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Arquivo da categoria: E-Commerce

Comprar roupa online vai ficar bem mais fácil

Ferramentas hi-tech prometem transformar em breve a experiência de comprar roupas online.

Comprar roupas pela internet, ou mesmo nas lojas, pode se tornar uma experiência cada vez mais tecnológica e simples. Quem morre de medo de arrematar uma peça virtualmente e se arrepender depois, vai poder contar, em breve, com uma ferramenta que mostra se ela cai bem ou não no próprio corpo.

A brasileira FutureLab desenvolveu o sistema Find my Size para estilistas e e-commerces facilitarem a compra de seus consumidores. “Uma das nossas pesquisas mostrou que apenas 2% das compras virtuais eram de roupas”, disse Roberto Calderón, diretor de novos negócios da empresa. “Os tamanhos diferentes e o volume alto de trocas também acabam inibindo novas compras”, disse ele.

Com o Find My Size disponível nos sites, é só cadastrar as suas medidas detalhadas e ver a foto da peça ajustada ao seu corpo. Calderón ainda não revela quais marcas estão interessadas na ferramenta, mas adianta que ela deve estar disponível em sites renomados já no próximo mês.

A Intel também acaba de mostrar o protótipo  Magic Mirror, que parece um espelho, mas é, na verdade, uma tela de alta resolução capaz de identificar as características de quem está na frente. A ideia é que o provador tecnológico permita que os clientes experimentem um número grande de versões virtuais das roupas nas lojas.

Outra novidade cheia de tecnologia é o biquíni N12, criado pela designer Mary Haung em parceria com a programadora Jenna Fizel. No site da marca Continuum Fashion, você escolhe as suas medidas e as peças são impressas em terceira dimensão. E a matéria-prima não é tecido e sim uma resina flexível de nylon. Sem costuras nem fechos, as peças ficam ajustadas ao corpo por meio de elementos circulares que se encaixam. O biquíni hi-tech está à venda por US$ 250 (aproximadamente R$ 500).

No Brasil, há o Espelho Virtual, projeto do iG Moda em que você pode experimentar roupas por meio de uma webcam ou fazendo o upload de uma foto sua. As peças pré-sugeridas são divididas em categorias (pretinhos básicos, xadrezes etc.). “É um provador de realidade aumentada, uma ferramenta inédita no mercado brasileiro”, diz Deborah Bresser, editora de moda do portal.

E vale lembrar que os fãs de tecnologia já podem passar pelas lojas da marca Lucy in the Sky, que utiliza araras virtuais. Na tela, os clientes podem conferir todas as peças disponíveis em estoque.

Chic – iG

 
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Publicado por em 19/07/2011 em E-Commerce

 

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Mídias sociais, consumidor e o resultado

Antes focadas em relacionamento, as mídias sociais hoje são grandes aliadas para conquistar e fidelizar clientes para lojas de compras

Praticidade, conforto e segurança são alguns dos benefícios oferecidos pelas lojas virtuais que contribuem para o aumento constante das compras pela internet. Tudo isso agregado a uma boa oferta, se torna irresistível para qualquer consumidor.

Cientes deste novo perfil de clientes, os varejistas abusam da criatividade e inovação, e atraem cada vez mais compradores por meio das mídias sociais.

Sorteios, brindes, ofertas exclusivas e cupons de descontos são algumas das tentações que atiçam os consumidores ativos, que são disputados a cada clique. Quem nunca se pegou navegando pelo twitter de um estabelecimento a procura de um descontinho? Estar alienado a estas novidades é garantia de fracasso nos negócios.

Para se ter uma ideia da importância das promoções e cupons de descontos, cerca de 70% das pessoas abandona o carrinho de compra. Sendo que desse percentual, 27% delas abandonaram por não encontrarem um cupom de desconto. Ou seja, os consumidores sempre procuram algum benefício extra na compra, como abatimento no preço ou frete grátis.

Há também aqueles que  priorizam as redes sociais populares como twitter e facebook e oferecem conteúdo exclusivo de promoções e ofertas, além de grandes sorteios para seguidores e fiéis aos estabelecimentos. Preços mais baixos e ofertas relâmpago são anunciados constantemente, tudo de forma rápida e dinâmica, como a velocidade da web.

O feedback direto com estabelecimentos também é um benefício que o consumidor moderno usufrui com esta batalha nas mídias sociais. Com isso,as  manifestações negativas ou positivas ganham cada vez mais importância dentro das redes de varejo.

Antenados nas mídias sociais mais populares do Brasil, como Twitter, Orkut e Facebook, milhões de usuários e consumidores se deleitam com as novas formas de varejo.

As novidades não param de surgir e o mercado promete agradar ainda mais clientes de todos os gostos e bolsos.

E-Commerce News

 
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Publicado por em 17/07/2011 em E-Commerce

 

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Qual a importância dos Blogs para um e-commerce

Você pode se aprofundar muito em marketing de mídia social, mas se tem um aspecto negligenciado na mídia social é o blog. Saiba que, se você não tem um blog, está perdendo uma oportunidade de ouro para promover o seu negócio online, empresa de comércio eletrônico entre outros.Os blogs são extremamente populares. As pessoas amam! Um blog bem escrito que oferece informativos, educativos, conteúdo de entretenimento para a comunidade on-line pode acumular uma grande quantidade de fiéis que, então, vão se tornar evangelistas da marca para o seu negócio.

Uma das melhores coisas sobre ter um blog é que ele permite a interação dos internautas uns com os outros e com você fazendo comentários sobre os artigos do blog.

Pode acontecer de você nem sempre apreciar a essência dos comentários postados, mas não se preocupe, se forem demasiadamente ofensivos, você pode simplesmente excluí-los. A maioria das plataformas de blog lhe dá a opção de pré-triagem dos comentários antes de serem postadas.

Este é um recurso útil, pois você vai perceber depois de começar a blogar que poucos localizam o seu blog rapidamente e em seguida passará a bombardeá-lo com bobagens.Quem precisa disso?

Assim, tendo a capacidade de fazer check-out nos primeiros comentários, ou ter um filtro anti-spam em seu blog, pode te poupar de excluí-los depois que eles são lançados.

Nos últimos anos, os blogs tornaram-se imensamente populares, não só com os seres humanos, mas com os motores de busca também. Especialmente agora, pois o Google lançou sua busca em tempo real, há alguns meses, o motor de busca “spiders crawl blogs” que frequentemente busca novos conteúdos e pode ser extremamente útil para você promover seu negócio online e obter boas classificações em SERPs.

Falando de novos conteúdos, esta é uma necessidade absoluta!

Se você decidir iniciar um blog de negócio como parte dos esforços do seu marketing social, deve ter o compromisso de dispor de tempo suficiente para atualizar seu blog em uma base freqüente e regular.

Se você pode postar várias noticias atualizadas e novos artigos no blog a cada dia, isso é fantástico e lhe renderá os melhores resultados. Mas, se isso não for possível, até mesmo um artigo novo um dia vai te ajudar muito em termos de marketing e seus rankings com os motores de busca.

Então, se você está se perguntando se ter um blog para o seu negócio de comércio eletrônico vale a pena, a resposta é sim, vale o esforço!

Blog do Ekom

 
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Publicado por em 07/07/2011 em E-Commerce

 

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10 motivos para você abrir seu e-commerce

1- Aberta 24 horas por dia. O primeiro motivo é o tempo que esta loja estará disponível para atender seu cliente. Sua loja ou negócio online funcionará 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano, sem parar! Sempre pronta para atender seus clientes.

2- Vendas sem limites: outro fator importantíssimo é que sua loja não terá fronteiras para vender. Limitações geográficas não serão empecilho. Se você mora no Piauí ou no Rio Grande do Sul, poderá vender com toda comodidade para quem mora no Amapá, Amazonas ou qualquer outra região Brasileira e até ultrapassar as fronteiras do país. Ou seja, o seu mercado não é o quintal da sua casa. Poderá vender onde você quiser.

3- Comodidade para os clientes: Uma loja online pode trazer um conforto e praticidade inimagináveis para seus clientes. Como mostrado nas linhas acima seus clientes podem comprar de qualquer lugar no mundo e a qualquer hora. Isso quer dizer que pode fazer isso sem sair do trabalho ou seu deixar o conforto do seu lar.

4- Acompanhamento de vendas: com um bom sistema você poderá ter todo controle sobre seus negócios como acompanhamento de estoque, faturamento diário, semanal, mensal ou anual. Relatório de clientes satisfeitos, eficiência de fornecedores, visitas ao seu site/loja. Essas são apenas algumas das informações instantânea que você terá com uma boa loja online, Coisa que você não teria com facilidade em uma loja física e ainda sem aquele excesso de papelada comumente encontrada nos escritórios.

5- Múltiplos estoques: a dinâmica encontrada nas vendas online permite-nos trabalhar com produtos de grande aceitação no mercado, mesmo quando são de segmentos totalmente diferentes. Este mercado é tão fascinante e prático que você pode trabalhar até com o estoque do teu fornecedor sem a necessidade de um deposito próprio.

6- Flexibilidade promocional: divulgar sua loja online e fazer promoções relâmpago é de uma simplicidade inimaginável quando comparados com os negócios tradicionais. Mostrar sua loja para pessoas em todo mundo e fazê-la ficar famosa será uma tarefa mais simples duque você pensa.

7- Igualdade de oportunidade: Na internet as empresas, grande ou pequena, tem o mesmo em espaço para trabalhar a comunicação com seu cliente. É primordial você ter uma relação transparente e muito profissionalismo garantindo ao consumidor segurança na compra e na entrega e uma satisfação no pós venda.

8- Custo baixo: Iniciar um negócio online é infinitamente mais económico que abrir um estabelecimento ou loja física. Não estou falando que não terá custos, mas se comparado com o mercado tradicional onde você paga um aluguel altíssimo pelo ponto, fatura de energia elevada, custo com contratação e treinamento de um numero maior de pessoas e uma serie de outros encargos que no e-commerce você fica praticamente isento quando fazemos uma comparação.

9- Flexibilidade de horário: para você iniciar suas atividades no e-commerce você não precisa deixar seu emprego atual, seja ele privado ou funcionalismo publico. Fazer suas atividade no inicio como paralelo é uma realidade que pode de dar frutos maiores e possibilitar uma saída mais segura do seu emprego. Claro que se você tem condições de se dedicar em tempo integral ao seu negócio, sem duvida é o que você deve fazer, pois quanto mais dedicação maiores os resultados ou mais rápido

10-Crescimento das vendas online: o e-commerce é um dos mercados mais promissores no Brasil e esta ainda engatando. Só no primeiro semestre do ano corrente, 2010, o comercio eletrônico movimentou R$ 6,7 bilhões.

Então, se você pensa em ser um empreendedor neste mercado crescente, pois agora é a hora. Não espere outro momento, faça isso hoje.

– Ha, mais eu não tenho tempo!!!

Não coloque o tempo como empecilho. Quando comecei a fazer internet marketing e comercio online trabalhavamos das 8 da manhã até as 18 ou 19 horas e ainda tínhamos faculdade até as 22:00 horas e mesmo assim fazíamos.

Se você só tem duas horas por dia, pois invista essas duas horas e não tenha pressa, os resultados chegarão hora ou outra. Apenas faça em casa dia seu trabalho da melhor forma que você puder que os resultados virão com certeza. Desejo a você $orte, habilidade, aprendizado, competência e toda Pro$peridade do mundo.

E-Commerce News

 
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Publicado por em 02/07/2011 em E-Commerce

 

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E-mail Marketing recupera em média 20% dos carrinhos abandonados

O abandono dos carrinhos de compras é um problema frequente para todos os comerciantes que atuem no e-commerce, mas apenas 16% deles enviam emails comerciais tentando reverter esta situação. E isso se torna surpreendente quando se leva em conta o valor gasto com campanhas de marketing.

Uma nova pesquisa da Conversion Academy mostra que os melhores emails de recuperação de carrinhos de compras geram em média US$17,90 por email enviado, com uma conversão média de 20,8%. Quando um usuário retorna a um carrinho, eles gastam em média 55% a mais do que clientes que compram sem abandono.

Um recente relatório chamado Experian CheetahMail mostrou que campanhas de marketing com emails de fidelização geram em média US$0,18 por e-mail enviado, contra US$0,17 de envio em massa, com uma taxa de transação respectivamente de 0,09% e 0,07%.

Mas comparados aos US$17,90 gerados em média por email para reconverter abandono de carrinhos de compras, são quase 100 vezes menos eficientes em gerar receitas. Algumas campanhas de fidelização são mais eficientes do que a média, como por exemplo, os que anunciam a chegada de um prêmio de fidelidade geram em média US$ 6,81 por email com uma taxa de conversão de 1,4%.

Obviamente são campanhas de natureza diferente, mas com o mesmo fim: a manutenção de clientes. Clientes que abandonam seus carrinhos de compras são particularmente mais geradores de valor, com melhores perspectivas de conclusão de vendas. No entanto, nem todas as campanhas de recuperação de carrinho de compras devem ser iguais, com o varejista devendo buscar a mais adequada para o seu negócio.

E-Commerce News

 
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Publicado por em 29/06/2011 em E-Commerce

 

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O leão esta de olho no e-commerce brasileiro

A guerra fiscal em torno do ICMS do e-commerce parece ter um novo round. Durante o mês de maio, a OAB propôs três Ações Diretas de Inconstitucionalidade contra Roraima, Mato Grosso e Ceará. Os três estados regulamentaram a incidência de ICMS em bens de consumo que entram em suas divisas e foram adquiridos em sites de comércio eletrônico. Outros estados vêm cobrando ICMS para os produtos que chegam a seus moradores mesmo sem regulamentação específica, utilizando-se de interpretações da legislação vigente, alerta a camara-e.net.

“Queremos que a Constituição seja seguida”, afirmou o advogado e coordenador do comitê jurídico da camara-e.net, Leonardo Palhares. “O Protocolo 21 estabelece uma nova regra que faz com que alguns estados consideram uma forma de cobrança e outros estados, outra. Espera-se que haja uma regra única aplicada ao país inteiro.”

Direito de exigir

Apresentado no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e publicado em 7 de abril, o Protocolo 21 estabelece que os estados que aderiram a ele devem exigir a parcela do ICMS sobre “operações interestaduais em que o consumidor final adquire mercadoria ou bem de forma não presencial por meio de Internet, telemarketing ou showroom”.

O documento foi assinado inicialmente por 17 estados (Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia e Sergipe) e o Distrito Federal. Mais tarde, no fim de abril, Mato Grosso do Sul aderiu à lista. No mapa abaixo, produzido pela camara-e.net, os estados em verde escuro são os que já regulamentaram a cobrança.

Nos estados que não assinaram o protocolo (em branco, no mapa), contudo, a tributação ocorre como previsto pela legislação – o ICMS é cobrado integralmente na origem, sem repasse ao estado de destino da mercadoria. Isso faz com que um produto que sai de um centro de distribuição de São Paulo ou do Rio de Janeiro seja novamente tributado ao chegar, por exemplo, à Bahia, o que caracterizaria bitributação.

Constituição

Em comunicado, a camara-e.net afirma que os termos do Protocolo 21 “desrespeitam frontalmente a Constituição, já que, se cumprido integralmente, caracterizará bitributação para as vendas, já que o imposto será cobrado integralmente onde for emitida a nota fiscal e de forma dividida nos estados citados”. Os 18 estados que assinaram o Protocolo 21 representam 25% do volume total de pedidos processados pelos varejistas associados da camara-e.net – em 2010, as empresas representadas pela entidade processaram mais de 40 milhões de pedidos.

“Os estados que assinaram o Protocolo 21 querem que uma parcela do ICMS seja recolhida no destino. Até aí, é uma discussão a ser travada. Mas, nessa guerra fiscal entre estados, os varejistas do e-commerce são colocados num fogo cruzado. Esta é uma discussão política entre unidades da federação”, argumenta Palhares.

Em Rondônia, por exemplo, a regulamentação da partilha de ICMS prevista pelo Protocolo 21 veio com o Decreto 15.846/2011, de 19/4/2011. O texto determina que mercadorias provenientes do Sul e do Sudeste (exceto Espírito Santo) sejam tributadas em 7%, enquanto bens procedentes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do estado do Espírito Santo recolham 12%.

Em Mato Grosso, a regulamentação foi feita pelo Decreto 312/2011, de 11 de maio, e determina o recolhimento de ICMS sobre bens enviados por empresa de outro estado e “cuja aquisição ocorrer a distância ou de forma não presencial no estabelecimento do remetente”. As taxas são as mesmas das de Rondônia – ambos seguem as alíquotas propostas pelo Protocolo 21.

Duas saídas

Atualmente, segundo a camara-e.net, os lojistas virtuais têm duas saídas: ou recolhem o imposto em duplicidade (nos estados que o exigem), ou tentam medidas judiciais em caráter liminar. Esse foi, por exemplo, o caminho trilhado pela B2W, controladora das lojas Submarino, Americanas e Shoptime, segundo informou a Folha de S.Paulo no início de maio – a empresa afirmou não comentar processos judiciais em andamento.

Por enquanto, para o consumidor nada muda, explica Palhares, da camara-e.net. “O preço do produto [nas lojas virtuais] é o mesmo, independentemente do estado no qual o consumidor está. Só muda o frete. Em tese, essa guerra não terá impacto no preço das mercadorias”, afirma. O advogado admite, contudo, que o problema começa a se tornar crítico em estados como Bahia, Piauí, Mato Grosso, Ceará e Goiás.

O coordenador jurídico da camara-e.net admite que, até agora, essa discussão ainda não saiu do âmbito do Confaz, mas isso deverá mudar. “Só resta partir para o Judiciário”, afirma. “Esta é uma questão mais do poder Executivo, que envolve o Ministério da Fazenda e as Secretarias da Fazenda estaduais. No curto prazo, prevejo uma enxurrada de ações de todas as operadoras de e-commerce em busca de decisões liminares que as livrem da bitributação e as permitam funcionar. Mas é necessária uma movimentação política para resolver o problema e não prejudicar o consumidor.”

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), entidade que representa grandes varejistas de e-commerce  do país, fará nesta semana um pedido formal à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que estenda às suas representações estaduais a iniciativa de contestar a prática de bitributação no comércio de bens pela Internet.

Blog do E-commerce

 
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Publicado por em 28/06/2011 em E-Commerce

 

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Como contratar profissionais de e-commerce

Não é fácil: ele deve ser bem remunerado, ligado às metas agressivas da empresa, precisa de conhecimentos amplos sofre pressão constante.

Semanalmente recebo de empresários, pedidos de currículos de alunos e ex-alunos dos cursos de ecommerce e mídias sociais da Ecommerce School para preencherem vagas em empresas de diversos portes.

Analistas e gerentes de ecommerce eram os mais frequentes, mas ultimamente temos recebido muitos pedidos também para vagas de analistas e gerentes de mídias sociais.

Por se tratar de áreas distintas, embora relacionadas, nesse artigo vou manter o foco na contratação de profissionais de ecommerce. Todos que trabalham nessa área sabem da dificuldade de se contratar esse tipo de profissional.

