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Arquivo da categoria: E-Commerce

10 motivos para você abrir seu e-commerce

1- Aberta 24 horas por dia. O primeiro motivo é o tempo que esta loja estará disponível para atender seu cliente. Sua loja ou negócio online funcionará 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano, sem parar! Sempre pronta para atender seus clientes.

2- Vendas sem limites: outro fator importantíssimo é que sua loja não terá fronteiras para vender. Limitações geográficas não serão empecilho. Se você mora no Piauí ou no Rio Grande do Sul, poderá vender com toda comodidade para quem mora no Amapá, Amazonas ou qualquer outra região Brasileira e até ultrapassar as fronteiras do país. Ou seja, o seu mercado não é o quintal da sua casa. Poderá vender onde você quiser.

3- Comodidade para os clientes: Uma loja online pode trazer um conforto e praticidade inimagináveis para seus clientes. Como mostrado nas linhas acima seus clientes podem comprar de qualquer lugar no mundo e a qualquer hora. Isso quer dizer que pode fazer isso sem sair do trabalho ou seu deixar o conforto do seu lar.

4- Acompanhamento de vendas: com um bom sistema você poderá ter todo controle sobre seus negócios como acompanhamento de estoque, faturamento diário, semanal, mensal ou anual. Relatório de clientes satisfeitos, eficiência de fornecedores, visitas ao seu site/loja. Essas são apenas algumas das informações instantânea que você terá com uma boa loja online, Coisa que você não teria com facilidade em uma loja física e ainda sem aquele excesso de papelada comumente encontrada nos escritórios.

5- Múltiplos estoques: a dinâmica encontrada nas vendas online permite-nos trabalhar com produtos de grande aceitação no mercado, mesmo quando são de segmentos totalmente diferentes. Este mercado é tão fascinante e prático que você pode trabalhar até com o estoque do teu fornecedor sem a necessidade de um deposito próprio.

6- Flexibilidade promocional: divulgar sua loja online e fazer promoções relâmpago é de uma simplicidade inimaginável quando comparados com os negócios tradicionais. Mostrar sua loja para pessoas em todo mundo e fazê-la ficar famosa será uma tarefa mais simples duque você pensa.

7- Igualdade de oportunidade: Na internet as empresas, grande ou pequena, tem o mesmo em espaço para trabalhar a comunicação com seu cliente. É primordial você ter uma relação transparente e muito profissionalismo garantindo ao consumidor segurança na compra e na entrega e uma satisfação no pós venda.

8- Custo baixo: Iniciar um negócio online é infinitamente mais económico que abrir um estabelecimento ou loja física. Não estou falando que não terá custos, mas se comparado com o mercado tradicional onde você paga um aluguel altíssimo pelo ponto, fatura de energia elevada, custo com contratação e treinamento de um numero maior de pessoas e uma serie de outros encargos que no e-commerce você fica praticamente isento quando fazemos uma comparação.

9- Flexibilidade de horário: para você iniciar suas atividades no e-commerce você não precisa deixar seu emprego atual, seja ele privado ou funcionalismo publico. Fazer suas atividade no inicio como paralelo é uma realidade que pode de dar frutos maiores e possibilitar uma saída mais segura do seu emprego. Claro que se você tem condições de se dedicar em tempo integral ao seu negócio, sem duvida é o que você deve fazer, pois quanto mais dedicação maiores os resultados ou mais rápido

10-Crescimento das vendas online: o e-commerce é um dos mercados mais promissores no Brasil e esta ainda engatando. Só no primeiro semestre do ano corrente, 2010, o comercio eletrônico movimentou R$ 6,7 bilhões.

Então, se você pensa em ser um empreendedor neste mercado crescente, pois agora é a hora. Não espere outro momento, faça isso hoje.

– Ha, mais eu não tenho tempo!!!

Não coloque o tempo como empecilho. Quando comecei a fazer internet marketing e comercio online trabalhavamos das 8 da manhã até as 18 ou 19 horas e ainda tínhamos faculdade até as 22:00 horas e mesmo assim fazíamos.

