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Arquivo mensal: junho 2011

7 Dicas para criar campanhas de sucesso nas mídias sociais

É cada vez mais crescente o número de marcas que deixam de olhar as mídias sociais como algo irrelevante e passam a incluir os meios de comunicação social como parte necessária de qualquer plano de marketing e comunicação. Facebook, Twitter e outras redes sociais saíram do patamar de promessa de rapidez e ampla difusão para promoções, concursos e sorteios, para uma realidade, onde são, inclusive, o foco principal de muitas ações.
Caso você, sua empresa, marca ou agência desejem desenvolver alguma campanha, vão aqui 7 simples passos para a criação de uma promoção de sucesso nas mídias sociais:
1 ► Inúmeras vezes as empresas pensam que criar uma promoção ou um sorteio emocionante servirá como única ferramenta para tornar a ação viral, trazendo assim muitos seguidores no Twitter e fãs no Facebook. Isso pode até acontecer, mas é muito mais provável que sua campanha obtenha sucesso se você já tem um relacionamento consolidado, seja no Facebook, Twitter ou mesmo um blog.
2 ► Defina seus objetivos com cuidado. O que você quer com esta ação? Aumentar seu público-alvo? Gerar tráfego no seu site? Buzz? Vendas? Seu objetivo deverá levar em consideração essas informações no planejamento.
3 ► Crie uma experiência simples. Campanhas muito elaboradas podem ser divertidas de serem planejadas, mas muitas vezes são complexas demais para serem executadas e gerar demanda de público. Seja prático. Se pretende pedir que os consumidores lhe enviem vídeos, lembre-se que upload de fotos ou a resposta a uma pergunta são mecânicas muito mais fáceis de serem aplicadas.
4 ► Conheça bem onde você pretende realizar a campanha. Quando você vai criar uma ação promocional, é importante estar atento às legislações vigentes, seja de âmbito municipal, estadual ou federal, bem como o próprio regimento do segmento em que seu cliente e/ou empresa trabalham. Nas redes sociais, lembre-se também que algumas delas, como o Facebook, por exemplo, possuem um conjunto de regras próprias sobre promoções.
5 ► Escolha a ferramenta certa. Existem duas ferramentas de promoção em redes sociais muito conhecidas: WildfireAPP e Strutta. Mas existem muitas agências de social media que merecem destaque. Ao planejar sua promoção, tenha em mente que não só a facilidade da mecânica, mas também a facilidade e o quão atraente ela é para ser compartilhada nas redes sociais.
6 ► Inclua no orçamento suporte e apoio a ação promocional via redes sociais. Você não vai conseguir alavancar uma campanha completamente offline. Então, lembre-se de separar uma parte de seu orçamento para mídia online. Lembre-se que o ideal é gastar essa verba na plataforma principal onde a ação ocorrerá (anúncios no Facebook, tweets promovidos).
7 ► Faça o acompanhamento contínuo dos resultados da ação. Nenhuma ação inicialmente planejada é imutável. Ao contrário de promoções offline, que podem levar um ano ou mais entre planejamento e execução, as promoções em mídias sociais possuem resultados mensuráveis de maneira mais imediata, o que permite fazer modificações no seu decorrer. Quanto mais você acompanhar, mais você poderá melhorá-la e torná-la um sucesso maior.
O fundamental em qualquer ação de marketing promocional é que os planners assumam a posição dos consumidores e se façam a seguinte pergunta: “será que eu me animaria a participar dessa promoção e a chamar meus amigos para participarem também? É fácil participar? O prêmio vale a pena o esforço empregado?”. Se todas as respostas forem sim, então você está trilhando o caminho correto para uma campanha de sucesso.
 

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E-mail Marketing recupera em média 20% dos carrinhos abandonados

O abandono dos carrinhos de compras é um problema frequente para todos os comerciantes que atuem no e-commerce, mas apenas 16% deles enviam emails comerciais tentando reverter esta situação. E isso se torna surpreendente quando se leva em conta o valor gasto com campanhas de marketing.

