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Arquivo mensal: julho 2011

Como montar um projeto de e-commerce

Todo mundo acha muito fácil montar um projeto de e-commerce, muitos até acham que é só pegar o que tem na loja física e colocar na loja virtual, ledo engano.

A coisa é muito mais complexa do que se possa imaginar, se alguém chegar pra você e falar que é fácil fique bem atento, e contrate um profissional com experiência e que de garantias ao serviço a ser prestado.

Existe algumas dicas e claro um bom planejamento de e-commerce de todo o projeto que influencia e muito no trabalho. O grande desafio das empresas que criam lojas virtuais é o empreendedorismo digital que requer baixo custo e alto desempenho

Projeto de E-Commerce

Um Projeto de E-commerce é o planejamento estratégico de todas as ações que a empresa deve empreender para se situar no segmento do comércio eletrônico. Nele são analisados vários aspectos do projeto como por exemplo a escolha escolha da plataforma de TI, o treinamento de pessoal, a escolha de formas e sistemas de pagamento, logística e as ações de marketing. O planejamento de presença da empresa no ambiente web é o que irá orientar o desenvolvimento do projeto visando a inserção de forma eficiente da empresa no segmento do varejo virtual.

Análise de Mercado

Antes de montar uma loja virtual você deve fazer uma análise do mercado e verificar se o projeto que você tem, dentro do modelo que você planeja teria espaço no mercado atual. Não que existam muitos setores saturados, muito pelo contrário. O que se tem verificado são segmentos de mercado trabalhando com formulas cansadas que não dão mais resultados. Um bom exemplo disso são as lojas de informática que inovaram no modelo de negócio e público alvo e se destacaram das outras. Uma outra dúvida, qual será o seu modelo de negócio? Um modelo B2B – empresa para empresa ou B2C – empresa para consumidor final?

Soluções de TI

A escolha da plataforma de e-commerce é essencial para o sucesso do projeto. Seja ela open source, alugada ou exclusiva, deve atender às necessidades imediatas do projeto e também permitir futuras expansões. Hoje existem diversas plataformas de e-commerce no mercado, o grande problema é identificar aquela que se adapta à sua necessidade atual e que vá permitir um upgrade. O importante é encontrar uma plataforma tecnologicamente adequada em que se possa dispor das ferramentas que fazem o diferencial no comércio eletrônico atual como estrutura de SEO, associação de produtos e políticas de descontos. Outro ponto que deve ser considerado é o das ferramentas administrativas como relatórios e atualizações de produtos.

Capacitação de Pessoal

A guinada estratégica rumo ao ambiente digital exige capacitação da equipe tanto no nível de conhecimento de novas tecnologias nas área de informática e marketing como na forma de gerenciamento da empresa engajada no mundo virtual e abordagem das oportunidades negociais que o novo ambiente oferece. E-commerce é coisa séria e necessita de profissionais especializados nesta área. Na maioria das vezes estes profissionais já fazem parte da equipe da empresa, só precisam ser treinados para as novas funções que irão desempenhar. O conhecimento da cultura da empresa pode facilitar sua inserção na era digital e por isso a capacitação do pessoal da própria empresa é uma alternativa bastante interessante. Marketing digital, SEO e Web Análise devem fazer parte dessa formação para que os membros da equipe saibam exatamente o que fazer e quando fazer. É importante que todos tenham uma noção exata das ferramentas disponíveis e como usá-las.

Planejamento do Marketing

Sem um planejamento das ações de marketing não há como se obter sucesso em um projeto de e-commerce. As ferramentas disponíveis são várias e exigem sinergia para torná-las mais eficientes. Atirar para todos os lados, além de desperdiçar recursos preciosos, pode resultar em uma perda da credibilidade. Campanha de marketing online tem que ter foco e seqüência. Não é jogo nem custa barato. Uma atenção especial deve ser dada a sua presença nas ferramentas de busca. Planeje com bastante antecedência seu processo de SEO Otimização Para Sites de Busca – e implante o mais rápido possível. Embora seja a ferramenta mais demorada em termos de retorno, os resultados são espetaculares. Enquanto o SEO não surte efeito, utilize uma boa campanha de links patrocinados com um monitoramento constante do ROI. As mídias sociais também devem ser um ponto forte da sua estratégia, principalmente se a sua marca ainda não é muito conhecida.

