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Arquivo da categoria: Marcas

Tudo sobre as grandes marcas mundiais, suas mudanças, posicionamentos, ideologias, lançamentos e mais.

[VÍDEO] Nike faz homenagem ao Corinthians Pentacampeão

A Nike fez a homenagem ao Corinthians, patrocinador esportivo do clube paulista. Pela data o vídeo já estava pronto a dias atras.

O vídeo faz referência a um chavão criado pela torcida, de que o Corinthians não vive de títulos. Corinthians vive de Corinthians. Justificando ainda o recente anúncio da retirada das estrelas do uniforme do time.

E aos meus amigos que torcem pra outros clubes me desculpem SOU PENTACAMPEÃO!

Vou comemorar e muito, fui!

Leonardo Zani
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Publicado por em 04/12/2011 em Marcas

 

Como fica a Apple sem Steve Jobs?

Como será a Apple após a morte de Steve Jobs? Quais as inovações que veremos de agora em diante? Como será a missão da Apple em relação aos seus milhões de seguidores? Será que Tim Cook irá manter as suas raízes e suas ideologias?

Essas e muitas perguntas estarão sem respostas ao longo dos próximos anos. Todos fans dessa marca, que revolucionou o mercado tecnologia, ficaram inseguros com a notícia do falecimento de Steve Jobs.

Tínhamos segurança quando Steve subia ao palco para anunciar mais um produto, com seu jeito carismático ele envolvia a platéia e deixava todos de boca aberta, com uma apresentação de deixar qualquer um fascinado.

Com seu jeito simples de se vestir, calça jeans, tênis e camisa preta de gola alta, ele transmitia confiança e credibilidade com suas apresentações e despertava nos consumidores um consumo voraz por seus produtos.

Jobs trabalhou com os melhores profissionais e criou uma universidade com o objetivo de manter a extraordinária empresa que criou.

O sucessor – No dia 24 de agosto de 2011, quando Jobs enfim apresentou sua carta de afastamento do controle da Apple, foi confirmado no nome de seu substituto no cargo de CEO: Tim Cook. Ele já havia assumido o posto nas licenças médicas anteriores de Jobs. “Cook é um especialista na área operacional, o responsável pelos acordos com fornecedores, algo crucial para a Apple. Ele tem feito um grande trabalho e os investidores confiam nele”, explica Eric Jackson, fundador e diretor da Ironfire Capital, empresa de investimentos. Para ele, Cook é confiável, mas não é a “pessoa criativa, que irá ajudar a desenvolver os produtos sedutores e essenciais da Apple”. Ou seja, não há outro Steve Jobs. Para manter essa chama acesa, outros profissionais devem colaborar.

Phil Schiller, vice-presidente de marketing mundial, é quem mais tem aparecido nos últimos anos. Bonachão e com bom jogo de cintura, ele fez o discurso de abertura da Macworld 2009 (a última com presença da Apple) e da WWDC (evento para desenvolvedores) no mesmo ano, quando o iPhone 3Gs foi anunciado. Schiller é presença frequente no palco quando o assunto é relacionado a hardware e software para Mac. Era um dos homens de confiança de Jobs, na empresa desde 1997.

Quando o assunto é iPhone (mais precisamente, o iOS, o sistema operacional do smartphone da Apple), o nome a ser lembrado é o de Scott Forstall. Vice-presidente de software para iPhone, Forstall começou a ser treinado para fazer apresentações em 2006, quando foi o responsável em mostrar as novidades do Mac OS X Leopard para os desenvolvedores na WWDC. Ele trabalhou na NeXT, empresa criada por Jobs quando ele foi chutado da Apple, e atualmente é o responsável pela criação do sistema para o iPhone e iPad, dois dos mais importantes produtos da empresa. Forstall veste-se de maneira semelhante à Jobs (camisa preta e calça jeans) e tem um jeitão despojado.

Por fim, Jonathan Ive, responsável pelo design de todos os produtos lançados pela Apple desde 1996, deve continuar por trás da criação. Considerado um gênio em sua área, é um sujeito tímido, avesso a holofotes e entrevistas. E só é visto em vídeos de lançamentos de produtos.

