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Arquivo da categoria: E-Commerce

Criar uma loja no Facebook vale a pena?

Os maiores players nacionais criam suas lojas no Facebook, fazem parcerias com clientes, enquanto as pequenas e médias empresas encontram uma solução fácil e prática para suas vendas online.

Já fiz algumas lojas na Likestore para clientes meus, e confesso que inicialmente não acreditava muito, por ser algo novo e que teria que ser muito mais divulgado. O ROI em redes sociais é completamente diferente do ROI do Google Adwords. Alguns clientes me perguntam se o retorno será igual, e eu respondo: Não.

São medidas e comportamentos diferentes, quem navega em buscadores, procurando algo, tem o interesse real em comprar, bem diferente de quem navega no Facebook, Orkut, Pinterest, Twitter e outras redes. Estão ali para se divertir, se relacionar com seus amigos, compartilhar assuntos muitas vezes sem expressão.

Mas a Likestore está mudando esse comportamento. Muitas lojas estão no Facebook, tem divulgado seus produtos e aumentado a confiança de muitos usuários que não acreditavam na ferramenta.

Números do F-Commerce

Com a iniciativa, a empresa pretende aumentar em 5% o seu faturamento. A LikeStore, no entanto, é a plataforma mais conhecida no mercado. Lançada no início de 2011, a startup possui 4.800 lojas cadastradas e recebeu mais de 100 mil visitas no período de um ano, com lojas que chegam a faturar, em média, R$ 30 mil por mês.

“O interessante da ferramenta é que, na maioria dos casos, as pequenas empresas que tinham vendas inexpressivas no seu e-commerce aumentaram de 100% a 200% por mês. Estamos próximos de uma estrutura que se paga com apenas oito meses da primeira loja ter sido lançada”, Ricardo Grandinetti, gerente de produto da LikeStore.

Barreiras no F-Commerce

As empresas de pequena e médio porte conseguem tranquilamente gerenciar suas vendas, estoques e demanda. Já as grandes empresas tem uma serie de dificuldades. Com isso a startup já está desenvolvendo uma API que irá resolver essa melhor integração com as vendas.

“Vamos oferecer esta possibilidade porque há muitas lojas que gostariam de estar no Facebook, mas não conseguem fazer esta integração. Para isto, elas gastariam, em média, de R$ 3 mil a R$ 6 mil para tê-la. Dentro da nossa plataforma, a API será praticamente gratuita. O vendedor subirá o produto no e-commerce e logo chegará ao Facebook. A venda na rede social também acusará uma baixa no estoque”, conta Grandinetti.

Cases de Sucesso

No Brasil, o maior player no F-commerce é o Magazine Você, do Magazine Luiza, que desde março conta com mais de 20 mil lojas cadastradas. O modelo também abrange o Orkut e trabalha por meio de comissões aos revendedores de 2,5% ou 4,5%, dependo do produto. O Submarino também entrou nessa onda.

A DellaSanta tem se destacado pela movimentação que a loja gerou em um mês no sistema, faturando quase R$ 30 mil.  A marca de acessórios femininos começou em janeiro com um e-commerce próprio, mas o servidor do site não suportava a quantidade de acessos e caía frequentemente. A saída para a sobrevivência foi o Facebook.

“O brasileiro é o povo que passa mais tempo no Facebook e que tem mais amigos. Existe um número grande de pessoas que usam esse canal excessivamente, por isso o F-Commerce é uma consequência natural do mercado. Existiu uma primeira onda, em que os consumidores conheceram a plataforma e isso gerou muito barulho, mas não trouxe resultados. Estamos numa segundo etapa, em que as pessoas estão começando a usar a plataforma e tornando-a realmente um modelo de negócios. Daqui a cinco anos, o modelo estará mais substancial”, acredita Grandinetti, da LikeStore.

Conheça a Pinup Brasil uma loja que o Marca & Marketing criou

Se você tem um negócio e deseja criar uma loja virtual dentro da maior rede de relacionamento
do mundo, fale com a gente.

Colaboração Exame Marketiing

Leonardo Zani

Especialista em Planejamento Estratégico Digital

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Vídeos no e-commerce, é importante?

A resposta é simples: Video Vende.

