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Arquivo mensal: junho 2011

7 Dicas para criar campanhas de sucesso nas mídias sociais

É cada vez mais crescente o número de marcas que deixam de olhar as mídias sociais como algo irrelevante e passam a incluir os meios de comunicação social como parte necessária de qualquer plano de marketing e comunicação. Facebook, Twitter e outras redes sociais saíram do patamar de promessa de rapidez e ampla difusão para promoções, concursos e sorteios, para uma realidade, onde são, inclusive, o foco principal de muitas ações.
Caso você, sua empresa, marca ou agência desejem desenvolver alguma campanha, vão aqui 7 simples passos para a criação de uma promoção de sucesso nas mídias sociais:
1 ► Inúmeras vezes as empresas pensam que criar uma promoção ou um sorteio emocionante servirá como única ferramenta para tornar a ação viral, trazendo assim muitos seguidores no Twitter e fãs no Facebook. Isso pode até acontecer, mas é muito mais provável que sua campanha obtenha sucesso se você já tem um relacionamento consolidado, seja no Facebook, Twitter ou mesmo um blog.
2 ► Defina seus objetivos com cuidado. O que você quer com esta ação? Aumentar seu público-alvo? Gerar tráfego no seu site? Buzz? Vendas? Seu objetivo deverá levar em consideração essas informações no planejamento.
3 ► Crie uma experiência simples. Campanhas muito elaboradas podem ser divertidas de serem planejadas, mas muitas vezes são complexas demais para serem executadas e gerar demanda de público. Seja prático. Se pretende pedir que os consumidores lhe enviem vídeos, lembre-se que upload de fotos ou a resposta a uma pergunta são mecânicas muito mais fáceis de serem aplicadas.
4 ► Conheça bem onde você pretende realizar a campanha. Quando você vai criar uma ação promocional, é importante estar atento às legislações vigentes, seja de âmbito municipal, estadual ou federal, bem como o próprio regimento do segmento em que seu cliente e/ou empresa trabalham. Nas redes sociais, lembre-se também que algumas delas, como o Facebook, por exemplo, possuem um conjunto de regras próprias sobre promoções.
5 ► Escolha a ferramenta certa. Existem duas ferramentas de promoção em redes sociais muito conhecidas: WildfireAPP e Strutta. Mas existem muitas agências de social media que merecem destaque. Ao planejar sua promoção, tenha em mente que não só a facilidade da mecânica, mas também a facilidade e o quão atraente ela é para ser compartilhada nas redes sociais.
6 ► Inclua no orçamento suporte e apoio a ação promocional via redes sociais. Você não vai conseguir alavancar uma campanha completamente offline. Então, lembre-se de separar uma parte de seu orçamento para mídia online. Lembre-se que o ideal é gastar essa verba na plataforma principal onde a ação ocorrerá (anúncios no Facebook, tweets promovidos).
7 ► Faça o acompanhamento contínuo dos resultados da ação. Nenhuma ação inicialmente planejada é imutável. Ao contrário de promoções offline, que podem levar um ano ou mais entre planejamento e execução, as promoções em mídias sociais possuem resultados mensuráveis de maneira mais imediata, o que permite fazer modificações no seu decorrer. Quanto mais você acompanhar, mais você poderá melhorá-la e torná-la um sucesso maior.
O fundamental em qualquer ação de marketing promocional é que os planners assumam a posição dos consumidores e se façam a seguinte pergunta: “será que eu me animaria a participar dessa promoção e a chamar meus amigos para participarem também? É fácil participar? O prêmio vale a pena o esforço empregado?”. Se todas as respostas forem sim, então você está trilhando o caminho correto para uma campanha de sucesso.
 

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E-mail Marketing recupera em média 20% dos carrinhos abandonados

O abandono dos carrinhos de compras é um problema frequente para todos os comerciantes que atuem no e-commerce, mas apenas 16% deles enviam emails comerciais tentando reverter esta situação. E isso se torna surpreendente quando se leva em conta o valor gasto com campanhas de marketing.