Se você só tem duas horas por dia, pois invista essas duas horas e não tenha pressa, os resultados chegarão hora ou outra. Apenas faça em casa dia seu trabalho da melhor forma que você puder que os resultados virão com certeza. Desejo a você $orte, habilidade, aprendizado, competência e toda Pro$peridade do mundo.

E-Commerce News

 
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Publicado por em 02/07/2011 em E-Commerce

 

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E-mail Marketing recupera em média 20% dos carrinhos abandonados

O abandono dos carrinhos de compras é um problema frequente para todos os comerciantes que atuem no e-commerce, mas apenas 16% deles enviam emails comerciais tentando reverter esta situação. E isso se torna surpreendente quando se leva em conta o valor gasto com campanhas de marketing.

Uma nova pesquisa da Conversion Academy mostra que os melhores emails de recuperação de carrinhos de compras geram em média US$17,90 por email enviado, com uma conversão média de 20,8%. Quando um usuário retorna a um carrinho, eles gastam em média 55% a mais do que clientes que compram sem abandono.

Um recente relatório chamado Experian CheetahMail mostrou que campanhas de marketing com emails de fidelização geram em média US$0,18 por e-mail enviado, contra US$0,17 de envio em massa, com uma taxa de transação respectivamente de 0,09% e 0,07%.

Mas comparados aos US$17,90 gerados em média por email para reconverter abandono de carrinhos de compras, são quase 100 vezes menos eficientes em gerar receitas. Algumas campanhas de fidelização são mais eficientes do que a média, como por exemplo, os que anunciam a chegada de um prêmio de fidelidade geram em média US$ 6,81 por email com uma taxa de conversão de 1,4%.

Obviamente são campanhas de natureza diferente, mas com o mesmo fim: a manutenção de clientes. Clientes que abandonam seus carrinhos de compras são particularmente mais geradores de valor, com melhores perspectivas de conclusão de vendas. No entanto, nem todas as campanhas de recuperação de carrinho de compras devem ser iguais, com o varejista devendo buscar a mais adequada para o seu negócio.

E-Commerce News

 
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Publicado por em 29/06/2011 em E-Commerce

 

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O leão esta de olho no e-commerce brasileiro

A guerra fiscal em torno do ICMS do e-commerce parece ter um novo round. Durante o mês de maio, a OAB propôs três Ações Diretas de Inconstitucionalidade contra Roraima, Mato Grosso e Ceará. Os três estados regulamentaram a incidência de ICMS em bens de consumo que entram em suas divisas e foram adquiridos em sites de comércio eletrônico. Outros estados vêm cobrando ICMS para os produtos que chegam a seus moradores mesmo sem regulamentação específica, utilizando-se de interpretações da legislação vigente, alerta a camara-e.net.

“Queremos que a Constituição seja seguida”, afirmou o advogado e coordenador do comitê jurídico da camara-e.net, Leonardo Palhares. “O Protocolo 21 estabelece uma nova regra que faz com que alguns estados consideram uma forma de cobrança e outros estados, outra. Espera-se que haja uma regra única aplicada ao país inteiro.”

Direito de exigir

Apresentado no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e publicado em 7 de abril, o Protocolo 21 estabelece que os estados que aderiram a ele devem exigir a parcela do ICMS sobre “operações interestaduais em que o consumidor final adquire mercadoria ou bem de forma não presencial por meio de Internet, telemarketing ou showroom”.

O documento foi assinado inicialmente por 17 estados (Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia e Sergipe) e o Distrito Federal. Mais tarde, no fim de abril, Mato Grosso do Sul aderiu à lista. No mapa abaixo, produzido pela camara-e.net, os estados em verde escuro são os que já regulamentaram a cobrança.

Nos estados que não assinaram o protocolo (em branco, no mapa), contudo, a tributação ocorre como previsto pela legislação – o ICMS é cobrado integralmente na origem, sem repasse ao estado de destino da mercadoria. Isso faz com que um produto que sai de um centro de distribuição de São Paulo ou do Rio de Janeiro seja novamente tributado ao chegar, por exemplo, à Bahia, o que caracterizaria bitributação.