Os vídeos na internet continuam crescendo em 2012, 73% dos sites nos EUA incorporaram vídeo em seu conteúdo de acordo com a eMarketer. Ainda assim, o vídeo no Brasil ainda não é muito usado.

Para aqueles que ainda não entende a importância do vídeo em sua marca, aqui estão algumas estatísticas ressaltando importância do vídeo de tráfego e conversão:

O vídeo online domina pesquisa. De acordo com a Semana de Marketing, “video resultados” aparecem em cerca de 70% dos 100 melhores listagens.

O vídeo tem 50 vezes mais chances de aparecer na primeira página de resultados de busca do Google do que uma página de texto.

A paixão dos Brasileiros para o vídeo não mostra sinais de diminuir. Em 2010 60% da população dos EUA assistiram conteúdo de vídeo online. O YouTube é o segundo maior motor de busca, com 4 bilhões de vídeos streaming no site diariamente.

Para o e-commerce, vídeo reduz o abandono do carrinho de compras. Os varejistas on-line utilizando vídeos de produtos registrou um aumento médio de 30% nas taxas de conversão, uma redução de 25% em carrinhos de compras abandonados, e as taxas de retorno reduzidas.

Agora sim você sabe por que investir em vídeos em seu negócio!

Fonte: http://www.ecommercebrasil.com.br/eblog/2012/03/09/por-que-eu-preciso-de-video-no-e-commerce/

Leonardo Zani

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Publicado por em 16/03/2012 em E-Commerce

 

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Natal online: 15 dicas para não ter problemas com suas compras

As compras online já é uma rotina do presente pra muita gente. A estimativa desse ano é que fecharemos com um faturamento de R$ 18 bilhões de reais, ou seja, muita gente comprando e recebendo em casa sem ter que pegar o carro enfrentar trânsito, shoppings lotados, estacionamento e filas imensas para pagar, essa é a internet.

Mas tudo sem seu lado bom e ruim, por um lado a comodidade por outro a insegurança, falta de informação nas lojas virtuais, o medo de cartões de crédito sendo clonados e falta de confiança no prazo de entrega, tudo isso minimiza a vontade do consumidor em gastar online.

O comércio eletrônico (pela web apenas) cresce vertiginosamente. Segundo dados do Webshoppers, relatório 22ª. Edição1, e a Câmara.net, houve crescimento de 40% em 2010. A previsão para 2011 é de crescimento de 35%. No mesmo período, o comércio eletrônico no Chile cresce 5%, no México se expandirá 12% e, no Estados Unidos, 12,7%.

Classe Média

O Brasil esta crescendo financeiramente e com isso as novas classes C e D com poder de compra. Eles já somam 55% da população. O Brasil cresceu 115% nos últimos anos, segundo o IBGE, tudo isso devido a grande expansão da internet no país.

O ticket médio do brasileiro na internet aumentou para R$ 379,00, 15% maior do que em 2010. As compras coletivas ajudaram com esse aumento e já movimentam R$ 60 milhões de reais e a expectativa é que alcance 500 milhões em 2011.

O crescimento é assustador, milhares de pessoas compram pela internet mas desconhecem os riscos que podem sofrer, o que fazer para reeducar essas pessoas pra ao ambiente online? As classes C e D precisam ser incluídas digitalmente com educação e prevenção para que não sofram de golpes e prejuízos.

É essencial conscientizar o usuário-consumidor digital a se proteger de golpes, a saber fazer uma “compra legal online”, sem riscos. O aumento de segurança da informação vai aumentar a segurança jurídica entre as partes. Isso pode estimular o crescimento não só quantitativo, mas em valor de ticket médio das transações.