Monitoramento e Ajustes

É natural que depois de implantado seu projeto precise de alguns ajustes, mas você só poderá saber o que pode ser melhorado se tiver instalado um bom sistema de monitoramento e web análise. Nesse setor, o Google Analytics desempenha um ótimo papel e é amplamente difundido. Com a devida interpretação dos dados de monitoramento, a web análise é capaz de identificar pontos de estrangulamento em uma loja virtual e soluções podem ser encontradas para o aperfeiçoamento do negócio. A web análise também desempenha papel fundamental na mensuração dos resultados das campanhas de marketing digital. Os dados obtidos pelo sistema de monitoramento significam muito mais que a quantidade de page views, eles informa qual é o exato comportamento dos seus cliente quando estão na sua loja.

Resumindo

Esses são apenas alguns pontos que devem ser considerados. Obviamente existem muitos outros que devem ser meticulosamente analisados quando da elaboração de um projeto de e-commerce. O importante é não se deixar levar pela idéia de que a criação da loja virtual em si é a principal ação dentro do processo de inserção da empresa no varejo digital. Não são raros os exemplos de lojas virtuais muito bem estruturadas que simplesmente “não decolam” justamente por não terem se preocupado com os outros aspectos que envolvem o sucesso de um projeto de comércio eletrônico.Com um bom planejamento suas chances de sucesso são muito maiores.

Curso de E-commerce

 
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Publicado por em 26/07/2011 em E-Commerce

 

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Comprar pelo celular já é um sucesso no Brasil

O Mobile Commerce, como é falado, já desponta como um grande potencial de vendas.

De acordo com nova pesquisa, o engajamento dos consumidores da web com o m-commerce explodiu no Brasil, com cerca de 79% destes tendo usado algum dispositivo móvel para fins de comércio, pesquisa ou compras. Este valor foi de 91% no caso do Reino Unido, e nenhum país pesquisado obteve resultado inferior a 72%.

De acordo com os números da pesquisa Global Consumer Survey, realizado pelo MEF, 84% dos brasileiros entrevistados acessam a sua web móvel em uma base diária, valor ligeiramente superior aos 82% verificados no Reino Unido. O grande nível de utilização da web e comércio móvel andam juntos com a redução no uso de internet de linhas fixas: 41% dos brasileiros entrevistados e 34% dos britânicos acessam hoje seus computadores pessoais com menor freqüência do que há 18 meses atrás.

A pesquisa foi realizada em nove países dos cinco continentes, sendo entrevistadas 8.530 pessoas que vivem tanto em países desenvolvidos como em emergentes.

“Esta pesquisa mundial demonstra claramente que os consumidores em todo o mundo estão adotando o dispositivo móvel como um ponto de acesso chave para acessar conteúdos e satisfazer as suas necessidades do comércio”, afirmou Andrew Bud,  presidente global da MEF. ”Ela também ilustra que o telefone móvel é uma plataforma essencial para empresas que desejam satisfazer as demandas dos consumidores e faturar com a venda de seus bens, serviços e produtos digitais.”

A preocupação com a segurança foi lembrada por 27% dos entrevistados quando somados todos os mercados pesquisados como o motivo por não terem realizado mais compras utilizando seus dispositivos móveis.

Abaixo Alguns resultados regionais interessantes verificados na pesquisa da MEF:

Latino Americanos preparados para gastar: Na América Latina, o comércio móvel está decolando, com 20% dos consumidores da região dispostos a gastar mais de £200 em compras móveis, o dobro da Índia, segunda colocada neste quesito com 10%. Este continente tem também a maior parcela de consumidores que estão se afastando da utilização de internet de linhas fixas de acesso, com 41% o fazendo menos do que há 18 meses atrás. Esta tendência não é sintoma de queda do interesse no acesso a web: 84% dos consumidores a acessam via móvel em uma base diária, com 37% gastando ao menos 5 horas conectado a cada dia.