Uma nova pesquisa da Conversion Academy mostra que os melhores emails de recuperação de carrinhos de compras geram em média US$17,90 por email enviado, com uma conversão média de 20,8%. Quando um usuário retorna a um carrinho, eles gastam em média 55% a mais do que clientes que compram sem abandono.

Um recente relatório chamado Experian CheetahMail mostrou que campanhas de marketing com emails de fidelização geram em média US$0,18 por e-mail enviado, contra US$0,17 de envio em massa, com uma taxa de transação respectivamente de 0,09% e 0,07%.

Mas comparados aos US$17,90 gerados em média por email para reconverter abandono de carrinhos de compras, são quase 100 vezes menos eficientes em gerar receitas. Algumas campanhas de fidelização são mais eficientes do que a média, como por exemplo, os que anunciam a chegada de um prêmio de fidelidade geram em média US$ 6,81 por email com uma taxa de conversão de 1,4%.

Obviamente são campanhas de natureza diferente, mas com o mesmo fim: a manutenção de clientes. Clientes que abandonam seus carrinhos de compras são particularmente mais geradores de valor, com melhores perspectivas de conclusão de vendas. No entanto, nem todas as campanhas de recuperação de carrinho de compras devem ser iguais, com o varejista devendo buscar a mais adequada para o seu negócio.

E-Commerce News

 
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Publicado por em 29/06/2011 em E-Commerce

 

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LinkedIn e seus benefícios

Além do uso básico de criar um perfil corporativo, contendo as principais informações de uma organização e os funcionários que nela trabalham, o Linkedin oferece outras aplicações e facilidades que permitem aumentar e/ou melhorar os laços com os profissionais do setor.

Este artigo contém informações sobre os benefícios de usar Linkedin e como tirar o maior proveito de seus recursos:

Busca pessoal: Muitas empresas utilizam o LinkedIn para procurar novos candidatos. A rede é composta de um grande número de usuários e você pode selecionar aqueles que você considera apropriados para a vaga. A ferramenta oferece diversas soluções para pesquisar e publicar atualizações.

Notificações: O LinkedIn oferece o benefício de enviar notificações para todos os contatos de forma simples. Todas as atualizações na rede ou do perfil são enviadas automaticamente como notificação para contatos.

Grupos de discussão: um aplicativo amplamente utilizado pelas empresas no LinkedIn são os grupos. Qualquer pessoa pode criar um grupo para discussões e começar a compartilhar notícias. Ao nível da empresa, um grupo pode ser uma ferramenta interessante gerando uma ligação mais estreita com os clientes e pessoas interessadas em manter contato com o campo.

Eventos: O LinkedIn oferece uma ferramenta para publicar os próximos eventos, eles podem ser direcionados para os contatos dentro e fora da rede. Serve também para localizar os eventos que podem ser de seu interesse.

Enviando e-mails para todos os seus contatos: Você pode contactar um grande grupo de pessoas ao mesmo tempo através de correio (limite de 50 contatos). Como gestor do grupo pode-se enviar um e-mail a todos seus contatos de uma vez.

LinkedIn permite conectar o perfil da empresa com outras plataformas como o WordPress, Facebook, Twitter entre outros.

Veja nesse vídeo dicas de como divulgar o seu currículo no LinkedIN

 
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Publicado por em 28/06/2011 em Mídias Sociais

 

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O leão esta de olho no e-commerce brasileiro

A guerra fiscal em torno do ICMS do e-commerce parece ter um novo round. Durante o mês de maio, a OAB propôs três Ações Diretas de Inconstitucionalidade contra Roraima, Mato Grosso e Ceará. Os três estados regulamentaram a incidência de ICMS em bens de consumo que entram em suas divisas e foram adquiridos em sites de comércio eletrônico. Outros estados vêm cobrando ICMS para os produtos que chegam a seus moradores mesmo sem regulamentação específica, utilizando-se de interpretações da legislação vigente, alerta a camara-e.net.