15 dicas de como evitar dores de cabeça durante as compras de Natal

1. Verifique se a loja virtua passa informações seguras e objetivas em seu site
2. Veja se a loja virtual apresenta telefone, endereço e CNPJ, essas informações ajudam a confirmar se a loja realmente existe e não fraudulenta.
3. Evitar compra em sites estrangeiros, a probabilidade de ocorrer transtornos é maior.
4. Escolha comprar produtos de marcas conhecidas e renomadas no mercado.
5. Antes de comprar, faça uma pesquisa sobre a loja e veja qual é sua reputação na internet.
6. Compre de lojas que seus amigos ou familiares já tenham comprado, o boca a boca é fundamental.
7.Verifique a loja no Registro.br e a sua do CNPJ perante a Receita Federal.
8. Leia as normas de entrega, políticas de troca do site escolhido e devolução do dinheiro caso seja necessário.
9.Verifique a política de privacidade de dados pessoais e cartões de crédito, esteja seguro que suas informações não serão passadas a terceiros.
10.IMPORTANTE: Verifique se a loja possui selos de segurança, cadeado na loja e se no momento da compra sua barra de endereço fica verde, esse é um sinal importante de segurança.
12. Salve as telas de transação e mensagem trocadas com a loja para uma possível reclamação, isso é tão válido quanto um documento registrado em cartório.
13.Evite pagar antes de receber o produto, escolha pelo pagamento com cartão de crédito, qualquer problema você pode cancelar a compra junto com a sua operadora de cartão.
14. Use as redes sociais para colher informações sobre a loja que escolheu para comprar, peça opiniões no twitter, facebook e outras redes.
15. Atualize seu computador com bons anti-vírus, anti-spyware, para que sua navegação seja segura e não abra nenhum e-mail que venha a desconfiar.

Com essas dicas é possível realizar compras segura e garantir o Natal de muita gente.

Boas compras!!

Leonardo Zani
Especialista em Planejamento Estratégico Digital

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Publicado por em 15/11/2011 em E-Commerce

 

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Dicas para evitar o abandono de carrinho

Olá pessoal,

Estava um pouco sumido do blog por motivos de trabalho. Tantos assuntos pra resolver e sem tempo para postar algo aqui, mas hoje estou de volta!

Tenho ouvido muitos profissionais de e-commerce reclamando do alto abandono do carrinho em suas lojas virtuais. Todo mundo fala da taxa de crescimento que vai ter o e-commerce daqui até o final do ano, alguns são até muito otimistas e falam de um faturamento total de R$ de 30 bilhões de reais, mas a previsão para o final de 2011 é de R$ 18,7 bilhões.

Isso tudo é muito interessante quando um país como o Brasil esta com a economia em alta, facilidade em comprar pela internet, preços mais atraentes e entrega em casa. Mas tudo isso nem todas transações realizadas são convertidas em venda. Existe um grande percentual que não conclui a compra e gera o chamado abandono de carrinho.

Uma pesquisa realizada pela Forrester Research com as compras em 2010, apontaram que 88% das compras iniciadas não foram concretizadas, isso é uma grande preocupação para os lojistas virtuais, mas o que fazer pra reduzir esse índice?

Vamos relacionar o que mais atrapalha para o dono da loja virtual e facilitar o processo de compra para o cliente:

Aparência: o valor da personalização

É mais do que importante ter um layout personalizado, é imprescindível. Se o cliente encontrar sua loja virtual numa rede social ou no resultado de pesquisa em sites de busca; entrar nela e notar que a mesma é “pobre” em personalização e design, certamente não terá certeza para efetivar a compra. Outra questão referente à aparência é a disposição dos produtos na loja, onde os mais importantes devem estar sempre em destaque;

Segurança: o carro chefe da confiança

Para evitar desistência da compra é preciso transparecer segurança ao consumidor virtual e utilizar a internet como forma de comercialização, exige isso de quem é empreendedor. Dessa forma, disponibilizar um certificado de segurança transmite ao cliente que a loja é segura e que pode lhe render grande satisfação.

Atendimento: a garantia do retorno

O mau atendimento ou a falta de um é responsável por grande parte das desistências em compras virtuais. O cliente precisa de alguém que o auxilie, que tire suas dúvidas e é exatamente neste ponto que o atendimento faz diferença e miniminiza o número de desistências e carrinhos abandonados.

Passo-a-passo: o ‘empurrãozinho’ que faltava

Se o cliente considerar difícil chegar até o final da negociação, ele simplesmente deixará o produto por lá mesmo. Para driblar este problema, facilite a vida do consumidor e apresente os passos que seu cliente deve passar para efetivar a compra. Considere a possibilidade de adicionar um contato, caso haja dúvidas.

Estas dicas parecem naturais, as quais todas as lojas já devem seguir. Contudo, não é assim que acontece: ainda muitas lojas virtuais deixam de converter vendas por não explorarem todos os recursos que podem levá-las ao sucesso. Por esse motivo, vale à pena fazer uma reflexão e rever os aspectos de seu empreendimento para que o número de desistências de compra em lojas online seja consideralvemente reduzido.