Constituição

Em comunicado, a camara-e.net afirma que os termos do Protocolo 21 “desrespeitam frontalmente a Constituição, já que, se cumprido integralmente, caracterizará bitributação para as vendas, já que o imposto será cobrado integralmente onde for emitida a nota fiscal e de forma dividida nos estados citados”. Os 18 estados que assinaram o Protocolo 21 representam 25% do volume total de pedidos processados pelos varejistas associados da camara-e.net – em 2010, as empresas representadas pela entidade processaram mais de 40 milhões de pedidos.

“Os estados que assinaram o Protocolo 21 querem que uma parcela do ICMS seja recolhida no destino. Até aí, é uma discussão a ser travada. Mas, nessa guerra fiscal entre estados, os varejistas do e-commerce são colocados num fogo cruzado. Esta é uma discussão política entre unidades da federação”, argumenta Palhares.

Em Rondônia, por exemplo, a regulamentação da partilha de ICMS prevista pelo Protocolo 21 veio com o Decreto 15.846/2011, de 19/4/2011. O texto determina que mercadorias provenientes do Sul e do Sudeste (exceto Espírito Santo) sejam tributadas em 7%, enquanto bens procedentes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do estado do Espírito Santo recolham 12%.

Em Mato Grosso, a regulamentação foi feita pelo Decreto 312/2011, de 11 de maio, e determina o recolhimento de ICMS sobre bens enviados por empresa de outro estado e “cuja aquisição ocorrer a distância ou de forma não presencial no estabelecimento do remetente”. As taxas são as mesmas das de Rondônia – ambos seguem as alíquotas propostas pelo Protocolo 21.

Duas saídas

Atualmente, segundo a camara-e.net, os lojistas virtuais têm duas saídas: ou recolhem o imposto em duplicidade (nos estados que o exigem), ou tentam medidas judiciais em caráter liminar. Esse foi, por exemplo, o caminho trilhado pela B2W, controladora das lojas Submarino, Americanas e Shoptime, segundo informou a Folha de S.Paulo no início de maio – a empresa afirmou não comentar processos judiciais em andamento.

Por enquanto, para o consumidor nada muda, explica Palhares, da camara-e.net. “O preço do produto [nas lojas virtuais] é o mesmo, independentemente do estado no qual o consumidor está. Só muda o frete. Em tese, essa guerra não terá impacto no preço das mercadorias”, afirma. O advogado admite, contudo, que o problema começa a se tornar crítico em estados como Bahia, Piauí, Mato Grosso, Ceará e Goiás.

O coordenador jurídico da camara-e.net admite que, até agora, essa discussão ainda não saiu do âmbito do Confaz, mas isso deverá mudar. “Só resta partir para o Judiciário”, afirma. “Esta é uma questão mais do poder Executivo, que envolve o Ministério da Fazenda e as Secretarias da Fazenda estaduais. No curto prazo, prevejo uma enxurrada de ações de todas as operadoras de e-commerce em busca de decisões liminares que as livrem da bitributação e as permitam funcionar. Mas é necessária uma movimentação política para resolver o problema e não prejudicar o consumidor.”

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), entidade que representa grandes varejistas de e-commerce  do país, fará nesta semana um pedido formal à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que estenda às suas representações estaduais a iniciativa de contestar a prática de bitributação no comércio de bens pela Internet.

Blog do E-commerce

 
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Publicado por em 28/06/2011 em E-Commerce

 

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Como contratar profissionais de e-commerce

Não é fácil: ele deve ser bem remunerado, ligado às metas agressivas da empresa, precisa de conhecimentos amplos sofre pressão constante.

Semanalmente recebo de empresários, pedidos de currículos de alunos e ex-alunos dos cursos de ecommerce e mídias sociais da Ecommerce School para preencherem vagas em empresas de diversos portes.

Analistas e gerentes de ecommerce eram os mais frequentes, mas ultimamente temos recebido muitos pedidos também para vagas de analistas e gerentes de mídias sociais.

Por se tratar de áreas distintas, embora relacionadas, nesse artigo vou manter o foco na contratação de profissionais de ecommerce. Todos que trabalham nessa área sabem da dificuldade de se contratar esse tipo de profissional.

Escuto dizerem com frequencia que “os salários estão inflacionados”. Não concordo. Acho que o profissional de ecommerce deve ser bem remunerado, uma vez que sua atuação é multidisciplinar e suas atribuições estão diretamente ligadas às metas agressivas da empresa, o que exige conhecimentos amplos e pressão constante.

