RSS

Arquivo diário: 01/05/2011

Arezzo falha grave na comunicação

Você provavelmente não é vegetariano, está pouco ligando para a origem dos bens que não só ingere, mas também os que consome, mas não pode negar que casos de mal trato aos animais sensibilizam e chamam a atenção porque… bem, você tem coração, né?

Uns chamam de hipócrita quem reclama de empresas que fabricam ornamentos com peles de animais enquanto saboreia um belo filé, mas nas duas situações há um detalhe que as diferencia: no primeiro caso, é puro luxuria luxo; no segundo, ainda que esse pecado (e talvez outro, a gula) esteja presente, você está saciando uma necessidade biológica, se alimentando, repondo energia.

De qualquer forma, mexer com os direitos dos animais é algo extremamente delicado quando feito de forma descarada e, pior ainda, se enaltece justamente a crueldade contra os bichos, ainda que indiretamente. Uma atitude quase suicida. Se no passado os casacos de pele eram sinônimo de glamour, hoje são pararraios de protestos — além de, obviamente, uma crueldade per se.

A Arezzo, que produz calçadas e acessórios femininos, anunciou uma coleção com o sugestivo nome “Pelemania”. São peças feitas com peles “certificadas e legalizadas” de coelhos e raposas, além de couro de cabra. Deviam ser caros, como todo produto da marca, com o plus das peles para conferir um ar de exclusividade e pretenso status.

O tiro saiu pela culatra.

A reação de consumidores e defensores dos animais nas redes sociais, onde a Arezzo tem presença, foi imediata. Na página da marca no Facebook, ainda agora podem ser lidos inúmeros protestos na forma de comentários. Muitos protestos. O mesmo se dá no Twitter.

Para apagar o incêndio, a empresa emitiu um comunicado, também no Facebook, informando que recolherá todas as peças que utilizam “peles exóticas” em sua composição das lojas do Brasil inteiro. Só ficarão as que têm peles sintéticas.

Essa estratégia tenta remediar a consequência de uma ação desastrosa, e não essa, não a ação que originou os protestos. A indignação do pessoal que “curte” a Arezzo no Facebook não está no fato da empresa vender essas peças, mas de tê-las produzido, sacrificado animais, independente de suas peles serem “certificadas e legalizadas” ou não. É uma mancha na marca que demorará a cicatrizar.

Sem acusações, sem tomar partido, como você avalia a ação da Arezzo e, principalmente, a solução dada pela empresa ao problema que se instaurou em torno da sua marca no Facebook e no Twitter? O remédio surtirá efeito? Fosse em outras épocas, o clamor popular teria sido tão forte a ponto de derrubar a coleção “Pelemania”?

Fonte: Meio Bit

 
 

Tags: , , , ,

Saiba como analisar as mídias sociais

A profissão esta na moda a profissão. Monitorar redes sociais pode ser interno ou externo, mas requer disciplina e foco. Pode ser realizado atraves de diversos softwares ou solicitar o trabalho de um especialista em análises.

Existe diferentes formas pra usar as redes sociais, seja ela para uma ação específica, um canal aberto para a comunicação empresa-cliente ou visando a construção de uma marca no ambiente online.

Independente de qual seja a ação, é fundamental fazer um trabalho de monitoramento antes da ação, durante e após a ação. É através dele que o resultado é medido de forma correta e todo o histórico do relacionamento armazenado.

Monitorar as mídias sociais sem a sua marca na internet é importantíssimo também. Através de um canal próprio é possível saber o que esta sendo falado da sua marca e ai sim traçar um plano de ação, analisar tendência de mercado e até gerenciar possíveis crises.

O monitoramento dentro de uma empresa pode ser realizado por diversos setores devido a sua amplitude dos benefícios pode ser feita pelo SAC, relações públicas, atendimento, marketing e todas outras que se achar necessário. Cada departamento pode ter a sua comunição com o público.

Além da ferramenta de monitoramento, ela pode colher depoimentos e opiniões espontâneas. Por exemplo, se você for lançar um tênis de corrida, pode perceber quais as menções sobre “tênis de corrida” ou “qual o melhor tênis de corrida” ou até mesmo “quero comprar um tênis de corrida”, são palavras chaves que ajudam a identificar o seu alvo de forma rápida, barata e eficaz.

Após analisar esses dados chegou a hora de colocar em prática.

Primeiro passo é colher todo tipo de informação, o segundo passo é classificar e monitorar as menções e por fim os analistas de mídias sociais devem fazer uma estudo estratégico e analítico para interpretar todo material colhido. Tanto nas agências de propaganda quanto nas companhias, esse trabalho pode ser feito internamente ou externamente.

Se o trabalho for realizado internamente é preciso de uma plataforma (software) adequada para o monitoramento. As mais conhecidas são Scup (Brasil), Radian 6 (EUA) e ScoutLabs (EUA). Ja entre as empresas mais famosas e especializadas nesse serviço estão a E-Life e a Dialetto.

Uma definição bem importante desse trabalho e escolher entre contratar uma pessoa pra fazer esse monitoramento interno, ver custo x benefício, ou contratar uma empresa para fazer este serviço, como tradicionalmente é feito além de considerar a qualidade desse trabalho.

Por se tratar de algo que envolve inteligência e análise, é essencial avaliar a capacidade do fornecedor ou da equipe interna de fazer julgamento intangível e estratégico. Esse ponto tem levantado muita discussão, tanto que há empresas contratando fornecedores especializados em BI para usar plataformas de mídias sociais a fim de garantir a qualidade dos dados.

Depois disso tudo pode-se definir com que importância irá monitorar sua marca, se será um trabalho simples de dados básicos e quantitativas ou até mesmo uma análise mais profunda ja visando estratégias e plano de ação.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 01/05/2011 em Mídias Sociais

 

Tags: , , , , , , , , , ,

 
%d blogueiros gostam disto: