamos acostumado a ver, mas ele insistia em dizer que estava bem.

No ano passado Jobs apresentou sua nova criação o iPad e ditou os padrões dos tablets, até então liderada pela Amazon com o Kindle.

Em maio deste ano ultrapassou a Microsoft como a maior companhia de mercado em termos de valor de mercado.

Apreciador de Beatles e Bob Dylan, adorava fazer comentários com referências musicais a seus ídolos.

Em fevereiro último, revelou seu último problema de saúde, sem dar muitas explicações, Jobs disse que ficaria como titular executivo e “envolvido nas grandes decisões estratégica da companhia”

“Sempre disse que, se chegasse o dia em que não pudesse cumprir com meus deveres e expectativas como diretor da Apple, seria o primeiro a dizer. Assim me demito como diretor-geral da Apple”, Essas foram suas últimas palavras em 24 de agosto de 2011 quando saiu em definitivo da Apple

Leonardo Zani
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Publicado por em 13/10/2011 em Sem categoria

 

Comercial de divulgação do iPhone 4S

Vídeo de divulgação do iPhone 4S que foi divulgado no dia 04/10

Veja AQUI quais as novidades que traz o smartphone da Apple

Leonardo Zani

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Publicado por em 13/10/2011 em Sem categoria

 

O comportamento das empresas em relação as redes sociais

Hoje compartilho com vocês um caso que aconteceu na academia no qual treino todos os dias.

É uma academia de ginastica que tem aulas de ioga, fitness, spinning e musculação na qual eu faço. Ontem a noite (10/10) eu e alguns amigos conversávamos no facebook sobre o treino e outras besteiras apenas para descontrair, e uma das pessoas relatou o fato da proprietária colocar luzes de balada, canhão de luz no ambiente de musculação, foi apenas alguns comentários que ficou ruim, que tinha assuntos mais importantes para resolver como a troca de alguns equipamentos e melhorias no banheiro.

Essas luzes são essas que encontramos em casas noturnas coloridas que nestes ambientes ficam bem, apesar de eu não gostar muito. Dentro da academia ficou estranha, em um ambiente totalmente claro as luzes ficam fracas e não causam a sensação que acho que ela gostaria, mas mesmo assim atrapalha.

Hoje no início da noite ela veio conversar comigo e com outro amigo que estava na conversa ontem pelo facebook. O fato dela vir conversar é ótimo, mas da maneira que ela veio é totalmente errada, com tons agressivos e dizendo que não poderia falar dessa forma da academia que nos frequentamos e que era pra relatar os problemas direto a ela, dizendo ainda que se não estávamos satisfeitos que era pra trocar de academia. Essa conversa aconteceu por volta das 19 horas no meio da academia, horário de maior pico, outro erro amador de qualquer empreendedor, conversar no meio de todos os alunos sobre eventuais problemas.

Até quando as empresas irão ignorar o fato de que as redes sociais é o maior centro de pesquisa grátis, e sincero que pode existir. As pessoas comentam, reclamam, elogiam e fazem seus comentários de tudo, seja de empresas ou pessoas e os gestores das companhias devem olhar para as redes sociais com um olhar de oportunidade e melhorias para seus clientes.

Imagino que se os clientes da Mercedes-Benz, Ellus, M. Officer e dezenas de outras marcas e empresas recebessem feedback das empresas com esse tom de agressividade, tenho certeza que os clientes deixariam de consumir estas marcas. e ainda compartilhariam essas informações como estou fazendo agora. É preciso ter amor pela sua empresa, amor pelo que faz e principalmente, amor por aqueles que fazer seu negócio ser um sucesso.

Todos nos acompanhamos diariamente casos como este na internet, em conversas com amigos, mas até quando isso vai continuar acontecendo? Manter uma empresa nos dias atuais não é fácil e maltratar os clientes então é inadmissível.

Leonardo Zani
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Publicado por em 11/10/2011 em Marcas, Mídias Sociais

 

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Discurso de Steve Jobs na Stanford University

Um discurso emocionante de um gênio que inspirou gerações ao redor do mundo.

“Ninguém quer morrer”, disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário.

“Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo.”

Leia o discurso na íntegra

Leonardo Zani
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Publicado por em 06/10/2011 em Marketing

 

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O legado de Steve Jobs

Hoje o mundo esta preto e branco, a maçã mais famosa do mundo esta sem brilho, tudo isso porque seu fundador e mais brilhante homem que a tecnologia já conheceu se foi.

Ontem no anúncio do iPhone 4S, muitas pessoas esperavam uma surpresa de que Jobs entraria com o novo iPhone 5 em mãos para alegria dos fanáticos pela maça e pela alegria de ver um mito mais uma vez nos palcos, mas isso não aconteceu.

