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Como fica a Apple sem Steve Jobs?

13 out

Como será a Apple após a morte de Steve Jobs? Quais as inovações que veremos de agora em diante? Como será a missão da Apple em relação aos seus milhões de seguidores? Será que Tim Cook irá manter as suas raízes e suas ideologias?

Essas e muitas perguntas estarão sem respostas ao longo dos próximos anos. Todos fans dessa marca, que revolucionou o mercado tecnologia, ficaram inseguros com a notícia do falecimento de Steve Jobs.

Tínhamos segurança quando Steve subia ao palco para anunciar mais um produto, com seu jeito carismático ele envolvia a platéia e deixava todos de boca aberta, com uma apresentação de deixar qualquer um fascinado.

Com seu jeito simples de se vestir, calça jeans, tênis e camisa preta de gola alta, ele transmitia confiança e credibilidade com suas apresentações e despertava nos consumidores um consumo voraz por seus produtos.

Jobs trabalhou com os melhores profissionais e criou uma universidade com o objetivo de manter a extraordinária empresa que criou.

O sucessor – No dia 24 de agosto de 2011, quando Jobs enfim apresentou sua carta de afastamento do controle da Apple, foi confirmado no nome de seu substituto no cargo de CEO: Tim Cook. Ele já havia assumido o posto nas licenças médicas anteriores de Jobs. “Cook é um especialista na área operacional, o responsável pelos acordos com fornecedores, algo crucial para a Apple. Ele tem feito um grande trabalho e os investidores confiam nele”, explica Eric Jackson, fundador e diretor da Ironfire Capital, empresa de investimentos. Para ele, Cook é confiável, mas não é a “pessoa criativa, que irá ajudar a desenvolver os produtos sedutores e essenciais da Apple”. Ou seja, não há outro Steve Jobs. Para manter essa chama acesa, outros profissionais devem colaborar.

Phil Schiller, vice-presidente de marketing mundial, é quem mais tem aparecido nos últimos anos. Bonachão e com bom jogo de cintura, ele fez o discurso de abertura da Macworld 2009 (a última com presença da Apple) e da WWDC (evento para desenvolvedores) no mesmo ano, quando o iPhone 3Gs foi anunciado. Schiller é presença frequente no palco quando o assunto é relacionado a hardware e software para Mac. Era um dos homens de confiança de Jobs, na empresa desde 1997.

Quando o assunto é iPhone (mais precisamente, o iOS, o sistema operacional do smartphone da Apple), o nome a ser lembrado é o de Scott Forstall. Vice-presidente de software para iPhone, Forstall começou a ser treinado para fazer apresentações em 2006, quando foi o responsável em mostrar as novidades do Mac OS X Leopard para os desenvolvedores na WWDC. Ele trabalhou na NeXT, empresa criada por Jobs quando ele foi chutado da Apple, e atualmente é o responsável pela criação do sistema para o iPhone e iPad, dois dos mais importantes produtos da empresa. Forstall veste-se de maneira semelhante à Jobs (camisa preta e calça jeans) e tem um jeitão despojado.

Por fim, Jonathan Ive, responsável pelo design de todos os produtos lançados pela Apple desde 1996, deve continuar por trás da criação. Considerado um gênio em sua área, é um sujeito tímido, avesso a holofotes e entrevistas. E só é visto em vídeos de lançamentos de produtos.

Colaboração Veja

 
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Publicado por em 13/10/2011 em Marcas, Marketing

 

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