“Queremos que a Constituição seja seguida”, afirmou o advogado e coordenador do comitê jurídico da camara-e.net, Leonardo Palhares. “O Protocolo 21 estabelece uma nova regra que faz com que alguns estados consideram uma forma de cobrança e outros estados, outra. Espera-se que haja uma regra única aplicada ao país inteiro.”

Direito de exigir

Apresentado no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e publicado em 7 de abril, o Protocolo 21 estabelece que os estados que aderiram a ele devem exigir a parcela do ICMS sobre “operações interestaduais em que o consumidor final adquire mercadoria ou bem de forma não presencial por meio de Internet, telemarketing ou showroom”.

O documento foi assinado inicialmente por 17 estados (Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia e Sergipe) e o Distrito Federal. Mais tarde, no fim de abril, Mato Grosso do Sul aderiu à lista. No mapa abaixo, produzido pela camara-e.net, os estados em verde escuro são os que já regulamentaram a cobrança.

Nos estados que não assinaram o protocolo (em branco, no mapa), contudo, a tributação ocorre como previsto pela legislação – o ICMS é cobrado integralmente na origem, sem repasse ao estado de destino da mercadoria. Isso faz com que um produto que sai de um centro de distribuição de São Paulo ou do Rio de Janeiro seja novamente tributado ao chegar, por exemplo, à Bahia, o que caracterizaria bitributação.

Constituição

Em comunicado, a camara-e.net afirma que os termos do Protocolo 21 “desrespeitam frontalmente a Constituição, já que, se cumprido integralmente, caracterizará bitributação para as vendas, já que o imposto será cobrado integralmente onde for emitida a nota fiscal e de forma dividida nos estados citados”. Os 18 estados que assinaram o Protocolo 21 representam 25% do volume total de pedidos processados pelos varejistas associados da camara-e.net – em 2010, as empresas representadas pela entidade processaram mais de 40 milhões de pedidos.

“Os estados que assinaram o Protocolo 21 querem que uma parcela do ICMS seja recolhida no destino. Até aí, é uma discussão a ser travada. Mas, nessa guerra fiscal entre estados, os varejistas do e-commerce são colocados num fogo cruzado. Esta é uma discussão política entre unidades da federação”, argumenta Palhares.

Em Rondônia, por exemplo, a regulamentação da partilha de ICMS prevista pelo Protocolo 21 veio com o Decreto 15.846/2011, de 19/4/2011. O texto determina que mercadorias provenientes do Sul e do Sudeste (exceto Espírito Santo) sejam tributadas em 7%, enquanto bens procedentes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do estado do Espírito Santo recolham 12%.

Em Mato Grosso, a regulamentação foi feita pelo Decreto 312/2011, de 11 de maio, e determina o recolhimento de ICMS sobre bens enviados por empresa de outro estado e “cuja aquisição ocorrer a distância ou de forma não presencial no estabelecimento do remetente”. As taxas são as mesmas das de Rondônia – ambos seguem as alíquotas propostas pelo Protocolo 21.

Duas saídas

Atualmente, segundo a camara-e.net, os lojistas virtuais têm duas saídas: ou recolhem o imposto em duplicidade (nos estados que o exigem), ou tentam medidas judiciais em caráter liminar. Esse foi, por exemplo, o caminho trilhado pela B2W, controladora das lojas Submarino, Americanas e Shoptime, segundo informou a Folha de S.Paulo no início de maio – a empresa afirmou não comentar processos judiciais em andamento.

Por enquanto, para o consumidor nada muda, explica Palhares, da camara-e.net. “O preço do produto [nas lojas virtuais] é o mesmo, independentemente do estado no qual o consumidor está. Só muda o frete. Em tese, essa guerra não terá impacto no preço das mercadorias”, afirma. O advogado admite, contudo, que o problema começa a se tornar crítico em estados como Bahia, Piauí, Mato Grosso, Ceará e Goiás.