E-Commerce News

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Publicado por em 07/09/2011 em E-Commerce

 

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Como montar um projeto de e-commerce

Todo mundo acha muito fácil montar um projeto de e-commerce, muitos até acham que é só pegar o que tem na loja física e colocar na loja virtual, ledo engano.

A coisa é muito mais complexa do que se possa imaginar, se alguém chegar pra você e falar que é fácil fique bem atento, e contrate um profissional com experiência e que de garantias ao serviço a ser prestado.

Existe algumas dicas e claro um bom planejamento de e-commerce de todo o projeto que influencia e muito no trabalho. O grande desafio das empresas que criam lojas virtuais é o empreendedorismo digital que requer baixo custo e alto desempenho

Projeto de E-Commerce

Um Projeto de E-commerce é o planejamento estratégico de todas as ações que a empresa deve empreender para se situar no segmento do comércio eletrônico. Nele são analisados vários aspectos do projeto como por exemplo a escolha escolha da plataforma de TI, o treinamento de pessoal, a escolha de formas e sistemas de pagamento, logística e as ações de marketing. O planejamento de presença da empresa no ambiente web é o que irá orientar o desenvolvimento do projeto visando a inserção de forma eficiente da empresa no segmento do varejo virtual.

Análise de Mercado

Antes de montar uma loja virtual você deve fazer uma análise do mercado e verificar se o projeto que você tem, dentro do modelo que você planeja teria espaço no mercado atual. Não que existam muitos setores saturados, muito pelo contrário. O que se tem verificado são segmentos de mercado trabalhando com formulas cansadas que não dão mais resultados. Um bom exemplo disso são as lojas de informática que inovaram no modelo de negócio e público alvo e se destacaram das outras. Uma outra dúvida, qual será o seu modelo de negócio? Um modelo B2B – empresa para empresa ou B2C – empresa para consumidor final?

Soluções de TI

A escolha da plataforma de e-commerce é essencial para o sucesso do projeto. Seja ela open source, alugada ou exclusiva, deve atender às necessidades imediatas do projeto e também permitir futuras expansões. Hoje existem diversas plataformas de e-commerce no mercado, o grande problema é identificar aquela que se adapta à sua necessidade atual e que vá permitir um upgrade. O importante é encontrar uma plataforma tecnologicamente adequada em que se possa dispor das ferramentas que fazem o diferencial no comércio eletrônico atual como estrutura de SEO, associação de produtos e políticas de descontos. Outro ponto que deve ser considerado é o das ferramentas administrativas como relatórios e atualizações de produtos.

Capacitação de Pessoal

A guinada estratégica rumo ao ambiente digital exige capacitação da equipe tanto no nível de conhecimento de novas tecnologias nas área de informática e marketing como na forma de gerenciamento da empresa engajada no mundo virtual e abordagem das oportunidades negociais que o novo ambiente oferece. E-commerce é coisa séria e necessita de profissionais especializados nesta área. Na maioria das vezes estes profissionais já fazem parte da equipe da empresa, só precisam ser treinados para as novas funções que irão desempenhar. O conhecimento da cultura da empresa pode facilitar sua inserção na era digital e por isso a capacitação do pessoal da própria empresa é uma alternativa bastante interessante. Marketing digital, SEO e Web Análise devem fazer parte dessa formação para que os membros da equipe saibam exatamente o que fazer e quando fazer. É importante que todos tenham uma noção exata das ferramentas disponíveis e como usá-las.

Planejamento do Marketing

Sem um planejamento das ações de marketing não há como se obter sucesso em um projeto de e-commerce. As ferramentas disponíveis são várias e exigem sinergia para torná-las mais eficientes. Atirar para todos os lados, além de desperdiçar recursos preciosos, pode resultar em uma perda da credibilidade. Campanha de marketing online tem que ter foco e seqüência. Não é jogo nem custa barato. Uma atenção especial deve ser dada a sua presença nas ferramentas de busca. Planeje com bastante antecedência seu processo de SEO Otimização Para Sites de Busca – e implante o mais rápido possível. Embora seja a ferramenta mais demorada em termos de retorno, os resultados são espetaculares. Enquanto o SEO não surte efeito, utilize uma boa campanha de links patrocinados com um monitoramento constante do ROI. As mídias sociais também devem ser um ponto forte da sua estratégia, principalmente se a sua marca ainda não é muito conhecida.

