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Arquivo mensal: maio 2011

Amazon esta chegando com tudo no mercado brasileiro

A maior varejista eletrônica do planeta prepara entrada no mercado nacional pelo setor de livros. Mas ninguém acredita que vai ficar só nisso

Amazon está aportando no Brasil. A maior varejista eletrônica do mundo deve iniciar sua operação por aqui no fim deste ano ou no início de 2012. Para isso, já negocia com editoras brasileiras a conversão, em grande escala, de títulos nacionais em e-books, além de vender por aqui seu leitor de livros digitais, o Kindle. “Estamos em contato com o emissário da Amazon. E ele está conversando com várias editoras locais”, revela Sérgio Machado, presidente da Record, uma das maiores empresas do setor editorial no país. Mas a Amazon não vive só de livros. Ao contrário. No ano passado, suas vendas nesse segmento (reforçadas por discos, consoles de games, software e downloads) foram responsáveis por menos da metade do faturamento de 34 bilhões de dólares da empresa – que atualmente vende itens tão diversos quanto acessórios automotivos e ervas para gatos.

A companhia americana confirma que tem “planos para o Brasil”, mas guarda segredo sobre eles. Há três meses, o interlocutor com as editoras locais é o peruano Pedro Huerta, que trabalhou na prestigiosa editora americana Randon House. Ele conduz negociações a partir de Nova York e Londres. É evidente, porém, que a Amazon deve chegar ao país para empreender uma grande, ou melhor, gigantesca operação de e-commerce, que deve mexer com a vida de eventuais parceiros, concorrentes e consumidores. Faz todo o sentido. O setor de e-commerce no Brasil passa por uma fase positiva. Neste ano, deve faturar ao menos 20 bilhões de reais, segundo previsão da empresa de monitoramento de comércio eletrônico E-bit. É um crescimento de 35% em relação a 2010.

“A Amazon é uma empresa muito grande. Por isso, é improvável que venha para o Brasil só para vender livros”, diz Carlos Affonso Souza, vice-coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “O fator mais positivo é que sua chegada estimulará o setor de comércio eletrônico e funcionará como uma espécie de chancela, um reconhecimento de que o e-commerce brasileiro é maduro e promissor.” Souza lembra que o interesse da Amazon no Brasil é antigo. Em 2005, a empresa tentou na Justiça tomar controle do domínio amazon.com.br, que pertence a uma empresa brasileira de soluções de TI chamada Amazon Corporation. Não obteve, contudo, um veredicto a seu favor.

O retrospecto de atuação da Amazon em outros mercados fornece mais um indício de que a empresa deve chegar ao Brasil para vender de tudo um pouco. A companhia nasceu em 1995, nos Estados Unidos. De lá, e desde então, expandiu sua atuação a outros países. Grã-Bretanha e Alemanha, por exemplo, ganharam operações locais já em 1998. França e China, em 2000. Canadá, Japão e Itália também estão na lista de nações que contam com escritórios locais da companhia.

Nesses mercados, a empresa aliou a oferta de um vasto número de livros em idioma local à venda do mix de produtos que a sustenta: computadores, material de escritório, casa e jardim, produtos de saúde e beleza, brinquedos, roupas e bugigangas, além da prestação de serviços, como o armazenamento de dados de grandes empresas. Nem todos os itens, contudo, saem de seus estoques. A estratégia tem sido recorrer a fornecedores locais, que usam a Amazon como uma vitrine, a partir de dois acordos. Em um deles, o parceiro usa a rede de distribuição da gigante do varejo para fazer seu produto chegar às mãos do consumidor. No outro, ele mesmo faz a entrega. Nos dois casos, recebe uma comissão da Amazon.