O coordenador jurídico da camara-e.net admite que, até agora, essa discussão ainda não saiu do âmbito do Confaz, mas isso deverá mudar. “Só resta partir para o Judiciário”, afirma. “Esta é uma questão mais do poder Executivo, que envolve o Ministério da Fazenda e as Secretarias da Fazenda estaduais. No curto prazo, prevejo uma enxurrada de ações de todas as operadoras de e-commerce em busca de decisões liminares que as livrem da bitributação e as permitam funcionar. Mas é necessária uma movimentação política para resolver o problema e não prejudicar o consumidor.”

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), entidade que representa grandes varejistas de e-commerce  do país, fará nesta semana um pedido formal à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que estenda às suas representações estaduais a iniciativa de contestar a prática de bitributação no comércio de bens pela Internet.

Blog do E-commerce

 
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Publicado por em 28/06/2011 em E-Commerce

 

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Como contratar profissionais de e-commerce

Não é fácil: ele deve ser bem remunerado, ligado às metas agressivas da empresa, precisa de conhecimentos amplos sofre pressão constante.

Semanalmente recebo de empresários, pedidos de currículos de alunos e ex-alunos dos cursos de ecommerce e mídias sociais da Ecommerce School para preencherem vagas em empresas de diversos portes.

Analistas e gerentes de ecommerce eram os mais frequentes, mas ultimamente temos recebido muitos pedidos também para vagas de analistas e gerentes de mídias sociais.

Por se tratar de áreas distintas, embora relacionadas, nesse artigo vou manter o foco na contratação de profissionais de ecommerce. Todos que trabalham nessa área sabem da dificuldade de se contratar esse tipo de profissional.

Escuto dizerem com frequencia que “os salários estão inflacionados”. Não concordo. Acho que o profissional de ecommerce deve ser bem remunerado, uma vez que sua atuação é multidisciplinar e suas atribuições estão diretamente ligadas às metas agressivas da empresa, o que exige conhecimentos amplos e pressão constante.

Nada mais justo que remunerar bem quem traz lucros pra empresa. Então aí vão minhas dicas se você quer contratar gente com potencial:

1. Pague um bom salário variável

Profissionais de ecommerce são bons vendedores. Os melhores vendedores que conheço não olharam apenas para o salário fixo na hora da contratação, eles buscam uma remuneração variável agressiva, com bônus compatíveis às metas que precisarão atingir.

Se você quer pagar três mil reais de salário fixo para um profissional que vai vender um milhão de reais por mês, divida os resultados. Não adianta tentar
atraí-los apenas com vale-transporte, tíquete-refeição, plano de saúde e massagem. Eles querem mais! Os melhores vendedores online são ambiciosos, sabem que isso representa uma pequenina parte do bônus.

2. Esqueça a concorrência

Contratar funcionários de empresas concorrentes é uma estratégia tradicional do mercado. O ecommerce não é tradicional. Para você tirar alguém do concorrente, vai ter que pagar mais do que ele recebe atualmente. Sendo assim, por que outro concorrente não poderia tirar essa pessoa de você se pagar mais? Essa estratégia, além de ser cara, traz riscos altos para o negócio e cria um leilão insano no mercado. Se alguém estiver insatisfeito com sua ocupação, vai enviar o currículo pra você, desde que saiba que você está contratando.

3. Procure nos lugares certos

Os sites de currículos são uma ótima fonte de contratação, mas os profissionais de ecommerce não estão lá. Eles estão em fóruns de discussão, comunidades, listas de discussão, redes sociais e eventos.

Use o Twitter, Facebook e Linkedin para saber os grupos dos quais eles participam. Preste atenção nos produtores de conteúdo, blogueiros e tuiteiros. São pessoas antenadas e bem relacionadas que podem te ajudar.

4. Não busque apenas experiência

Forme mão-de-obra e cuide bem dela. Incentive seus funcionários a difundir o conhecimento pela empresa, faça com que as pessoas saibam o que outras as pessoas fazem. Crie um ambiente propício e facilite para que isso aconteça. Faça reuniões frequentes com toda equipe para trocas de experiências. Tome cuidado para deixar todos confortáveis para falar. Grandes talentos em marketing e vendas online podem estar escondidos nas áreas de atendimento ou expedição, por exemplo.