Escuto dizerem com frequencia que “os salários estão inflacionados”. Não concordo. Acho que o profissional de ecommerce deve ser bem remunerado, uma vez que sua atuação é multidisciplinar e suas atribuições estão diretamente ligadas às metas agressivas da empresa, o que exige conhecimentos amplos e pressão constante.

Nada mais justo que remunerar bem quem traz lucros pra empresa. Então aí vão minhas dicas se você quer contratar gente com potencial:

1. Pague um bom salário variável

Profissionais de ecommerce são bons vendedores. Os melhores vendedores que conheço não olharam apenas para o salário fixo na hora da contratação, eles buscam uma remuneração variável agressiva, com bônus compatíveis às metas que precisarão atingir.

Se você quer pagar três mil reais de salário fixo para um profissional que vai vender um milhão de reais por mês, divida os resultados. Não adianta tentar
atraí-los apenas com vale-transporte, tíquete-refeição, plano de saúde e massagem. Eles querem mais! Os melhores vendedores online são ambiciosos, sabem que isso representa uma pequenina parte do bônus.

2. Esqueça a concorrência

Contratar funcionários de empresas concorrentes é uma estratégia tradicional do mercado. O ecommerce não é tradicional. Para você tirar alguém do concorrente, vai ter que pagar mais do que ele recebe atualmente. Sendo assim, por que outro concorrente não poderia tirar essa pessoa de você se pagar mais? Essa estratégia, além de ser cara, traz riscos altos para o negócio e cria um leilão insano no mercado. Se alguém estiver insatisfeito com sua ocupação, vai enviar o currículo pra você, desde que saiba que você está contratando.

3. Procure nos lugares certos

Os sites de currículos são uma ótima fonte de contratação, mas os profissionais de ecommerce não estão lá. Eles estão em fóruns de discussão, comunidades, listas de discussão, redes sociais e eventos.

Use o Twitter, Facebook e Linkedin para saber os grupos dos quais eles participam. Preste atenção nos produtores de conteúdo, blogueiros e tuiteiros. São pessoas antenadas e bem relacionadas que podem te ajudar.

4. Não busque apenas experiência

Forme mão-de-obra e cuide bem dela. Incentive seus funcionários a difundir o conhecimento pela empresa, faça com que as pessoas saibam o que outras as pessoas fazem. Crie um ambiente propício e facilite para que isso aconteça. Faça reuniões frequentes com toda equipe para trocas de experiências. Tome cuidado para deixar todos confortáveis para falar. Grandes talentos em marketing e vendas online podem estar escondidos nas áreas de atendimento ou expedição, por exemplo.

5. Faculdades de renome

Amarradas em grades curriculares aprovadas e reconhecidas pelo MEC, formam muita gente com conhecimentos genéricos. Acredite: o ecommerce não é uma ciência genérica e tampouco reconhecida pelo MEC. Ao invés de olhar para só para faculdade na qual o fulano se formou, preste atenção no perfil da pessoa.

Agende entrevistas com psicólogos, publicitários, administradores, engenheiros e etc, com o mesmo entusiasmo. Busque pessoas com perfil digital e vontade de vencer. Os cursos de formação em ecommerce ainda não são dados nas faculdades.

6. Idade não é problema

Conheço profissionais de diversas idades que são referência em ecommerce no Brasil. Dê oportunidade para quem quer começar ou mudar de área. O estudante recém formado pode trazer energia e conectividade para seu negócio. O profissional com experiência em outras áreas pode trazer serenidade em decisões e estratégias importantes.

Enfim, a tarefa de montar uma equipe vencedora é árdua, mas necessária. Comprometimento e multidisciplinaridade são fundamentais. Busque pessoas que saibam executar várias tarefas ao mesmo tempo. Diferencie ambição de ganância. Mas tome cuidado para não contratar gente que nunca comprou pela Internet. Aí não pode! [Webinsider]

Mauricio Salvador

 
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Publicado por em 28/06/2011 em E-Commerce

 

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