A logística de distribuição de produtos no Brasil é o “x” da questão acerca da entrada da companhia no país. Na China, por exemplo, a empresa americana iniciou suas operações construíndo uma rede de distribuição própria. Quatro anos depois, porém adquiriu por 75 milhões de dólares a chinesa Joyo, especializada no assunto. “A Amazon deve erguer sua própria logística no Brasil, mas não podemos descartar a possibilidade de ela adquirir um grande player nacional, que já tenha o seu modelo montado”, diz Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da E-bit. Umberti aposta ainda que o consumidor sera o principal beneficiado, uma vez que a empresa americana colocará em solo brasileiro seu know-how em áreas como atendimento ao cliente.

O certo é que o dia em que a companhia americana colocar os pés no país algo vai mudar na vida dos atuais protagonistas do e-commerce local. Um deles é a  B2W, que controla os serviços Submarino, Americanas.com, Ingresso.com e Shoptime, detentor de um faturamento de 4 bilhões de reais, em números de 2010. Procurada pela reportagem de VEJA para comentar a aproximação da Amazon do mercado brasileiro, o grupo preferiu manter-se em silêncio. Posição mais clara em relação ao seu negócio tem a Câmara Brasileira do Livro, entidade que representa interesses de editoras, livrarias e distribuidores. “A chegada da Amazon no país indicará um caminho inevitável e sem volta: ela terá de se expandir para outros negócios”, diz Karine Pansa, presidente da CBL.

Fonte: Veja Online

 
 

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Seu novo chefe pode estar a um click de você

É bom você tomar muito cuidado ao postar algum conteúdo no seu Facebook, Twitter ou Linkedin, as empresas hoje estão de olho em tudo que fazemos.

Uma recente pesquisa realizada pelos membros do grupo internacional de executivos Vistage mostra que pelo menos 41% dos empresários brasileiros que mantém ao menos um perfil nas redes sociais esta no Facebook.

Na vice liderança entre os executivos esta a rede social Linkedin voltada mais aos negócios que conta com 21% da participação dos empresários brasileiros. Orkut vem em terceiro colocado com 17% dos líderes o Twitter soma 10% e blogs e outras mídias finalizam com 3%.

Para o sócio diretor da Vistage, ele acredita “que os executivos estão percebendo a importância de estar em alguma rede social hoje em dia, não somente nos sites das empresas.”

Em relação a companhia, 28% afirmaram que a empresa no qual trabalham possuem um perfil na rede social. Em segundo esta o Twitter com 14% e os blogs com 12%, Orkut soma 7%, Linkedin 5% e outras redes 5%.

A pesquisa da Vistage apontou outro dado bem importante. Em 38% das empresas as redes sociais são gerenciadas por profissionais de comunicação interna, marketing e outras áreas afins; 33% são atualizadas pelo próprio líder da empresa e 19% por um funcionário interno que acumula funções. Apenas 5% tem os serviçoes prestados por uma empresa terceirizada e especializada nessa função e outros 5% por outros meios.

A pesquisa foi realizada entre os executivos do grupo de líderes empresariais Vistage Brasil entre os dias 14 de abril e 5 de maio, com o objetivo mapear os executivos brasileiros que atuam no país.

 

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“Domingo Espetacular” ultrapassa “Fantástico”

Na maior capital do país o “Fantástico“, programa de domingo da TV Globo perdeu 42% de audiência para o seu maior concorrente direto o “Domingo Espetacular”.

Nos últimos 7 anos o programa da Globo vem sofrendo diante da dura concorrência da Record. Com programas atraentes e com temas mais interessantes o “Domingo Espetacular vem derrubando drásticamente o programa global.
Ambos disputam o mesmo público e são exibidos no mesmo dia e horário mais caro da TV brasileira, domingo a noite como revela a Folha.

O “Domingo Espetacular” registrou crescimento de 100% desde a sua estréia a 7 anos atrás.

Confira o gráfico que mostra claramente o nocaute global

 
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Publicado por em 23/05/2011 em Marcas, Marketing

 

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Beba muito e seja influente no Facebook

O American Journal of Men´s Health mostrou em um estudo que beber ajuda a ser bem relacionado no Facebook.