5. Faculdades de renome

Amarradas em grades curriculares aprovadas e reconhecidas pelo MEC, formam muita gente com conhecimentos genéricos. Acredite: o ecommerce não é uma ciência genérica e tampouco reconhecida pelo MEC. Ao invés de olhar para só para faculdade na qual o fulano se formou, preste atenção no perfil da pessoa.

Agende entrevistas com psicólogos, publicitários, administradores, engenheiros e etc, com o mesmo entusiasmo. Busque pessoas com perfil digital e vontade de vencer. Os cursos de formação em ecommerce ainda não são dados nas faculdades.

6. Idade não é problema

Conheço profissionais de diversas idades que são referência em ecommerce no Brasil. Dê oportunidade para quem quer começar ou mudar de área. O estudante recém formado pode trazer energia e conectividade para seu negócio. O profissional com experiência em outras áreas pode trazer serenidade em decisões e estratégias importantes.

Enfim, a tarefa de montar uma equipe vencedora é árdua, mas necessária. Comprometimento e multidisciplinaridade são fundamentais. Busque pessoas que saibam executar várias tarefas ao mesmo tempo. Diferencie ambição de ganância. Mas tome cuidado para não contratar gente que nunca comprou pela Internet. Aí não pode! [Webinsider]

Mauricio Salvador

 
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Publicado por em 28/06/2011 em E-Commerce

 

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As mídias sociais estão velhas?

Maiores de 50 anos já somam 26% das redes sociais.

Internet, twitter, youtube, facebook e demais redes sociais são sinônimos de jovens, antenados e pessoas do século 21 correto? Errado as coisas estão mudando e bem rápido.

A grande realidade é que a social media esta ganhando novos adeptos, o público chamado de terceira idade. De acordo com uma pesquisa recente do Pew Internet & American Life Project, 52% dos usuários americanos de redes sociais são 35 + em comparação com 34% de 2008

Usuários no perfil demográfico de 50 a 65 anos aumentaram de 9% para 20%, enquanto os usuários com mais de 65 anos de idade (seus avós) triplicaram: de 2%, passaram a 6% (O gráfico abaixo mostra a diferença entre 2010 e 2008). Divulgamos no início desse ano que o uso do Twitter estava diminuindo entre adolescentes e aumentando entre a 3ª idade. São as gerações X e Y envelhecendo.

 
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Publicado por em 27/06/2011 em Mídias Sociais

 

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Curso de Plano de Marketing em SP

Participe dos 2 sorteios de vaga na 3ª turma do Curso de Plano de Marketing. Sorteio pelo Twitter e pelo nosso site

Para participar do sorteio pelo nosso site, basta publicar um comentário aqui, nessa própria página do nosso site. É necessário deixar seu nome completo, seu e-mail, cidade e estado. E publicar a frase “Eu quero!”

Para participar basta publicar a frase exatamente como esta abaixo:

Eu quero! CURSO DE PLANO DE MARKETING da Miyashita http://kingo.to/Gsu Sorteio da vaga dia 28/06

Veja como participar aqui

Nos dias 11 e 12 deste mês eu participei de um curso com o Prof. Marcelo Miyashita e o Reinaldo Cirilo em SP sobre Marketing de Relacionamento Pessoal e tenho o prazer de recomendar o curso de Plano de Marketing.

 
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Publicado por em 27/06/2011 em Cursos e Eventos

 

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A marca como experiência

Com a recém-conquistada conta das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, a Tátil, empresa especializada em construção de marca e branding está feliz da vida. Com vinte anos de experiência no mercado, mais de 100 prêmios nacionais e internacionais, uma carteira de clientes formada por grandes empresas de diferentes segmentos – como Coca-Cola e Natura – a empresa pensa em como inovar a posição de seus clientes no mercado. Segundo Tania Savaget, diretora de inspiração e estratégia da Tátil, o desafio hoje é não apenas criar uma marca forte, mas que também crie outros vínculos com as pessoas além da mera situação de compra.