Nada mais justo que remunerar bem quem traz lucros pra empresa. Então aí vão minhas dicas se você quer contratar gente com potencial:

1. Pague um bom salário variável

Profissionais de ecommerce são bons vendedores. Os melhores vendedores que conheço não olharam apenas para o salário fixo na hora da contratação, eles buscam uma remuneração variável agressiva, com bônus compatíveis às metas que precisarão atingir.

Se você quer pagar três mil reais de salário fixo para um profissional que vai vender um milhão de reais por mês, divida os resultados. Não adianta tentar
atraí-los apenas com vale-transporte, tíquete-refeição, plano de saúde e massagem. Eles querem mais! Os melhores vendedores online são ambiciosos, sabem que isso representa uma pequenina parte do bônus.

2. Esqueça a concorrência

Contratar funcionários de empresas concorrentes é uma estratégia tradicional do mercado. O ecommerce não é tradicional. Para você tirar alguém do concorrente, vai ter que pagar mais do que ele recebe atualmente. Sendo assim, por que outro concorrente não poderia tirar essa pessoa de você se pagar mais? Essa estratégia, além de ser cara, traz riscos altos para o negócio e cria um leilão insano no mercado. Se alguém estiver insatisfeito com sua ocupação, vai enviar o currículo pra você, desde que saiba que você está contratando.

3. Procure nos lugares certos

Os sites de currículos são uma ótima fonte de contratação, mas os profissionais de ecommerce não estão lá. Eles estão em fóruns de discussão, comunidades, listas de discussão, redes sociais e eventos.

Use o Twitter, Facebook e Linkedin para saber os grupos dos quais eles participam. Preste atenção nos produtores de conteúdo, blogueiros e tuiteiros. São pessoas antenadas e bem relacionadas que podem te ajudar.

4. Não busque apenas experiência

Forme mão-de-obra e cuide bem dela. Incentive seus funcionários a difundir o conhecimento pela empresa, faça com que as pessoas saibam o que outras as pessoas fazem. Crie um ambiente propício e facilite para que isso aconteça. Faça reuniões frequentes com toda equipe para trocas de experiências. Tome cuidado para deixar todos confortáveis para falar. Grandes talentos em marketing e vendas online podem estar escondidos nas áreas de atendimento ou expedição, por exemplo.

5. Faculdades de renome

Amarradas em grades curriculares aprovadas e reconhecidas pelo MEC, formam muita gente com conhecimentos genéricos. Acredite: o ecommerce não é uma ciência genérica e tampouco reconhecida pelo MEC. Ao invés de olhar para só para faculdade na qual o fulano se formou, preste atenção no perfil da pessoa.

Agende entrevistas com psicólogos, publicitários, administradores, engenheiros e etc, com o mesmo entusiasmo. Busque pessoas com perfil digital e vontade de vencer. Os cursos de formação em ecommerce ainda não são dados nas faculdades.

6. Idade não é problema

Conheço profissionais de diversas idades que são referência em ecommerce no Brasil. Dê oportunidade para quem quer começar ou mudar de área. O estudante recém formado pode trazer energia e conectividade para seu negócio. O profissional com experiência em outras áreas pode trazer serenidade em decisões e estratégias importantes.

Enfim, a tarefa de montar uma equipe vencedora é árdua, mas necessária. Comprometimento e multidisciplinaridade são fundamentais. Busque pessoas que saibam executar várias tarefas ao mesmo tempo. Diferencie ambição de ganância. Mas tome cuidado para não contratar gente que nunca comprou pela Internet. Aí não pode! [Webinsider]

Mauricio Salvador

 
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Publicado por em 28/06/2011 em E-Commerce

 

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Dados do e-commerce no Brasil

As estatísticas do comércio eletrônico brasileiro são surpreendentes, a cada mês o faturamento deste segmento aumenta consideravelmente. Não podemos ficar de fora desse comércio eletrônico.

Abaixo segue alguns dados de crescimento deste comércio que fatura bilhões de reais ao ano.