Uma nova pesquisa da Conversion Academy mostra que os melhores emails de recuperação de carrinhos de compras geram em média US$17,90 por email enviado, com uma conversão média de 20,8%. Quando um usuário retorna a um carrinho, eles gastam em média 55% a mais do que clientes que compram sem abandono.

Um recente relatório chamado Experian CheetahMail mostrou que campanhas de marketing com emails de fidelização geram em média US$0,18 por e-mail enviado, contra US$0,17 de envio em massa, com uma taxa de transação respectivamente de 0,09% e 0,07%.

Mas comparados aos US$17,90 gerados em média por email para reconverter abandono de carrinhos de compras, são quase 100 vezes menos eficientes em gerar receitas. Algumas campanhas de fidelização são mais eficientes do que a média, como por exemplo, os que anunciam a chegada de um prêmio de fidelidade geram em média US$ 6,81 por email com uma taxa de conversão de 1,4%.

Obviamente são campanhas de natureza diferente, mas com o mesmo fim: a manutenção de clientes. Clientes que abandonam seus carrinhos de compras são particularmente mais geradores de valor, com melhores perspectivas de conclusão de vendas. No entanto, nem todas as campanhas de recuperação de carrinho de compras devem ser iguais, com o varejista devendo buscar a mais adequada para o seu negócio.

E-Commerce News

 
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Publicado por em 29/06/2011 em E-Commerce

 

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LinkedIn e seus benefícios

Além do uso básico de criar um perfil corporativo, contendo as principais informações de uma organização e os funcionários que nela trabalham, o Linkedin oferece outras aplicações e facilidades que permitem aumentar e/ou melhorar os laços com os profissionais do setor.

Este artigo contém informações sobre os benefícios de usar Linkedin e como tirar o maior proveito de seus recursos:

Busca pessoal: Muitas empresas utilizam o LinkedIn para procurar novos candidatos. A rede é composta de um grande número de usuários e você pode selecionar aqueles que você considera apropriados para a vaga. A ferramenta oferece diversas soluções para pesquisar e publicar atualizações.

Notificações: O LinkedIn oferece o benefício de enviar notificações para todos os contatos de forma simples. Todas as atualizações na rede ou do perfil são enviadas automaticamente como notificação para contatos.

Grupos de discussão: um aplicativo amplamente utilizado pelas empresas no LinkedIn são os grupos. Qualquer pessoa pode criar um grupo para discussões e começar a compartilhar notícias. Ao nível da empresa, um grupo pode ser uma ferramenta interessante gerando uma ligação mais estreita com os clientes e pessoas interessadas em manter contato com o campo.

Eventos: O LinkedIn oferece uma ferramenta para publicar os próximos eventos, eles podem ser direcionados para os contatos dentro e fora da rede. Serve também para localizar os eventos que podem ser de seu interesse.

Enviando e-mails para todos os seus contatos: Você pode contactar um grande grupo de pessoas ao mesmo tempo através de correio (limite de 50 contatos). Como gestor do grupo pode-se enviar um e-mail a todos seus contatos de uma vez.

LinkedIn permite conectar o perfil da empresa com outras plataformas como o WordPress, Facebook, Twitter entre outros.

Veja nesse vídeo dicas de como divulgar o seu currículo no LinkedIN

 
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Publicado por em 28/06/2011 em Mídias Sociais

 

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O leão esta de olho no e-commerce brasileiro

A guerra fiscal em torno do ICMS do e-commerce parece ter um novo round. Durante o mês de maio, a OAB propôs três Ações Diretas de Inconstitucionalidade contra Roraima, Mato Grosso e Ceará. Os três estados regulamentaram a incidência de ICMS em bens de consumo que entram em suas divisas e foram adquiridos em sites de comércio eletrônico. Outros estados vêm cobrando ICMS para os produtos que chegam a seus moradores mesmo sem regulamentação específica, utilizando-se de interpretações da legislação vigente, alerta a camara-e.net.