Colaboração Veja

 
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Publicado por em 13/10/2011 em Marcas, Marketing

 

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O comportamento das empresas em relação as redes sociais

Hoje compartilho com vocês um caso que aconteceu na academia no qual treino todos os dias.

É uma academia de ginastica que tem aulas de ioga, fitness, spinning e musculação na qual eu faço. Ontem a noite (10/10) eu e alguns amigos conversávamos no facebook sobre o treino e outras besteiras apenas para descontrair, e uma das pessoas relatou o fato da proprietária colocar luzes de balada, canhão de luz no ambiente de musculação, foi apenas alguns comentários que ficou ruim, que tinha assuntos mais importantes para resolver como a troca de alguns equipamentos e melhorias no banheiro.

Essas luzes são essas que encontramos em casas noturnas coloridas que nestes ambientes ficam bem, apesar de eu não gostar muito. Dentro da academia ficou estranha, em um ambiente totalmente claro as luzes ficam fracas e não causam a sensação que acho que ela gostaria, mas mesmo assim atrapalha.

Hoje no início da noite ela veio conversar comigo e com outro amigo que estava na conversa ontem pelo facebook. O fato dela vir conversar é ótimo, mas da maneira que ela veio é totalmente errada, com tons agressivos e dizendo que não poderia falar dessa forma da academia que nos frequentamos e que era pra relatar os problemas direto a ela, dizendo ainda que se não estávamos satisfeitos que era pra trocar de academia. Essa conversa aconteceu por volta das 19 horas no meio da academia, horário de maior pico, outro erro amador de qualquer empreendedor, conversar no meio de todos os alunos sobre eventuais problemas.

Até quando as empresas irão ignorar o fato de que as redes sociais é o maior centro de pesquisa grátis, e sincero que pode existir. As pessoas comentam, reclamam, elogiam e fazem seus comentários de tudo, seja de empresas ou pessoas e os gestores das companhias devem olhar para as redes sociais com um olhar de oportunidade e melhorias para seus clientes.

Imagino que se os clientes da Mercedes-Benz, Ellus, M. Officer e dezenas de outras marcas e empresas recebessem feedback das empresas com esse tom de agressividade, tenho certeza que os clientes deixariam de consumir estas marcas. e ainda compartilhariam essas informações como estou fazendo agora. É preciso ter amor pela sua empresa, amor pelo que faz e principalmente, amor por aqueles que fazer seu negócio ser um sucesso.

Todos nos acompanhamos diariamente casos como este na internet, em conversas com amigos, mas até quando isso vai continuar acontecendo? Manter uma empresa nos dias atuais não é fácil e maltratar os clientes então é inadmissível.

Leonardo Zani
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Publicado por em 11/10/2011 em Marcas, Mídias Sociais

 

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O legado de Steve Jobs

Hoje o mundo esta preto e branco, a maçã mais famosa do mundo esta sem brilho, tudo isso porque seu fundador e mais brilhante homem que a tecnologia já conheceu se foi.

Ontem no anúncio do iPhone 4S, muitas pessoas esperavam uma surpresa de que Jobs entraria com o novo iPhone 5 em mãos para alegria dos fanáticos pela maça e pela alegria de ver um mito mais uma vez nos palcos, mas isso não aconteceu.

Steve Paul Jobs perdeu a luta para o câncer, doença que já lutava a 7 anos. O pai de produtos que revolucionaram o mundo como Macintosh, iPod, iPhone e iPad

Nesta foto, Jobs é fotografado pela primeira vez após sair do comando da Apple. Ele aparentava estar bem debilitado e abatido e necessitando de ajuda para se locomover.

Nascido em 24 de fevereiro de 1955 em São Francisco (EUA) e criado por pais adotivos, Steve Paul Jobs chegou à fama e ao sucesso empresarial em 1984 quando ajudou a criar e lançar o Macintosh.

Reverenciado por seus consumidores e por seus funcionários, Jobs criou sua empresa em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia. No livro “A cabeça de Steve Jobs” ele conta que sempre criou os Gadgets de forma fácil para que qualquer pessoa pudesse operar. Ele foi, se não o maior, defensor da popularização da tecnologia no mundo.

Jobs sempre foi um lutador e guerreiro na luta contra o câncer que o deixou debilitado desde 2004, ano que a Apple teve o maior crescimento comercial da história. Passou por um transplante de fígado e por acidente foi dado como morto pelo canal de notícias Bloomberg.