M-commerce “de vento em popa” na Ásia: 74% dos entrevistados de Cingapura afirmam acessar a web móvel em uma base diária, enquanto 84% já adotaram seu dispositivo móvel como parte de seu processo de compras, utilizando-o tanto para pesquisar bens, como para finalizar compras. A maioria dos produtos comprados pela via móvel são bens digitais, mas bens tangíveis também constituem uma notável parte do total, com 15% dos consumidores utilizando seus dispositivos móveis para compra de produtos eletrônicos. A utilização de serviços de home banking também é bem estabelecida neste mercado, com 32% verificando regularmente o saldo de suas aplicações financeiras via celular e 18% os utilizando no pagamento de contas.

Na Indonésia, 63% dos entrevistados realizaram alguma compra de produto pela via móvel. Dentre estes, 19% o fizeram por intermédio de uma loja virtual móvel. 41% compraram algum item por via de seu operador de rede nos últimos seis meses.

O home banking não desfruta dos mesmos níveis de penetração na América latina: cerca de 34% utilizam seus dispositivos móveis para verificar alguma aplicação financeira, enquanto mais da metade dos entrevistados nunca havia utilizado seu aparelho para qualquer serviço financeiro.

Mesmo com preocupações com a segurança, americanos pagam por via móvel: Os norte-americanos seguem mantendo boa proporção de seus pagamentos em via móvel, com 38% dos entrevistados tendo efetuado a compra de algum item através de seu operador de rede móvel nos últimos seis meses. Quando a utilização como ponto de compras, 41% dos consumidores adotaram a web móvel, 11% lojas móveis de varejistas e 9% páginas de mídias sociais. Este número pode aumentar caso seja mais trabalhada a questão da segurança, com 26% dos entrevistados afirmando que não realizam uma quantidade maior de transações por vias móveis por conta de suas preocupações com a segurança.

Grandes números de usuários da web relutam em comprar por via móvel no Oriente Médio: Apesar do alto número de usuários com acesso a web móvel na região (72% no Catar e 67% no Egito), estes consumidores parecem relutantes em comprar via celular. O Egito apresentou a maior proporção de entrevistados que afirmaram não realizar compras por esta plataforma (42%), enquanto o Catar foi o terceiro colocado, com 34%. No entanto, esta preocupação parece ser pouco ligada ao dispositivo: 58% dos entrevistados no Egito enviaram alguma remessa de compra pela web, ficando atrás apensas dos consumidores da Indonésia.

E-Commerce News

 
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Publicado por em 25/07/2011 em E-Commerce

 

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Submarino vende notebook e entrega tijolo; na troca, envia outro tijolo

Quando você compra algo pela internet, fica naquela enorme expectativa para que o prazo de entrega seja cumprido – senão antecipado, o que é melhor ainda. E, claro, que o produto chegue nos conformes. Não foi o que aconteceu com a estudante Bruna Xavier, de 23 anos. Ela comprou um notebook e recebeu um tijolo  no lugar.

Até aí, nenhuma novidade, visto que essas remessas estão cada vez mais comuns em companhias de e-commerce do Brasil. A universitária entrou em contato com a loja para acertar a devolução do tijolo e receber o aguardado notebook. Parecia que dessa vez tudo sairia conforme o previsto, mas o Submarino pisou na bola mais uma vez.

Estudante recebeu tijolos no lugar de notebook (imagem: reprodução jornal Extra)

Em vez de receber um notebook, foi entregue na casa da moça um segundo tijolo. Sim, a loja virtual conseguiu errar o mesmo pedido duas vezes. Para piorar as coisas, a entrega foi feita na casa de um vizinho – algo que não havia sido combinado com a transportadora.

Essa história sem pé nem cabeça aconteceu no centro de Niterói. A estudante, que cursa Direito na faculdade, registrou queixa na delegacia de polícia da cidade. Ela também decidiu enviar uma reclamação do Submarino ao site do Procon/RJ, para ver se dessa vez a companhia acerta em uma simples encomenda.

Quando não atrasa as entregas, o Submarino envia tijolos para os clientes. No caso da moça premiada, duas pedras. E nenhum laptop até agora.

Procurado pela redação do TB, o Submarino ainda não se manifestou sobre o assunto.