“Queremos que a Constituição seja seguida”, afirmou o advogado e coordenador do comitê jurídico da camara-e.net, Leonardo Palhares. “O Protocolo 21 estabelece uma nova regra que faz com que alguns estados consideram uma forma de cobrança e outros estados, outra. Espera-se que haja uma regra única aplicada ao país inteiro.”

Direito de exigir

Apresentado no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e publicado em 7 de abril, o Protocolo 21 estabelece que os estados que aderiram a ele devem exigir a parcela do ICMS sobre “operações interestaduais em que o consumidor final adquire mercadoria ou bem de forma não presencial por meio de Internet, telemarketing ou showroom”.

O documento foi assinado inicialmente por 17 estados (Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia e Sergipe) e o Distrito Federal. Mais tarde, no fim de abril, Mato Grosso do Sul aderiu à lista. No mapa abaixo, produzido pela camara-e.net, os estados em verde escuro são os que já regulamentaram a cobrança.

Nos estados que não assinaram o protocolo (em branco, no mapa), contudo, a tributação ocorre como previsto pela legislação – o ICMS é cobrado integralmente na origem, sem repasse ao estado de destino da mercadoria. Isso faz com que um produto que sai de um centro de distribuição de São Paulo ou do Rio de Janeiro seja novamente tributado ao chegar, por exemplo, à Bahia, o que caracterizaria bitributação.

Constituição

Em comunicado, a camara-e.net afirma que os termos do Protocolo 21 “desrespeitam frontalmente a Constituição, já que, se cumprido integralmente, caracterizará bitributação para as vendas, já que o imposto será cobrado integralmente onde for emitida a nota fiscal e de forma dividida nos estados citados”. Os 18 estados que assinaram o Protocolo 21 representam 25% do volume total de pedidos processados pelos varejistas associados da camara-e.net – em 2010, as empresas representadas pela entidade processaram mais de 40 milhões de pedidos.

“Os estados que assinaram o Protocolo 21 querem que uma parcela do ICMS seja recolhida no destino. Até aí, é uma discussão a ser travada. Mas, nessa guerra fiscal entre estados, os varejistas do e-commerce são colocados num fogo cruzado. Esta é uma discussão política entre unidades da federação”, argumenta Palhares.

Em Rondônia, por exemplo, a regulamentação da partilha de ICMS prevista pelo Protocolo 21 veio com o Decreto 15.846/2011, de 19/4/2011. O texto determina que mercadorias provenientes do Sul e do Sudeste (exceto Espírito Santo) sejam tributadas em 7%, enquanto bens procedentes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do estado do Espírito Santo recolham 12%.

Em Mato Grosso, a regulamentação foi feita pelo Decreto 312/2011, de 11 de maio, e determina o recolhimento de ICMS sobre bens enviados por empresa de outro estado e “cuja aquisição ocorrer a distância ou de forma não presencial no estabelecimento do remetente”. As taxas são as mesmas das de Rondônia – ambos seguem as alíquotas propostas pelo Protocolo 21.

Duas saídas

Atualmente, segundo a camara-e.net, os lojistas virtuais têm duas saídas: ou recolhem o imposto em duplicidade (nos estados que o exigem), ou tentam medidas judiciais em caráter liminar. Esse foi, por exemplo, o caminho trilhado pela B2W, controladora das lojas Submarino, Americanas e Shoptime, segundo informou a Folha de S.Paulo no início de maio – a empresa afirmou não comentar processos judiciais em andamento.

Por enquanto, para o consumidor nada muda, explica Palhares, da camara-e.net. “O preço do produto [nas lojas virtuais] é o mesmo, independentemente do estado no qual o consumidor está. Só muda o frete. Em tese, essa guerra não terá impacto no preço das mercadorias”, afirma. O advogado admite, contudo, que o problema começa a se tornar crítico em estados como Bahia, Piauí, Mato Grosso, Ceará e Goiás.