Tania conversou com a Pequenas Empresas & Grandes Negócios sobre como construir uma marca nos dias de hoje, que de fato se comunique com as pessoas. Confira o bate-papo:

1) Quando a empresa constrói a imagem de uma marca, pelo que ela deve prezar atualmente?
O esforço principal, diferente do que era há alguns anos, deve estar focado em não tratar as pessoas como simples consumidores, mas como seres humanos. A ideia é construir uma relação permanente com as empresas e potenciais funcinários, não se comunicar apenas com o único propósito de vender. As marcas devem pensar na relação não apenas com o cliente, mas com toda a cadeia: com a cidade, com os fornecedores. Deve construir outras relações que não sejam apenas de venda.

2) Quais são as novas características de marcas de sucesso hoje?
Acredito que o que mais se alterou nos últimos anos foi a queda do modelo de controle. É importante que as empresas hoje não se portem como donas da verdade e construam a marca de maneira colaborativa, ouvindo o que os outros elementos da cadeia têm a dizer para você. A ideia é que o proprietário da empresa controle cada vez menos e, ao mesmo tempo, continue inovando sem nunca esquecer a espinha dorsal do negócio. Um bom exemplo é o logo para as Olimpíadas de 2016 que criamos. Envolvemos toda a empresa, não apenas o funcionário sênior, porque era um projeto importante. Pensamos em como a marca poderia ser importante para quem ia se relacionar com ela. Partimos de algumas diretrizes, para um projeto colaborativo que envolveu toda a agência.

3) Como a empresa, por meio da construção da marca, pode oferecer uma experiência para o cliente?
A empresa deve ter em mente que quanto mais sentidos elas agregar às expressões de sua marca, mais ficará na memória das pessoas. Damos como exemplo a Coca-Cola: a cor da lata, os desenhos, os comerciais, o gosto do líquido… tudo oferece uma experiência que apenas esse produto pode dar ao consumidor. Quanto mais as pessoas reconhecem a marca em suas mínimas unidades, maior a possibilidade de reter a imagem. Assim, o empresário deve estar atento aos mínimos elementos de construção da imagem da marca: o tom de voz com que os funcionários atendem o telefone, a imagem e o conteúdo do site, as cores… todas as referências devem estar alinhadas para fornecer informações sobre a marca em uma só direção.

4) Qual a principal arma das empresas na construção de marcas?
A emoção. A Estrela, há muitos anos, de deu um exemplo que me marcou até hoje: a minha filha queria uma Suzy aeromoça de Natal e eu não conseguia encontrar em lugar nenhum. Entrei em contato com a Estrela, que me passou uma lista de lojas que ainda dispobilizavam da Suzy aeromoça. A Estrela achou importante prestar um serviço como esse, e essa atitude representa toda uma cultura corporativa. Para mim, como consumidora, a experiência foi marcante, pois me auxiliou não apenas a comprar um presente, mas a manter a crença da minha filha no Papai Noel. A Estrela construiu assim uma relação emocional.

5) Como as pequenas empresas podem inovar na construção de uma marca?
Quem é menor tem o mérito de estar mais próximo do seu fundador. O proprietário deve estimular um ambiente com pouca burocracia, menos formais. Deve valorizarizar ocasiões como o café, assuntos não ligados ao dia a dia de trabalho, um ambiente menos hierarquizado.

PEGN

 
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Publicado por em 27/06/2011 em Marcas

 

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Qual a melhor plataforma de e-mail marketing?

Hoje em dia o marketing nas mídias sociais exige muita atenção, mas não está nem perto de substituir o bom e velho email como uma maneira de alcançar os clientes atuais e em potencial. Com tantos serviços para construção e implantação de Newsletters, nem sempre é fácil saber qual é o certo para seu pequeno negócio.