Em Maio ocorreu outro caso semelhante quando a Maria Luiza Ferreira comprou um notebook também e recebeu macarrão instantâneo. Pelo jeito comprar notebook no Submarino é mesmo se afundar em expectativas

Tecnoblog.

 
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Publicado por em 22/07/2011 em Marcas, Marketing

 

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Google Analytics nas mídias sociais

Aparentemente, a Google mergulhou no mundo social da internet, primeiro com sua rede social, o Google+, e agora implementando em seu Analytics uma análise específica do compartilhamento feito por mídias sociais. Por enquanto, estão incluídos Twitter,Facebook e o próprio Google+.

Para começar o uso dessa nova funcionalidade, você precisa gerar, no Analytics, um novo código de monitoramento e inseri-lo na página que será analisada. Não esqueça que é preciso também estar usando a versão mais atual do Google Analytics. A partir disso, o código irá contabilizar o número de “Curti” – e também aqueles que depois “descurtiram” – e de uso do botão “Compartilhar”; o número de pessoas que tuitaram o link por meio do botão oficial do Twitter; e também o número de +1 do Google+.

O site The Social Media Examiner dá um passo a passo bem bacana e fácil de seguir – mesmo em inglês – de como criar e colar o novo código nas suas páginas. O Google afirma que há um período máximo de 24 horas para a análise social começar a funcionar.

Os dados estarão disponíveis no menu “Social”, dentro de “Visitantes”. Nesse submenu, você poderá observar três aspectos:

– Engajamento: aqui você poderá ver o número de pessoas que estão engajadas socialmente e aquelas que não estão em cada página que possui o código;

– Ação: o número de ações que foram feitas no período, como número de “Curtir”, “Compartilhar”, +1 etc;

– Páginas: detalhes sobre em quais páginas essas ações foram feitas.

Bacana, né? Vai facilitar a vida de muitas pessoas que trabalham com métricas. E você? Já usa essa nova funcionalidade no site da sua empresa? O que acha dela? É eficiente e fácil de usar?

PEGN

 
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Publicado por em 22/07/2011 em Mídias Sociais

 

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Você sabe a diferença entre mídia e rede social?

Uma coisa que eu quero fazer desde quando criei esse blog é tentar conceituar mais claramente a diferença entre mídia rede social. Por serem palavras diferentes, você presume que tenham significados diferentes. Mas muitas pessoas acabam usando as palavras como sinônimos e até mesmo não sabendo o que separa um conceito do outro.

Alguns dias atrás, perguntei na página do Facebook da Pequenas Empresas & Grandes Negócios se nossos fãs sabiam a diferença entre os dois termos. 78 pessoas responderam que sim, e 26, que não. Outras 15 afirmaram que sabiam “mais ou menos” – o que pode ser uma forma envergonhada de dizer que não, certo?

Pedi a ajuda de dois especialistas sobre o assunto para tentar dar uma definição mais acurada das duas expressões.

Redes sociais

Como eu falei no primeiro post, o ser humano é um ser social, e essa socialização precede a internet. Obviedades à parte, as redes sociais são, portanto, grupos de pessoas com interesses em comum, que curtem compartilhar e conversar sobre temas similares – e isso não significa necessariamente apenas na internet. “Redes sociais são nodos ligados por relações sociais que foram estruturadas por pessoas com um interesse em comum”, afirma Thales Brandão, professor da Faculdade AGES e editor-executivo do Portal CidadeMarketing.

Sandra Turchi, diretora de marketing da Boa Vista Serviços (SCPC), coordenadora e professora do curso “Estratégias de Marketing Digital” da ESPM, também reforça: “Redes sociais se referem a comunidades, são redes de relacionamento”.

Com a internet, essas comunidades ganharam a possibilidade de explorar o mundo virtual. Portanto, qualquer ferramenta on-line que reúna pessoas com interesses similares pode ser chamada de rede social.

Mídias sociais
Ok, agora é que as definições podem ficar um pouco confusas. Mídias sociais são os meios pelo quais construímos redes sociais e compartilhamos e propagamos conteúdo. “As mídias sociais são o meio ou ferramenta para se comunicar”, afirma Sandra. “Mídias sociais associam-se a conteúdos (textos, imagens e vídeos, entre outros) gerados e compartilhados pelas pessoas nas redes sociais”, complementa Brandão.