Jobs sempre foi um entusiasta e apaixonado por aquilo que fazia, ele dizia:  “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido”, afirmou, em entrevista à revista “Fortune” em 2008

Jobs sempre foi muito habilidoso em questões que não davam certo. A Apple TV foi uma delas, um projeto que não foi além, pois o volume de vendas não foi o esperado e ele disse: “Isso é apenas um hobby, um projeto pessoal, não faz tanta diferença nos projetos da empresa”

Um exímio perfeccionista e workaholic, Jobs sempre acompanhou de perto as produções da empresa, rejeitando até a proposta de terceirizar a produção da Apple no país chines.

Sempre foi conhecido pelo seu jeito minimalista de trabalhar com tudo e com todos. Nenhum produto saia da Apple sem passar pelo olhar clínico de Jobs. Isso incluía, segundo fontes, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. Um caso bem interessante foi o dia que ele estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra recebeu uma ligação no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.

Durante a década em que esteve fora, Jobs fez dois investimentos que acabaram, de maneiras diferentes, alavancando o mito em torno de seu “toque de midas”. No primeiro, pagou US$ 10 milhões pela problemática divisão de computação gráfica da LucasFilm, empresa de George Lucas responsável por franquias do cinema como Star Wars e Indiana Jones. A nova empresa foi batizada de Pixar, e após emplacar sucessos como “Toy story”, “Vida de inseto”, “Monstros S.A.” e “Procurando Nemo”, acabou sendo adquirida pela Disney por US$ 7,4 bilhões em 2006. No processo, Jobs se transformou no maior acionista individual da companhia de Mickey Mouse.

Jobs retornou a Apple na era de seu crescimento. Foram uma sequencia de sucessos que trouxe a companhia ao status que é hoje. Com a criação de produtos como Macbook, o player iPod, a loja virtual iTunes, o incrível iPhone e por último iPad, todos esses produtos foram criações de Jobs

Neste segunda passagem pela empresa, Jobs reafirmou ainda o legado de um empresário criativo e audacioso no desenvolvimento e venda de seus produtos. Um estrategista de primeira, um homem que pensava do parafuso ao plástico que embalaria o produto para o cliente, custos e toda estratégia a divulgação.

O nome de Jobs está presente em nada menos do que 313 patentes, que tratam de invenções, usadas em produtos como desktops, iPods, iPhones e iPads. Até alguns itens de decoração utilizados nas lojas da Apple foram registrados pelo ex-CEO. As patentes se referem a tecnologia, funcionalidades e também ao design dos aparelhos, um aspecto essencial para Jobs. “Design não é apenas a aparência de um produto. Design é como ele funciona.” Várias vezes, ele deixou claro seu interesse pela zona de contato entre técnica e design e sua admiração pelo renascentista Leonardo Da Vinci (1452-1519), o mestre que pintou a Monalisa e esboçou um protótipo do helicóptero.

“Ele é o maior inovador na indústria da tecnologia voltada ao consumidor.” Carmine Gallo, colunista da revista Businessweek, complementa a comparação: “Ele mudou totalmente o modo como interagimos com equipamentos digitais. Se não fosse por Jobs, ainda estaríamos digitando linhas de comando, em linguagem de máquina.”

Jobs sempre teve uma vida muito reservada, longe dos holofotes ele não teve contato com sua família biológica. Nascido em São Francisco filho dos então estudantes universitários Abdulfattah John Jandali, imigrante sírio e seguidor do islamismo, e Joanne Simpson, foi entregue à adoção quando sua mãe viajou de Wisconsin até a Califórnia para dar à luz.

Jobs deixa quatro filhos: Redd Paul, Erin Sienna, Eve e Lisa Brennan-Jobs, esta última de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.

Colaboração G1 e Veja


Leonardo Zani
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Publicado por em 06/10/2011 em Marcas, Marketing

 

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Saiba tudo sobre o iPhone 4S

Não foi o lançamento do iPhone 5, conforme falamos aqui em Abril desse ano, mas sim o iPhone 4S

Terminou agora pouco o lançamento do Iphone 4S pela Apple nos EUA. Veja as fotos do evento que foi anunciado por Tim Cook e sua equipe.