O coordenador jurídico da camara-e.net admite que, até agora, essa discussão ainda não saiu do âmbito do Confaz, mas isso deverá mudar. “Só resta partir para o Judiciário”, afirma. “Esta é uma questão mais do poder Executivo, que envolve o Ministério da Fazenda e as Secretarias da Fazenda estaduais. No curto prazo, prevejo uma enxurrada de ações de todas as operadoras de e-commerce em busca de decisões liminares que as livrem da bitributação e as permitam funcionar. Mas é necessária uma movimentação política para resolver o problema e não prejudicar o consumidor.”

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), entidade que representa grandes varejistas de e-commerce  do país, fará nesta semana um pedido formal à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que estenda às suas representações estaduais a iniciativa de contestar a prática de bitributação no comércio de bens pela Internet.

Blog do E-commerce

 
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Publicado por em 28/06/2011 em E-Commerce

 

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Como contratar profissionais de e-commerce

Não é fácil: ele deve ser bem remunerado, ligado às metas agressivas da empresa, precisa de conhecimentos amplos sofre pressão constante.

Semanalmente recebo de empresários, pedidos de currículos de alunos e ex-alunos dos cursos de ecommerce e mídias sociais da Ecommerce School para preencherem vagas em empresas de diversos portes.

Analistas e gerentes de ecommerce eram os mais frequentes, mas ultimamente temos recebido muitos pedidos também para vagas de analistas e gerentes de mídias sociais.

Por se tratar de áreas distintas, embora relacionadas, nesse artigo vou manter o foco na contratação de profissionais de ecommerce. Todos que trabalham nessa área sabem da dificuldade de se contratar esse tipo de profissional.

Escuto dizerem com frequencia que “os salários estão inflacionados”. Não concordo. Acho que o profissional de ecommerce deve ser bem remunerado, uma vez que sua atuação é multidisciplinar e suas atribuições estão diretamente ligadas às metas agressivas da empresa, o que exige conhecimentos amplos e pressão constante.

Nada mais justo que remunerar bem quem traz lucros pra empresa. Então aí vão minhas dicas se você quer contratar gente com potencial:

1. Pague um bom salário variável

Profissionais de ecommerce são bons vendedores. Os melhores vendedores que conheço não olharam apenas para o salário fixo na hora da contratação, eles buscam uma remuneração variável agressiva, com bônus compatíveis às metas que precisarão atingir.

Se você quer pagar três mil reais de salário fixo para um profissional que vai vender um milhão de reais por mês, divida os resultados. Não adianta tentar
atraí-los apenas com vale-transporte, tíquete-refeição, plano de saúde e massagem. Eles querem mais! Os melhores vendedores online são ambiciosos, sabem que isso representa uma pequenina parte do bônus.

2. Esqueça a concorrência

Contratar funcionários de empresas concorrentes é uma estratégia tradicional do mercado. O ecommerce não é tradicional. Para você tirar alguém do concorrente, vai ter que pagar mais do que ele recebe atualmente. Sendo assim, por que outro concorrente não poderia tirar essa pessoa de você se pagar mais? Essa estratégia, além de ser cara, traz riscos altos para o negócio e cria um leilão insano no mercado. Se alguém estiver insatisfeito com sua ocupação, vai enviar o currículo pra você, desde que saiba que você está contratando.

3. Procure nos lugares certos

Os sites de currículos são uma ótima fonte de contratação, mas os profissionais de ecommerce não estão lá. Eles estão em fóruns de discussão, comunidades, listas de discussão, redes sociais e eventos.

Use o Twitter, Facebook e Linkedin para saber os grupos dos quais eles participam. Preste atenção nos produtores de conteúdo, blogueiros e tuiteiros. São pessoas antenadas e bem relacionadas que podem te ajudar.