Se você ainda não tem uma loja virtual da sua empresa, não perca tempo. Existem diversas plataformas com custo acessível e eficazes para você montar a sua loja virtual. Se você quer montar e não sabe como entre em contato com o Marca & Marketing nos iremos montar e aumentar suas vendas.

E-Bit

 
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Publicado por em 22/06/2011 em E-Commerce

 

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10 motivos para montar uma loja virtual

Não tem como ignorar! O mundo converge para a rede, e nela vai o consumidor. Quem não aparecer na web será atropelado pela concorrência.

O Lojistaonline selecionou 10 motivos para você investir no Comércio Eletrônico. Confira:

1. Funcionamento 24 horas. Com um endereço na web, a sua empresa pode monta uma loja virtual e vender a qualquer hora. O horário comercial da sua empresa passa ser 24×7 (7 dias por semana e 24 horas por dia). A loja na rede abre canal de comercialização com 50 milhões de internautas somente no Brasil.

2. Vendas sem fronteiras. Com uma loja virtual, a empresa vence as barreiras geográficas e mostra seus produtos e serviços para o mundo. Assim, será possível vender aonde as equipes de vendas não chegam e onde as lojas físicas não atendem. Há varejistas do Sudeste que vendem mais para o Nordeste, por meio da internet, do que em para seus próprios estados.
3. Comodidade do consumidor. Com a sua loja na internet, a empresa oferece total comodidade para o consumidor. Ele poderá fazer compras de qualquer parte do mundo. Seja no conforto do escritório, na tranqüilidade em casa ou onde haja um aparelho conectado à internet.  Poderá também conhecer todos os seus produtos a distância e ir a sua loja apenas para concluir o negócio (Hoje 70% dos consumidores plugados na internet fazem isso).

4. Acompanhamento das vendas. Pela internet, a empresa ganha mais flexibilidade para agir, pois terá acesso instantâneo aos relatórios de vendas, controle de estoques múltiplos dos fornecedores, visitas ao site, faturamento e outros indicadores das vendas. Esses dados são fundamentais para a tomada de decisões urgentes.

5. Múltiplos estoques. A dinâmica das vendas pela web permite que as empresas invistam em produtos com grande aceitação no mercado. O E-commerce permite que se trabalhe com múltiplos estoques, inclusive com estoques dos próprios fornecedores. Assim, a empresa ganha agilidade, diminui despesas operacionais e necessita de menor capital de giro.

6. Flexibilidade Promocional. É mais simples e rápido organizar promoções na loja online. De forma imediata, é possível obter dados sobre os resultados alcançados e avaliar a resposta dos consumidores.

7. Igualdade de competição. Na rede mundial de computadores, as empresas disputam o mercado nas mesmas condições. Na web, é mais rara a premissa de que quem é o maior tem que ser o melhor. O tamanho da empresa não tem importância. O fundamental é ter uma relação transparente e profissional com o consumidor, garantindo a entrega do produto e a segurança da operação.

8. O custo de uma loja virtual. É imensamente menor o custo de criação e manutenção de um espaço na internet do que uma loja física. Não dá nem para comparar em razão da ausência de despesas com estoques, empregados, segurança, instalações, etc.

9. Monitoramento do consumidor. Por meio do Comércio Eletrônico, pode-se fazer um cadastro de cada cliente online e saber exatamente quem é ele. Suas informações serão colocadas em um banco de dados e a qualquer momento ele poderá ser informado das promoções e novidades de produtos. Conhecendo o cliente, a empresa fica sabendo o que ele gosta de comprar, é possível prever a demanda, direcionar promoções, reposicionar produtos,entre outras ações.  Sua empresa pode oferecer uma melhor qualidade no suporte de pré e pós-venda.

10. Avanço das vendas online. Nos últimos cinco anos, o E-commerce cresceu em média 52% por ano. O mundo converge para a Internet, e nesse sentido caminha o consumidor. Uma verdade surge: quem não estiver na rede, será atropelado pela concorrência.
Por tudo isso e muito mais, experimente o Comércio Eletrônico Online e descubra no mundo virtual novas oportunidades reais de negócios.