O iPhone 4S tem a mesma aparência do anterior, só que com novas especificações técnicas para compensar a falta de novidades visuais.

O novo iPhone 4S vem com processador A5, o mesmo do iPad 2 e que é dual-core. A Apple ainda não anunciou preço ou disponibilidade do aparelho, mas ao que indica uma página que apareceu na versão japonesa do site da Apple, ele começa a ser vendido a partir do dia 14 desse mês em diversos países. Ele também é considerado um “world phone” compatível com as tecnologias CDMA e GSM.

Além do processador, o iPhone 4S também vem com uma nova câmera. Agora com 8 megapixels de resolução, ela também tem uma nova tecnologia de retroiluminação, 5 lentes, distância focal de 2,4 mm e 30% mais detalhe. E isso para fotos estáticas. Em termos de vídeo, a nova câmera consegue capturar em até 1080p de resolução e vem com tecnologia de estabilização de imagem, o que deve garantir uma menor quantidade de vídeos tremidos aparecendo no YouTube.

Claro, nada disso exclui a gravação de vídeos. Pela primeira vez, a Apple oferece a captura em Full HD (1920 x 1080 pixels), com estabilizador de imagem e redução de ruído (granulados na tela) em tempo real.

Outra nova função é o AirPlay Mirroring, que permite levar a imagem do iPhone 4S a uma HDTV por meio de uma Apple TV. Isso significa que agora é possível jogar games em uma grande tela, mas sem fios e adaptadores HDMI.

Outra das novidades implementadas pela Apple no novo modelo de iPhone é um controle de voz mais aperfeiçoado do que o anterior. Por meio de um sistema integrado ao aparelho, adquirido junto com uma empresa chamada Siri, o celular vai entender o que o usuário disser e responder de acordo. Perguntas como “Como está o tempo em São Francisco hoje?” serão respondidas com a exibição do aplicativo de clima justamente na cidade identificada. Ele só vai estar disponível em inglês, francês e alemão por enquanto.

m recurso esperado por todos é o Siri: um assistente inteligente para controlar o aparelho por voz, mas de forma um pouco diferente em relação ao Android.

Schiller pergunta: “como está o tempo hoje?” e o Siri responde mostrando a previsão. Isso significa não apenas reconhecimento do áudio, mas também algum nível semântico. Pergunte que horas são em Paris, e ele mostra o relógio. Diga “acorde-me amanhã às 6:00” e o aplicativo responde “OK, alarme está marcado para as 6:00”. “É simples assim”, diz o executivo da Apple. “Com o Siri, basta pedir e ele lê as mensagens para você”.
O recurso faz isso pela lista de notificações do iOS 5, sem a necessidade de utilizar as mãos para a ação. E ele entende também quando o usuário pede sugestões, como “um restaurante grego bom em Palo Alto” – o iPhone responde com uma lista na ordem de classificação popular. É possível agendar reuniões também por meio do calendário.

Outra grande característica do Siri é sua memória. Scott fala “Lembre-me de ligar para a minha esposa quando eu sair do trabalho”, e o aplicativo faz o lembrete, inclusive sabendo quem é a esposa dele. A Apple o vê como um “assistente pessoal”. É possível compor e ditar um e-mail ao Siri, modificar o relógio, olhar os contatos, criar notas, procurar na web e na Wikipedia. Pergunte ao Siri quem ele é e o próprio responderá “Eu sou seu assistente pessoal”.

A Apple promete reconhecimento de voz na língua natural, e nós esperamos que isso chegue logo em português do Brasil, claro. Os idiomas iniciais serão inglês, francês e alemão na fase beta. Isso significa que, com o tempo, vão adicionar mais línguas.

Para quem achou que o iPhone 3GS de 8 GB já estava morto e enterrado, uma surpresa: ele vai continuar a ser vendido, ao menos nos EUA. Lá ele vai sair de graça com contrato de fidelidade com operadoras. Além disso o iPhone 4 também continua no mercado, dessa vez por US$ 99 e apenas com capacidade de 8 GB.