4. Não busque apenas experiência

Forme mão-de-obra e cuide bem dela. Incentive seus funcionários a difundir o conhecimento pela empresa, faça com que as pessoas saibam o que outras as pessoas fazem. Crie um ambiente propício e facilite para que isso aconteça. Faça reuniões frequentes com toda equipe para trocas de experiências. Tome cuidado para deixar todos confortáveis para falar. Grandes talentos em marketing e vendas online podem estar escondidos nas áreas de atendimento ou expedição, por exemplo.

5. Faculdades de renome

Amarradas em grades curriculares aprovadas e reconhecidas pelo MEC, formam muita gente com conhecimentos genéricos. Acredite: o ecommerce não é uma ciência genérica e tampouco reconhecida pelo MEC. Ao invés de olhar para só para faculdade na qual o fulano se formou, preste atenção no perfil da pessoa.

Agende entrevistas com psicólogos, publicitários, administradores, engenheiros e etc, com o mesmo entusiasmo. Busque pessoas com perfil digital e vontade de vencer. Os cursos de formação em ecommerce ainda não são dados nas faculdades.

6. Idade não é problema

Conheço profissionais de diversas idades que são referência em ecommerce no Brasil. Dê oportunidade para quem quer começar ou mudar de área. O estudante recém formado pode trazer energia e conectividade para seu negócio. O profissional com experiência em outras áreas pode trazer serenidade em decisões e estratégias importantes.

Enfim, a tarefa de montar uma equipe vencedora é árdua, mas necessária. Comprometimento e multidisciplinaridade são fundamentais. Busque pessoas que saibam executar várias tarefas ao mesmo tempo. Diferencie ambição de ganância. Mas tome cuidado para não contratar gente que nunca comprou pela Internet. Aí não pode! [Webinsider]

Mauricio Salvador

 
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Publicado por em 28/06/2011 em E-Commerce

 

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As mídias sociais estão velhas?

Maiores de 50 anos já somam 26% das redes sociais.

Internet, twitter, youtube, facebook e demais redes sociais são sinônimos de jovens, antenados e pessoas do século 21 correto? Errado as coisas estão mudando e bem rápido.

A grande realidade é que a social media esta ganhando novos adeptos, o público chamado de terceira idade. De acordo com uma pesquisa recente do Pew Internet & American Life Project, 52% dos usuários americanos de redes sociais são 35 + em comparação com 34% de 2008

Usuários no perfil demográfico de 50 a 65 anos aumentaram de 9% para 20%, enquanto os usuários com mais de 65 anos de idade (seus avós) triplicaram: de 2%, passaram a 6% (O gráfico abaixo mostra a diferença entre 2010 e 2008). Divulgamos no início desse ano que o uso do Twitter estava diminuindo entre adolescentes e aumentando entre a 3ª idade. São as gerações X e Y envelhecendo.

 
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Publicado por em 27/06/2011 em Mídias Sociais

 

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Curso de Plano de Marketing em SP

Participe dos 2 sorteios de vaga na 3ª turma do Curso de Plano de Marketing. Sorteio pelo Twitter e pelo nosso site

Para participar do sorteio pelo nosso site, basta publicar um comentário aqui, nessa própria página do nosso site. É necessário deixar seu nome completo, seu e-mail, cidade e estado. E publicar a frase “Eu quero!”

Para participar basta publicar a frase exatamente como esta abaixo:

Eu quero! CURSO DE PLANO DE MARKETING da Miyashita http://kingo.to/Gsu Sorteio da vaga dia 28/06

Veja como participar aqui

Nos dias 11 e 12 deste mês eu participei de um curso com o Prof. Marcelo Miyashita e o Reinaldo Cirilo em SP sobre Marketing de Relacionamento Pessoal e tenho o prazer de recomendar o curso de Plano de Marketing.

 
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Publicado por em 27/06/2011 em Cursos e Eventos

 

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