E-Commerce Blog

 
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Publicado por em 22/06/2011 em E-Commerce

 

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[E-Commerce] Grife Farm lança comércio virtual

Lançado a quase dois meses o E-Farm, um canal digital feito para atender o público da Farm. O canal além de uma loja virtual possibilita toda a interatividade dos usuários com as Redes Sociais como o Twitter e YouTube. Desenvolvida pela agência MPP, que elaborou o planejamento estratégicocriaçãointeração das mídias.

O site roda em todos os dispositivos móveis, como smartphonesiPads e outros tipos tablets. Além de informar o estoque em tempo real, evitando problema de entregas.

O diferencial se encontra na alta interatividade com o público feminino nas Redes Sociais, incluindo também um blog no qual traz uma galeria de imagens curiosa feita para o público feminino. No site também é possível indicações pelas usuárias de looks, postando em seus próprios perfis. Confira o vídeo institucional da Farm explorando essa identidade moderna e interativa:

Com o ótimo trabalho desenvolvido a criação do canal foi um sucesso. Em 45 dias o e-commerce atingiu o faturamento de R$ 1 milhão  A E-Farm mostrou que não é simplesmente mais uma loja virtual, hoje ela é o posto mais rentável da Farm, superando as outras 35 lojas.

Essa é mais uma loja virtual de sucesso que com certeza movimentará milhões de reais com um site clean, agradável e que traz segurança ao consumidor na hora de realizar sua compra.

Tecnocrata Digital

 

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Vagas no E-Commerce brasileiro em alta

A profissão de e-commerce esta crescendo a cada dia. Vários profissionais de web design, arquitetura da informação, marketing digital, analista de mídias sociais, segurança da informação entre outras estão entre as mais procuradas e valorizadas pelo setor.

Toda micro, média e grande empresa quer vender mais, é esse o objetivo principal e nada mais normal do que elas estarem na internet. Com essa demanda aumentando cada vez mais e mais rápido, cresce a busca por profissionais desse setor.

“Não há dúvidas de que há um ‘filão’ para profissionais interessados em entrar nesse mercado, com um crescimento apontado pelo setor de 30% ao ano”, explica André Assef, diretor operacional da consultoria Desix.

Uma boa parcela da economia deve migrar para as lojas virtuais ainda este ano, e quem esta querendo uma vaga nesse promissor mercado deve ficar de olho bem aberto para essas mudanças.

“Constante atualização e foco em inovação são características esperadas desses profissionais e, por isso, eles devem sempre buscar especializações, voltadas para as particularidades da web”, diz Assef. Para quem já esta na área o maior desafio é o engajamento com o cliente, fazer com que ele compre de forma rápida e atraente para o consumidor.

Já falamos que o crescimento do e-commerce é visível e atraente para que busca uma oportunidade nesse mercado, mas não adianta ter centenas de vagas de emprego no mercado se não existe qualificação para ocupar uma vaga. Existem diversas escolas especializadas nesse segmento que qualificam para ser um profissional de marketing online.

Nessa nova profissão o “vendedor online” tem diversas opções para se especializar, só resta escolher uma e seguir em frente, o sucesso é garantido.

 
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Publicado por em 21/06/2011 em E-Commerce

 

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11 dicas para criar um comércio eletrônico de sucesso

Não existe uma receita, porém com certeza esses passos ajudaram no caminho.

Negociar produtos ou serviços na internet é uma forma de vida para muitas empresas atualmente, muitas vezes essas empresas nem chegam a existir no mundo “real”, ou seja, não detêm de locais físicos para atendimento. Lançar um negócio virtual requer empreendedorismo, arte, tecnologia e ciências. A seguir listamos alguns passos para que esse lançamento seja um sucesso.

 

1. Construa seu site/loja em uma plataforma de código aberto e gratuito. Existem inúmeras vantagens pela adoção dessas ferramentas, porém a principal é a comunidade que existem por detrás dessas. Além de oferecer largo suporte, ainda é possível contar com novos desenvolvimentos de componentes gratuitos, adoção de melhores práticas rapidamente, como SEO e por fim, existirão outros milhares de usuários que estarão testando e homologando a ferramenta.

2. Analisar e compreender o mercado potencial. Identifique onde os clientes “virtuais” estão em sua maioria localizados e como eles interagem um com os outros. Com essas respostas será possível criar campanha de mídia que estimule o compartilhamento por eles próprio através da mídia social.