O preço – nos Estados Unidos, com dois anos de contrato – é de US$ 199 no aparelho de 16GB, US$ 299 no de 32GB e US$ 399 no de 64GB. Ele começará a ser vendido nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Reino Unido, França, Alemanha e Japão no dia 14 de outubro. No dia 28 serão mais 22 países e, até o final do ano, 70 nações

Colaboração Tecnoblog e Techtudo

Leonardo Zani

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Publicado por em 04/10/2011 em Marcas, Marketing

 

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Apple e a relação com seus usuários

Falar da Apple hoje é fácil, difícil foi fazer todo esse trabalho de décadas e conquistar milhões de clientes fiéis ao longo dos anos.

Eu não tenho iPhone, e ainda não fui picado pela mosquinha prateada, mas tenho curiosidade pra ter e poder relatar minha experiência de consumer. Nesta quinta feira (22/10) saiu uma pesquisa feita pela UBS Research de satisfação de usuários do iPhone e concluiu que 89% das pessoas que tem o smartphone não pretendem trocar a marca de seu aparelho, isso mostra a credibilidade, satisfação e mais, a paixão pela marca que é o mais importante.

Em segundo lugar bem lá atras ficou a HTC com 39%. A pesquisa informa que, no geral, os índices de retenção de um smartphone está caindo para a maioria das fabricantes de celulares.

A RIM despencou de 62% para 33% em apenas 18 meses

Jobs conseguiu não só criar um produto, mas sim uma relação mais próxima com seu consumidor, algo que hoje com tantas marcas no mercado é difícil e cada vez mais raro. Me diz se você é fiel ao seu sabonete, detergente, ao vidro de maionese ou até mesmo a marca do seu carro, creio que a grande maioria não é.

Steve Jobs soube trabalhar não apenas um aparelho celular, não um smartphone e sim a magia, a experiência única de ter um iPhone, eu que não tenho sinto essa sensação devo imaginar quem tem e como deve se sentir.

Creio que essa febre pelo produto, pela marca, pela cultura da empresa deve durar mais um bom tempo, talvez nem tanto com a saída recente de seu mentor que encarava o seu dia de trabalho como fosse o primeiro, lá no começo, na garagem da sua casa.

Vamos esperar o lançamento do iPhone 5 para o mês que vem, alguns dizem que será possível ver alguns na rua por volta de 15/10, vamos esperar pra ver!

Leonardo Zani
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Publicado por em 26/09/2011 em Marcas

 

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Submarino vende notebook e entrega tijolo; na troca, envia outro tijolo

Quando você compra algo pela internet, fica naquela enorme expectativa para que o prazo de entrega seja cumprido – senão antecipado, o que é melhor ainda. E, claro, que o produto chegue nos conformes. Não foi o que aconteceu com a estudante Bruna Xavier, de 23 anos. Ela comprou um notebook e recebeu um tijolo  no lugar.

Até aí, nenhuma novidade, visto que essas remessas estão cada vez mais comuns em companhias de e-commerce do Brasil. A universitária entrou em contato com a loja para acertar a devolução do tijolo e receber o aguardado notebook. Parecia que dessa vez tudo sairia conforme o previsto, mas o Submarino pisou na bola mais uma vez.

Estudante recebeu tijolos no lugar de notebook (imagem: reprodução jornal Extra)

Em vez de receber um notebook, foi entregue na casa da moça um segundo tijolo. Sim, a loja virtual conseguiu errar o mesmo pedido duas vezes. Para piorar as coisas, a entrega foi feita na casa de um vizinho – algo que não havia sido combinado com a transportadora.

Essa história sem pé nem cabeça aconteceu no centro de Niterói. A estudante, que cursa Direito na faculdade, registrou queixa na delegacia de polícia da cidade. Ela também decidiu enviar uma reclamação do Submarino ao site do Procon/RJ, para ver se dessa vez a companhia acerta em uma simples encomenda.

Quando não atrasa as entregas, o Submarino envia tijolos para os clientes. No caso da moça premiada, duas pedras. E nenhum laptop até agora.

Procurado pela redação do TB, o Submarino ainda não se manifestou sobre o assunto.

Em Maio ocorreu outro caso semelhante quando a Maria Luiza Ferreira comprou um notebook também e recebeu macarrão instantâneo. Pelo jeito comprar notebook no Submarino é mesmo se afundar em expectativas

Tecnoblog.

 
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Publicado por em 22/07/2011 em Marcas, Marketing

 

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