Se pensarmos em todos esses conceitos, ainda assim vamos esbarrar em uma pergunta que pode arruinar todo o nosso percurso até agora: o Facebook é uma mídia ou uma rede? Tempo!

A resposta seria os dois! Isso porque você pode usar o Facebook como meio para divulgar e compartilhar o que você pensa, a face mídia da ferramenta, e também pode se conectar com pessoas com interesses comuns por meio das páginas de interesses. Outras páginas na internet são apenas redes, como a ShelfLuv, que reúne apenas pessoas amantes da literatura.

Com isso, podemos concluir que as redes sociais estão dentro das mídias sócias, que são um grupo muito mais amplo. “Por exemplo: pode existir uma comunidade de pessoas que gostam de fazer musculação, e isso é uma rede social. Esse grupo pode estar reunido no Orkut, ou no Facebook, ou em outra ferramenta, isso é mídia social”, afirma Sandra.

Será que consegui ser claro? Agora tentem colocar em prática essas diferenças. E não apenas “mais ou menos”.

PEGN

 
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Publicado por em 21/07/2011 em Sem categoria

 

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E-Commerce – 13 marcas de moda lançaram sua lojas virtuais em 2011

Aos poucos, as marcas nacionais vão se adaptando ao e-commerce. Em 2011, várias delas colocaram no ar lojas virtuais – facilitando a vida dos clientes.

Quer saber quais são os novos endereços para compras online? O Chic selecionou as novidades mais bacanas, veja a lista a seguir e, na galeria, produtinhos que estão à venda em cada um deles.

. ROUPAS

Dress To: a marca carioca lançou seu e-commerce em meados de fevereiro para atender o público do Brasil todo com suas camisetas, vestidos, saias, e shortinhos coloridos. Os oxfords, sapatilhas e mocassins, bem como a linha Home da marca, também estão disponíveis por lá.
www.lojadressto.com.br

Pathisa: a estilista Patricia Barreto apostou em um formato divertido para o e-commerce de sua marca, lançado no dia 24 de fevereiro. Ela criou três personagens com os perfis das suas clientes – uma executiva, uma fotógrafa e outra fashionista – e cada uma aparece usando roupas da marca de acordo com o seu estilo. “No final de 2010, saiu uma bolsa da minha marca no Chic e nós recebemos ligações do Brasil todo querendo a peça! O retorno foi ótimo para a grife, então, resolvemos acelerar o processo da loja virtual!”, afirma a designer. Além das roupas, você encontra também bolsas, como a versão da Mulberry de oncinha e bijuterias.
www.pathisa.com.br

Pop up Store: de volta ao universo do e-commerce, a marca de Fabiana Justus retoma suas vendas online reformulada neste mês de março. Roupas, sapatos, bolsas e até “coisinhas” da loja, como os esmaltes da Hits, têm espaço. Além disso, novidades devem aparecer por lá a todo o momento, incluindo coleções especiais que serão vendidas apenas no site. Detalhe: há uma  promoção de lançamento do e-commerce com 10% de desconto em todas as peças. 
loja.popupstore.com.br

Studio TMLS: a marca de sapatos colocou no ar o seu e-commerce em 2011 com a coleção completa de calçados com designers exclusivos e matérias-primas qualificadas. Se você procura por plataformas ou saltos altos, a Studio TMLS oferece modelos e saltos adequados para todos os gostos!www.studiotmls.com.br 

* Em outro post anterior falei do lançamento da E-Farm veja aqui a matéria completa.