Analisamos três dos melhores serviços de e-mail marketing, com informações sobre preços e características de cada um. Eles são todos sistemas competentes, cada um com suas próprias vantagens e características de destaque.

Antes de entrar nos detalhes, existem algumas características fundamentais que todos esses produtos possuem:

  • Templates de email HTML personalizáveis.
  • Gestão robusta de assinaturas, incluindo importações e exportações de mailing.
  • Relatórios dos destinatários, dos emails que voltaram, dos que foram e dos cliques.
  • Mecanismos anti-spam para contornar os filtros, mas de acordo com as leis de spam.

Não importa qual dessas plataformas você usa, você pode contar com essas características e muito mais. Mas as características adicionais dependem das suas necessidades e de seu orçamento.

MailChimp

Com mais de 400.000 usuários, o MailChimp é uma plataforma de email marketing muito popular para todos desde os empreendedores solo até para as grandes corporações. Ele vem com uma interface de usuário flexível para a construção de templates de email HTML. Para os menos ambiciosos uma galeria gratuita de templates HTML está disponível.

A construção de campanhas, gestão de assinantes e os relatórios são bem simples. O MailChimp é altamente extensível e extremamente fácil de usar, tornando este produto ideal para usuários com pouco conhecimento técnico e também para os chefes pouco entendidos de email marketing.

Recursos Notáveis:

  • Listas de mailing ilimitadas
  • Distribuição de conteúdo RSS-para-email
  • Aplicativo móvel para gerenciamento de campanhas pelo telefone
  • Integração com o Google Analytics
  • Testes A/B para análise de qual assunto ou conteúdo possui o melhor desempenho
  • Integração com o iStockPhoto para acesso rápido às imagens
  • Screenshots de emails em todos os principais clientes de email
  • API poderosa para qualquer número de integrações de terceiros
  • Relatórios de comparação da indústria para ver como sua campanha sairá contra as das organizações similares

Informações de Preços:

O MailChimp é gratuito para usuários com até 500 assinaturas e 3.000 emails enviados por mês. Além disso, o preço é o seguinte:

  • US$ 15 por mês – 501 até 1.000 assinaturas
  • US$ 30 por mês – até 2.500 assinaturas
  • US$ 50 por mês – até 5.000 assinaturas
  • US$ 75 por mês – até 10.000 assinaturas
  • US$ 150 por mês – até 25.000 assinaturas
  • US$ 240 por mês – até 50.000 assinaturas

O preço para um volume maior está disponível para clientes corporativos.

Quem usa?

Mozilla, Intel, Canon, revista Dwell, Peachpit.

Campaign Monitor

Campaign Monitor começou como um projeto interno de uma empresa de web design em Sydney, na Austrália, e rapidamente se tornou em um produto sustentável. Hoje, a empresa possui mais de 100.000 clientes, a maioria é de web designers.

Assim como o MailChimp, o Campaign Monitor oferece templates e gerenciamento de assinantes, relatórios atraentes de campanha e entrega de emails segura e rápida. Já que o serviço é direcionado à web designers, a plataforma do Campaign Monitor pode ser facilmente modificada e vendida como serviço aos clientes.

Recursos notáveis:

  • Imagens entregues por CDN para mais rapidez
  • Integração com o Google Analytics
  • Listas de mailing ilimitadas
  • API para integração com aplicativos terceiros, software CRM, ou com o seu próprio banco de dados
  • Integração com sistemas de gerenciamento de conteúdo como o Drupal e o WordPress
  • O serviço é permitido nos principais provedores, ajudando a evitar os filtros de spam

Veja a lista completa dos recursos aqui.

Informações de Preços:

Taxa fixa de US$ 5 + 1 cent para cada destinatário, com descontos para mailings com mais de 50.000 destinatários.

Quem usa?

Twitter, Facebook, Ebay, 37Signals, MySpace, Nike.

Emma

Emma foca nas pequenas empresas oferecendo “uma maneira simples e elegante para permanecerem em contato com seus clientes, membros e fãs.” A empresa por muito tempo focou no design e no excelente serviço ao cliente. Seu gerenciamento de template HTML não é tão flexível como os outros produtos analisados, mas assim que os templates estão prontos, a implantação de campanhas e a análise de resultados são tranqüilas.