Segundo o artigo Alcohol References on Undergraduate Male´s Facebook Profilesdas pesquisadoras Katie Egan e Megan Moreno, jovens que publicam fotos de bebida ou dizem estar bebendo, possuem mais contatos na rede social daqueles que não o fazem.

“Nossa hipótese é a de que como o álcool entre os estudantes universitários é uma questão de aceitação social, poderia haver uma correlação no mundo das mídias sociais”, afirmou Katie.
De acordo com o estudo, as referências ao álcool estavam presentes 85,3% dos perfis. Foram analisadas 225 universitários com idade média de 19 anos.

Em média, cada pessoa citava bebidas 8,5 vezes, seja por meio de fotos ou mensagens de texto. Nos perfis de estudantes com idade legal (21 anos) para beber, o índice é 4,5 vezes maior em relação aos menores.

O estudo ainda comprovou que quanto maior o número de referência a bebida, maior o número de amigos do usuário. O objetivo do estudo é encontrar forma de prevenir o uso exagerado de bebida alcoólica entre os jovens.

 

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Passo a passo de como vender no Facebook

Com mais de 500 milhões de pessoas conectadas todos os dias, o Facebook é o maior fenômeno nos últimos tempos tanto na internet como no mundo dos negócios.

As empresas estão enxergando a rede de Zuckerberg um canal também para aumentar o faturamento.

O social commerce, uma nova tendência, consiste em usar as redes sociais como uma plataforma de vendas. Ainda embrionário aqui no Brasil, permite à empresa conquistar novos consumidores e impulsionar as vendas.

O especialista em marketing digital e diretor da agência Cookie Web, Natan Sztamfater, esse momento representa uma nova era para a internet. “Faltava esse tempero para que o momento da compra ficasse ainda mais interessante do que na loja física.”

Iniciativa

Um que já esta usando este modelo é o site de compras coletivas Clube do Desconto. Eles começaram a usar o Facebook como plataforma de venda há quase dois meses e segundo o diretor de marketing da empresa, Sergio Balcheriene, o público tem dado um retorno positivo ao novo modelo de vendas. “Em um mês vendemos 5 mil vouchers direto pelo Facebook”, conta. Isso representa cerca de 5% das compras no período. ” A gente espera chegar nos 15% até julho” diz.

A compra pela rede social estreita o caminho do usuário e a empresa. ” A venda é baseada na recomendação de pessoas que você acompanha ou confia” explica Sztamfater.” Encurtar o caminho de compra é um grande benefício” enfatiza Balcheriene.

Dicas

Para entrar nessa onda, o primeiro passo é ter uma página bem feita na rede. As informações da sua empresa precisam estar claras e interessantes. tenha “conteúdo relevante” como principal diretriz.” ensina Sztamfater.

A página da empresa no Facebook deve ser como uma vitrine, “Oferecer os produtos compondo um look ou organizando por categoria permite ao usuário curtir e comprar direto na rede social” ensina o diretor da Cookie Web.

Existem diversas ferramentas que o usuário possa recomendar e divulgar sua loja na web. A ShopTab ajuda na tarefa – basta inserir os itens na plataforma que ela organiza a página. Coca-Cola e Barneys New York ja usam em suas páginas.

O interessante no dia dia é incentivar clientes que visitam a loja física a compartilhar sua localização ou recomendar seus produtos através da rede. “Isso exige um trabalho direto e pessoal com os principais clientes  para construir uma ligação em que ele aceite curtir, recomendar ou fazer check in na loja”, diz Sztamfater.

O processo é de formiguinha, mas a médio e longo prazo o resultado é satisfatório. “O consumidor é impactado pelo curtir do amigo o que vale muito mais que publicidade em qualquer outra mídia” explica o especialista.

Outra sugestão para aumentar o número de fãs é oferecer informações e promoções a quem curte a página. ” Isso pode ser feito direto no site da empresa adicionando um box do Facebook na página” explica.