. MASCULINO

AD Lifestyle: com 59 lojas espalhadas por 26 estados do Brasil,  a marca abriu o e-commerce no início de 2011. Quase todos os produtos estão disponíveis lá – de camisas e bermudas a sungas e calçados.www.adlifestyle.com.br

Sergio K: os garotos que curtem o estilo do estilista podem adquirir tudo via internet. Camisas xadrezes, jeans, camisetas com estampas diversas, polos, gravatas finas, entre outros produtos, estão disponíveis lá com entrega para todo o Brasil via Sedex. 
loja.sergiok.com.br


. JOIAS

Raphael Falci: brincos, anéis, pulseiras e colares do designer já podem ser comprados online com entrega para todo o país (será cobrada a taxa de entrega do Sedex de acordo com o peso e o local de destino). “Resolvemos montar o e-commerce pela facilidade e comodidade de comprar sem sair de casa. Ainda mais se tratando de acessórios, que é uma venda muito mais simples”, afirma Deborah Falci, sócia-diretora da marca. “As peças vão super protegidas, com envelope e plástico bolha”. No site, há as medidas necessárias de cada peça para que não fique dúvidas em relação aos tamanhos. www.lojavirtual.raphaelfalci.com

. ÓCULOS

Triton Eyewear: no início de março, a linha de óculos da Triton ganhou uma loja online e disponibiliza todos os modelos, tanto masculino quanto feminino, para compras no Brasil todo. Para compras acima de R$ 150, o frete é grátis.
www.tritonoculos.com.br

. LINGERIE

Dasch: a marca de lingerie iniciou suas vendas online em fevereiro de 2011 e disponibiliza toda a coleção com entrega no país inteiro.
www.daschlingerie.com.br/loja

Lipgloss: camisolas, moletons, calcinhas, sutiãs, sabonetes… Toda a linha de produtos íntimos da marca pode ser encontrada online no site inaugurado em fevereiro de 2011.
lipglossonline.com.br 

. EM BREVE
Quatro marcas se preparam para iniciar as vendas online neste primeiro semestre de 2011. A  MOB disponibilizará uma seleção de 70 produtos da coleção no site a partir do dia 21 de março. No mesmo dia, entra no ar a loja virtual da Ballasox, com as peças do inverno. No início de abril, a designer de acessórios Gabriela Aidar também inicia a sua. Já a The Candy Shop Flavour, especializada em camisetas, deve começar o e-commerce com a coleção de inverno 2011, mas ainda não tem previsão de data.

Chic – iG

 
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Publicado por em 20/07/2011 em Sem categoria

 

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Dados sobre o e-commerce de moda no Brasil

A rede social focada em moda, byMk, apresentou um estudo sobre as tendências do e-commerce, e os hábitos dos consumidores no segmento de moda online no brasil. A pesquisa contou com a participação de 1.193 usuários cadastrados em sua plataforma.

O estudo revelou certo ceticismo dos consumidores com este mercado. Do total, 25% dos entrevistados afirmaram que dúvidas relacionadas ao caimento, e modelo da peça, é um entrave para comprarem neste segmento.

Para o especialista em marketing digital, Natan Sztamfater, a falta de um padrão entre as marcas que atuam no mercado brasileiro influenciou diretamente neste resultado, dificultando o progresso deste âmbito do e-commerce.

“Existe uma grande dificuldade com relação à padronização e medidas do vestuário, pois cada marca tem a sua medida. Com isso, a pessoa não sabe mais qual é o seu tamanho”. Afirma Sztamfater.

Outro fator impactante na rejeição, é a desconfiança em uma possível devolução da mercadoria, causa de desistência por parte de 21% destes consumidores.

“A devolução também está ligada à falta de padronização dos tamanhos. Quem compra errado, já não sabe se poderá devolver a peça”, afirma Sztamfater.

Ainda de acordo com o estudo, 12% das pessoas não compram por desconhecerem suas medidas, o que mostra que este mercado tem muito o que evoluir.

A segurança foi lembrada por 21% dos entrevistados, dado que perderá a relevância na medida em que cresce a confiança dos consumidores em pagar suas compras via cartão, explica Sztamfater.

Dos itens comprados pelos internautas da byMk, 21% compram roupas; 30%, maquiagem; 16%, joias; 26%, acessórios; 19%, calçados; e 9% adquirem peças de lingerie e praia.

Recentemente a rede social fechou uma parceria com o clube de compras Privalia, que fará promoções de seus produtos diretamente em seu perfil oficial na byMk.

 
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Publicado por em 19/07/2011 em E-Commerce

 

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