Recursos Notáveis:

  • Resposta de monitoramento em tempo real
  • Base de dados do assinante personalizável
  • Pesquisas e formulários para a coleta de insights sobre os assinantes
  • Mailings programáveis e emails de aniversários e eventos especiais
  • Verificação rigorosa por spams em potencial, links quebrados e problemas de design antes do envio

Veja a lista completa dos recursos aqui.

Informações de Preços:

US$ 99, US$ 249 ou US$ 399 iniciais para um template HTML com três níveis de personalização.

+ Plano mensal, com base no número de emails enviados:

  • US$ 30 para 1.000 emails por mês
  • US$ 45 para 2.500
  • US$ 70 para 5.000
  • US$ 125 para 10.000
  • US$ 210 para 25.000
  • US$ 350 para 50.000
  • US$ 480 para 75.000
  • Preços especiais para 100.000 emails mensais ou mais.

Quem usa?

CarTalk, Gibson (guitars), United Way, MIT Sloan.

Outras Opções

Esses não são os únicos produtos para a criação e envio de emails de marketing e Newsletters, mas são três dos mais eficazes e acessíveis. Pela nossa pesquisa, duas outras opções promissoras são o Constant Contact e o iContact.

Essas são plataformas de altíssimo nível, você precisa analisar qual delas vai se adequar ao eu orçamento e a sua necessidade.

 
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Publicado por em 27/06/2011 em Marketing

 

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Ferramentas para medir resultados nas mídias sociais

A fim de se aprofundar sobre as métricas em Mídia Social, eu compilei uma lista com algumas ferramentas web que podem ser usadas para avaliar os resultados quantitativos feita sobre a estratégia de Internet. Neste sentido, é necessário lembrar os 5 pontos básicos para uma Estratégia de Mídia Social.

  • Pesquisar.
  • Planejamento de Objetivos.
  • Desenho do plano, ou seja, a estratégia.
  • Aplicação ou execução.
  • Medição e monitoramento.


Para atingir este último, é necessário entender que cada dia são criados várias ferramentas para a Web que permitem medir o alcance de uma estratégia de mídia social. Cada uma delas está ligada a umcanal específico.

As seguintes ferramentas permitem medir o quão longe você chegou com a implementação de sua estratégia de Social Media no Facebook, Twitter e blogs. Isto é, como estas ferramentas poderão gerar gráficos e relatórios para você controlar suas contas.

Facebook: Dentro de cada página do Facebook tem a opção de ter o percentual da atividade realizada. Você também pode encontrar algumas ferramentas externas como Page Statistics,Application Statistics, Adonomics,AppData, Socialistics e o Facebook Grader.

No Twitter: Este canal é o que tem mais aplicações para monitorar e medir a influência de uma conta específica. Por isso, existem centenas de ferramentas, algumas delas são Twittercounter,Twitter Grader, Twinfluence, Tweetburner,TweetStats, Twitscoop, Twitalyzer, TweetEffect,Twitter Analyzer, TweetRush,TweetReach, Twitterless, TwitterRatio, TwitterSpy,Twittsscoop e o TwittGraphs.

Em Blogs: A fim de acompanhar o que está sendo dito sobre os blogs, você pode encontrar vários serviços, incluindo: Google AnalyticsDeveloper Analytics, BlogPulse,Technorati, Google Blog Search, IceRocket, BlogdiggerWikioBlogPulse e o Bloguzz.

Lembre-se que não se trata apenas de uma medição quantitativa, já que na Mídia Social o qualitativo torna-se mais importante. Deve se olhar e analisar o tipo de comentário e, em geral, se a recepção está tendo audiência. Desta forma, você pode medir o prestígio, influência, compromisso e popularidade, entre outros fatores.

Marketing 2.0

 
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Publicado por em 27/06/2011 em Mídias Sociais

 

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