3. Crie um blog e atualize no mínimo três vezes por semana. Faça convite regulares para novos leitores lerem e principalmente comentarem. Interaja com os leitores através dos comentários. Foque os tópicos com as palavras chaves da estratégia do seu negócio para alavancar suas visitas através do SEO.

4. Aplique as “Medalhas Sociais” (links para seus perfis de mídia social). Utilize sempre o máximo possível, por exemplo, Facebook, Linkedin, Twitter, YouTube, Google +1. Coloque também ferramentas para compartilhamento pelas principais redes através de “plugins”. Isso ajudará a promover o negócio com a comunidade através das duas vias de comunicação.

5. Faça analise da concorrência. Sempre existem concorrentes para 99.9% dos negócios, por isso faça um estudo que identifique de 3-5 maiores e siga as pegadas digitais dessas empresas para verificar quais são os seus principais movimentos e novidades. Outra dica é configurar o “Alerta do Google” para termos específicos sobre sua empresa, produtos e concorrentes, porque dessa forma seremos alertados toda vez que algo for publicado na internet.

6. Certifique de Instalar o Google Analytics. Devemos sempre acompanhar as informações sobre: as páginas de entradas, páginas de saídas, tempo no site, taxa de rejeição, taxa de retorno, origem dos visitantes, termos de buscas. Essas informações são valiosas para identificar possíveis falhas e acertos.

7. Criar uma oferta especial para fãs no Facebook. Isso auxiliará seu negócio a ser mais conhecido rapidamente e largamente difundido na maior rede social do momento.

8. Construa “Landing Pages” perfeitas (Página de Aterrissagem). Isso com certeza será um fator determinante para o sucesso ou fracasso do negócio virtual.

9. Implantar uma Campanha de Marketing Viral. Essas ofertas ou recompensas para a comunidade incentivaram a indicação para amigos, através da rede social ou outros meios convencionais.

10. Uso de vídeos direcionados. A largura da banda e a utilização de smartfones e tabletes tem aumentado muito rapidamente. Crie vídeos de 1 a 2 minutos através de um canal no Youtube para aplicação de promoções exclusivas neste canal.

11. Garanta a utilização de melhores práticas de SEO. Grande parte dos novos negócios nascem da intenção dos próprios clientes e é esse movimento em sua grande maioria, vêem através das buscas, por isso é importante estar bem localizado, isso garante maior visibilidade aumentando assim as chances de conquistar novos clientes.

Existem outras ações que podem ser elencadas, porém consideramos essas as principais e básicas para garantir o sucesso de comércio eletrônico.

Marcelo Goberto Azevedo

 
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Publicado por em 20/06/2011 em E-Commerce

 

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E-Commerce tem mais de 2 milhões de pedidos no Dia dos Namorados

Foram mais de 2 milhões de pedidos realizados, como explica Alexandre Umberti, Diretor de Marketing e Produtos da e-bit.

Este ano os casais de namorados estavam feliz e com muita vontade de gastar. Eles gastaram pouco mais de R$ 680 milhões de reais em presentes na internet para o Dia dos Namorados. Este ano o gasto representou 15% a mais que o mesmo período do ano passado, os dados são da pesquisa realizada pela e-bit, empresa especializada em comércio eletrônico.

Foram mais de 2 milhões de pedidos em apenas 14 dias é o que diz o Alexandre Umberti, Diretor de Marketing e Produtos da E-bit “Mesmo com a desaceleração da economia nos últimos meses, o Dia dos Namorados contribuiu com números importantes para o e-commerce. Vale lembrar que, no ano passado, a Copa do Mundo inflacionou as vendas na data, já que estávamos na iminência da competição”.

O valor gasto na web em todo país nesse período superou 70% o valor gasto da cidade de SP em compras físicas, que foi R$ 400 milhões, segundo a Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).

Entre os produtos que surpreenderam foram moda e acessórios. Os produtos que lideram as vendas são saúde, beleza e medicamentos, informática, eletrodomésticos, telefonia e celulares, respectivamente.

Apoio: Correio do Estado

 
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Publicado por em 20/06/2011 em E-Commerce

 

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