O custo para a criação de um social commerce é relativo. Segundo Sztamfater, pode se começar com um baixo investimento, mas os resultados não serão altos logo de cara. “Apesar de ser uma grande tendência, é muito difícil apoiar um negócio apenas nessa funcionalidade. Para os pequenos, os resultados ainda não devem ser tão grandes, mas a ferramenta serve como um agregador de vendas e, com certeza, ajuda a fidelizar ainda mais os clientes”, explica.

Empreendedorismo

No embalo do crescimento do social commerce, já começam a surgir novos negócios. É o caso da Like Store. Recém-criado, o serviço permite que qualquer página da rede social se torne em uma loja virtual.

Em fase de testes, o serviço deve estar disponível ao público geral na próximas semanas. “As pequenas empresas vão poder navegar por um ambiente de administrador, onde vai ser possível incluir produtos, calcular preços e organizar a loja”, conta. Para gabriel Borges, idealizador da Like Store, a usabilidade do Facebook deve ajudar a alavancar as vendas, visando 150 mil transações com um ticket médio de R$ 120 reais, totalizando 18 milhões.

A Like Store é a primeira no país a usar essa plataforma, baseada na americana Payvmente. Borges que irá investir R$ 1 milhão no decorrer do ano e diz que o valor deve ser recuperado no mesmo ano.

Uma coisa é certa, com tantas lojas virtuais que estão surgindo durante os últimos dois anos, o diferencial de uma pra outra será a segurança que irá passar ao consumidor.


 

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Serviço permite criar lojas no Facebook

Criar lojas virtuais dentro do Facebook. A Like Store pretende explorar e bem esse segmento no Brasil.

A princípio a empresa vai operar somente com parceiros estratégicos. O serviço esta liberado para pequenos e médios empresários.
“Já estamos em negociações com outras empresas interessadas em ter o seu F-Commerce, como chamamos esse tipo de loja. Agora é o momento para criar parcerias com marcas estratégicas para acostumar o brasileiro a idéia de comprar dentro de uma rede social”, explica Gabriel Borges, da Like Store.

A primeira empresa a usar este serviço é a Show de Ingressos que vai vender os ingressos do Jack Johnson, em Recife.

Para comprar no Like Store o usuário faz da seguinte forma: Primeiro o usuário acessa a página no Facebook e escolhe os itens. O Pagamento pode ser feito por meio de cartão de crédito e transferência bancária. A plataforma é da Moip. As comissões não ficam muito fora do que cobram hoje as operadoras de cartão, será de 8%. Mas os modelos de negócio podem ser modificados, afirma Borges.

Em breve todos usuários de Facebook poderam ter em sua fan page um modelo de negócios como esse e comercializar seus produtos dentro da rede social. Ao fazer a adição de um item, automaticamente o serviço enviará uma mensagem ao seu mural informando a lista de amigos.

O interessante é que a compra pode ser feita tanto para quem esta na sua lista de amigos como para quem não esta, ela é livre para qualquer pessoa que esteja na rede.

Segundo um relatório divulgado ela comScore em março, a rede social de Zuckerberg já possui 17,92 de vistantes únicos no Brasil contra 32,41 milhões do concorrente Orkut, gerenciado pelo Google. Este ano o e-commerce deve movimentar 14,8 bilhões de reais, segundo a e-bit.

 

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[Vídeo] Coca Cola comemora seus 125 anos

A Coca Cola esta comemorando seus 125 anos de vida com mais uma ação de impacto.

Dessa vez ela iluminou sua sede em Atlanta, EUA numa enorme torre iluminada. Com 45 projetores de funcionamento simultâneo e 7 mil pixels de resolução cobre praticamente quase todo o prédio.

A ação vai mostrar durante todo o mês de maio imagens criadas para os 125 anos da Coca Cola e postadas na página da marca no Facebook.

 
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Publicado por em 16/05/2011 em Marcas

 

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