Monitoramento e Ajustes

É natural que depois de implantado seu projeto precise de alguns ajustes, mas você só poderá saber o que pode ser melhorado se tiver instalado um bom sistema de monitoramento e web análise. Nesse setor, o Google Analytics desempenha um ótimo papel e é amplamente difundido. Com a devida interpretação dos dados de monitoramento, a web análise é capaz de identificar pontos de estrangulamento em uma loja virtual e soluções podem ser encontradas para o aperfeiçoamento do negócio. A web análise também desempenha papel fundamental na mensuração dos resultados das campanhas de marketing digital. Os dados obtidos pelo sistema de monitoramento significam muito mais que a quantidade de page views, eles informa qual é o exato comportamento dos seus cliente quando estão na sua loja.

Resumindo

Esses são apenas alguns pontos que devem ser considerados. Obviamente existem muitos outros que devem ser meticulosamente analisados quando da elaboração de um projeto de e-commerce. O importante é não se deixar levar pela idéia de que a criação da loja virtual em si é a principal ação dentro do processo de inserção da empresa no varejo digital. Não são raros os exemplos de lojas virtuais muito bem estruturadas que simplesmente “não decolam” justamente por não terem se preocupado com os outros aspectos que envolvem o sucesso de um projeto de comércio eletrônico.Com um bom planejamento suas chances de sucesso são muito maiores.

Curso de E-commerce

 
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Publicado por em 26/07/2011 em E-Commerce

 

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Comprar pelo celular já é um sucesso no Brasil

O Mobile Commerce, como é falado, já desponta como um grande potencial de vendas.

De acordo com nova pesquisa, o engajamento dos consumidores da web com o m-commerce explodiu no Brasil, com cerca de 79% destes tendo usado algum dispositivo móvel para fins de comércio, pesquisa ou compras. Este valor foi de 91% no caso do Reino Unido, e nenhum país pesquisado obteve resultado inferior a 72%.

De acordo com os números da pesquisa Global Consumer Survey, realizado pelo MEF, 84% dos brasileiros entrevistados acessam a sua web móvel em uma base diária, valor ligeiramente superior aos 82% verificados no Reino Unido. O grande nível de utilização da web e comércio móvel andam juntos com a redução no uso de internet de linhas fixas: 41% dos brasileiros entrevistados e 34% dos britânicos acessam hoje seus computadores pessoais com menor freqüência do que há 18 meses atrás.

A pesquisa foi realizada em nove países dos cinco continentes, sendo entrevistadas 8.530 pessoas que vivem tanto em países desenvolvidos como em emergentes.

“Esta pesquisa mundial demonstra claramente que os consumidores em todo o mundo estão adotando o dispositivo móvel como um ponto de acesso chave para acessar conteúdos e satisfazer as suas necessidades do comércio”, afirmou Andrew Bud,  presidente global da MEF. ”Ela também ilustra que o telefone móvel é uma plataforma essencial para empresas que desejam satisfazer as demandas dos consumidores e faturar com a venda de seus bens, serviços e produtos digitais.”

A preocupação com a segurança foi lembrada por 27% dos entrevistados quando somados todos os mercados pesquisados como o motivo por não terem realizado mais compras utilizando seus dispositivos móveis.

Abaixo Alguns resultados regionais interessantes verificados na pesquisa da MEF:

Latino Americanos preparados para gastar: Na América Latina, o comércio móvel está decolando, com 20% dos consumidores da região dispostos a gastar mais de £200 em compras móveis, o dobro da Índia, segunda colocada neste quesito com 10%. Este continente tem também a maior parcela de consumidores que estão se afastando da utilização de internet de linhas fixas de acesso, com 41% o fazendo menos do que há 18 meses atrás. Esta tendência não é sintoma de queda do interesse no acesso a web: 84% dos consumidores a acessam via móvel em uma base diária, com 37% gastando ao menos 5 horas conectado a cada dia.