Steve Paul Jobs perdeu a luta para o câncer, doença que já lutava a 7 anos. O pai de produtos que revolucionaram o mundo como Macintosh, iPod, iPhone e iPad

Nesta foto, Jobs é fotografado pela primeira vez após sair do comando da Apple. Ele aparentava estar bem debilitado e abatido e necessitando de ajuda para se locomover.

Nascido em 24 de fevereiro de 1955 em São Francisco (EUA) e criado por pais adotivos, Steve Paul Jobs chegou à fama e ao sucesso empresarial em 1984 quando ajudou a criar e lançar o Macintosh.

Reverenciado por seus consumidores e por seus funcionários, Jobs criou sua empresa em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia. No livro “A cabeça de Steve Jobs” ele conta que sempre criou os Gadgets de forma fácil para que qualquer pessoa pudesse operar. Ele foi, se não o maior, defensor da popularização da tecnologia no mundo.

Jobs sempre foi um lutador e guerreiro na luta contra o câncer que o deixou debilitado desde 2004, ano que a Apple teve o maior crescimento comercial da história. Passou por um transplante de fígado e por acidente foi dado como morto pelo canal de notícias Bloomberg.

Jobs sempre foi um entusiasta e apaixonado por aquilo que fazia, ele dizia:  “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido”, afirmou, em entrevista à revista “Fortune” em 2008

Jobs sempre foi muito habilidoso em questões que não davam certo. A Apple TV foi uma delas, um projeto que não foi além, pois o volume de vendas não foi o esperado e ele disse: “Isso é apenas um hobby, um projeto pessoal, não faz tanta diferença nos projetos da empresa”

Um exímio perfeccionista e workaholic, Jobs sempre acompanhou de perto as produções da empresa, rejeitando até a proposta de terceirizar a produção da Apple no país chines.

Sempre foi conhecido pelo seu jeito minimalista de trabalhar com tudo e com todos. Nenhum produto saia da Apple sem passar pelo olhar clínico de Jobs. Isso incluía, segundo fontes, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. Um caso bem interessante foi o dia que ele estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra recebeu uma ligação no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.

Durante a década em que esteve fora, Jobs fez dois investimentos que acabaram, de maneiras diferentes, alavancando o mito em torno de seu “toque de midas”. No primeiro, pagou US$ 10 milhões pela problemática divisão de computação gráfica da LucasFilm, empresa de George Lucas responsável por franquias do cinema como Star Wars e Indiana Jones. A nova empresa foi batizada de Pixar, e após emplacar sucessos como “Toy story”, “Vida de inseto”, “Monstros S.A.” e “Procurando Nemo”, acabou sendo adquirida pela Disney por US$ 7,4 bilhões em 2006. No processo, Jobs se transformou no maior acionista individual da companhia de Mickey Mouse.

Jobs retornou a Apple na era de seu crescimento. Foram uma sequencia de sucessos que trouxe a companhia ao status que é hoje. Com a criação de produtos como Macbook, o player iPod, a loja virtual iTunes, o incrível iPhone e por último iPad, todos esses produtos foram criações de Jobs

Neste segunda passagem pela empresa, Jobs reafirmou ainda o legado de um empresário criativo e audacioso no desenvolvimento e venda de seus produtos. Um estrategista de primeira, um homem que pensava do parafuso ao plástico que embalaria o produto para o cliente, custos e toda estratégia a divulgação.

O nome de Jobs está presente em nada menos do que 313 patentes, que tratam de invenções, usadas em produtos como desktops, iPods, iPhones e iPads. Até alguns itens de decoração utilizados nas lojas da Apple foram registrados pelo ex-CEO. As patentes se referem a tecnologia, funcionalidades e também ao design dos aparelhos, um aspecto essencial para Jobs. “Design não é apenas a aparência de um produto. Design é como ele funciona.” Várias vezes, ele deixou claro seu interesse pela zona de contato entre técnica e design e sua admiração pelo renascentista Leonardo Da Vinci (1452-1519), o mestre que pintou a Monalisa e esboçou um protótipo do helicóptero.

“Ele é o maior inovador na indústria da tecnologia voltada ao consumidor.” Carmine Gallo, colunista da revista Businessweek, complementa a comparação: “Ele mudou totalmente o modo como interagimos com equipamentos digitais. Se não fosse por Jobs, ainda estaríamos digitando linhas de comando, em linguagem de máquina.”

Jobs sempre teve uma vida muito reservada, longe dos holofotes ele não teve contato com sua família biológica. Nascido em São Francisco filho dos então estudantes universitários Abdulfattah John Jandali, imigrante sírio e seguidor do islamismo, e Joanne Simpson, foi entregue à adoção quando sua mãe viajou de Wisconsin até a Califórnia para dar à luz.

Jobs deixa quatro filhos: Redd Paul, Erin Sienna, Eve e Lisa Brennan-Jobs, esta última de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.

Colaboração G1 e Veja


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Publicado por em 06/10/2011 em Marcas, Marketing

 

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