M-commerce “de vento em popa” na Ásia: 74% dos entrevistados de Cingapura afirmam acessar a web móvel em uma base diária, enquanto 84% já adotaram seu dispositivo móvel como parte de seu processo de compras, utilizando-o tanto para pesquisar bens, como para finalizar compras. A maioria dos produtos comprados pela via móvel são bens digitais, mas bens tangíveis também constituem uma notável parte do total, com 15% dos consumidores utilizando seus dispositivos móveis para compra de produtos eletrônicos. A utilização de serviços de home banking também é bem estabelecida neste mercado, com 32% verificando regularmente o saldo de suas aplicações financeiras via celular e 18% os utilizando no pagamento de contas.

Na Indonésia, 63% dos entrevistados realizaram alguma compra de produto pela via móvel. Dentre estes, 19% o fizeram por intermédio de uma loja virtual móvel. 41% compraram algum item por via de seu operador de rede nos últimos seis meses.

O home banking não desfruta dos mesmos níveis de penetração na América latina: cerca de 34% utilizam seus dispositivos móveis para verificar alguma aplicação financeira, enquanto mais da metade dos entrevistados nunca havia utilizado seu aparelho para qualquer serviço financeiro.

Mesmo com preocupações com a segurança, americanos pagam por via móvel: Os norte-americanos seguem mantendo boa proporção de seus pagamentos em via móvel, com 38% dos entrevistados tendo efetuado a compra de algum item através de seu operador de rede móvel nos últimos seis meses. Quando a utilização como ponto de compras, 41% dos consumidores adotaram a web móvel, 11% lojas móveis de varejistas e 9% páginas de mídias sociais. Este número pode aumentar caso seja mais trabalhada a questão da segurança, com 26% dos entrevistados afirmando que não realizam uma quantidade maior de transações por vias móveis por conta de suas preocupações com a segurança.

Grandes números de usuários da web relutam em comprar por via móvel no Oriente Médio: Apesar do alto número de usuários com acesso a web móvel na região (72% no Catar e 67% no Egito), estes consumidores parecem relutantes em comprar via celular. O Egito apresentou a maior proporção de entrevistados que afirmaram não realizar compras por esta plataforma (42%), enquanto o Catar foi o terceiro colocado, com 34%. No entanto, esta preocupação parece ser pouco ligada ao dispositivo: 58% dos entrevistados no Egito enviaram alguma remessa de compra pela web, ficando atrás apensas dos consumidores da Indonésia.

E-Commerce News

 
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Publicado por em 25/07/2011 em E-Commerce

 

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Dados sobre o e-commerce de moda no Brasil

A rede social focada em moda, byMk, apresentou um estudo sobre as tendências do e-commerce, e os hábitos dos consumidores no segmento de moda online no brasil. A pesquisa contou com a participação de 1.193 usuários cadastrados em sua plataforma.

O estudo revelou certo ceticismo dos consumidores com este mercado. Do total, 25% dos entrevistados afirmaram que dúvidas relacionadas ao caimento, e modelo da peça, é um entrave para comprarem neste segmento.

Para o especialista em marketing digital, Natan Sztamfater, a falta de um padrão entre as marcas que atuam no mercado brasileiro influenciou diretamente neste resultado, dificultando o progresso deste âmbito do e-commerce.

“Existe uma grande dificuldade com relação à padronização e medidas do vestuário, pois cada marca tem a sua medida. Com isso, a pessoa não sabe mais qual é o seu tamanho”. Afirma Sztamfater.

Outro fator impactante na rejeição, é a desconfiança em uma possível devolução da mercadoria, causa de desistência por parte de 21% destes consumidores.

“A devolução também está ligada à falta de padronização dos tamanhos. Quem compra errado, já não sabe se poderá devolver a peça”, afirma Sztamfater.

Ainda de acordo com o estudo, 12% das pessoas não compram por desconhecerem suas medidas, o que mostra que este mercado tem muito o que evoluir.

A segurança foi lembrada por 21% dos entrevistados, dado que perderá a relevância na medida em que cresce a confiança dos consumidores em pagar suas compras via cartão, explica Sztamfater.

Dos itens comprados pelos internautas da byMk, 21% compram roupas; 30%, maquiagem; 16%, joias; 26%, acessórios; 19%, calçados; e 9% adquirem peças de lingerie e praia.

Recentemente a rede social fechou uma parceria com o clube de compras Privalia, que fará promoções de seus produtos diretamente em seu perfil oficial na byMk.

 
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Publicado por em 19/07/2011 em E-Commerce

 

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