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15 Dicas para montar seu home office

Veja como montar um ambiente profissional dentro da sua casa

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1. Antes de abrir um negócio em casa, avalie se você tem os requisitos necessários para esse tipo de empreendimento. Abrir uma empresa em casa requer disciplina, planejamento, iniciativa, independência profissional, persistência e disposição para enfrentar horas de solidão.

2. Na hora de escolher o melhor cômodo para instalar o escritório, prefira um que esteja o mais separado possível da agitação da casa – de preferência, com uma entrada independente.

3. Se você tem funcionários trabalhando em casa, torna-se ainda mais importante ter uma entrada independente para sua equipe. É a maneira mais adequada para preservar a privacidade e a segurança da família.

4. Concentre suas atividades num único espaço, não invadindo os demais cômodos da casa. Prepare esse local (quarto, edícula, garagem) para sediar o novo negócio, usando os mesmos tipos de móveis e equipamentos que adotaria num ponto comercial.

5. O planejamento do escritório pode e deve incluir a adoção de tratamento acústico nas paredes, para que sons de atividades domésticas (como crianças, televisão e aparelhos de som) não interfiram em seus telefonemas.

6. Ao montar seu home-office, lembre-se de como você gosta de trabalhar normalmente. Como deve ser a mesa ideal? Você costuma guardar seus arquivos em papel, no hard-drive ou na sua maleta? Gosta de ter post-its colados no monitor ou prefere lembretes eletrônicos? Tudo isso deve ser levado em conta no seu planejamento.

7. Preste atenção nas posições da sua cadeira, da sua mesa, da tela de computador e do teclado. Siga as regras da ergonomia, para não ter problemas de saúde no futuro. Invista em cadeiras ajustáveis, com apoio para braços.

8. Não use seu endereço residencial para cartões de visitas e correspondências comerciais. Melhor ter uma caixa postal ou usar os serviços de um escritório virtual.

9. Atenda ao telefone de maneira profissional. Parece óbvio, mas o fato de estar em casa faz com que alguns empreendedores respondam apenas “Alô”, em vez de usar o nome da empresa.

10. Não misture a conta-corrente pessoal com a de sua empresa. Controle as finanças com rigor.

11. Estabeleça horários para o começo e o fim do expediente – e também para o almoço. Para isso, use como base os horários em que seus clientes e fornecedores trabalham, e não as suas preferências pessoais. Não adianta começar a trabalhar às seis da manhã se os seus clientes costumam fazer reuniões no final da tarde, por exemplo.

12. Organize e administre o seu tempo com parcimônia. Cumpra prazos e compromissos com o cliente. Não é porque você está numa garagem que não precisa ser pontual, ter bom preço e produtos de qualidade.

13. Cuide da aparência. Vista-se todos os dias como se fosse ao escritório ou como se tivesse uma reunião marcada com investidores. A aparência contribui para transmitir uma imagem de seriedade e profissionalismo para clientes, fornecedores e empregados.

14. Fale com alguém fora do escritório pelo menos uma vez por dia. Passar o dia inteiro em silêncio, comunicando-se apenas por e-mail ou torpedos, pode provocar estresse. Planeje almoços, vá a palestras e seminários, visite clientes e fornecedores com frequência.

15. Para quem trabalha em um escritório, é normal criar pequenas distrações ao longo do dia – um almoço em um restaurante gostoso, uma compra no final do expediente – para aliviar a tensão. O fato de trabalhar em casa não significa que você deve trabalhar oito horas por dia sem interrupção. Faça pausas curtas para algumas atividades relaxantes, como regar as plantas ou ler o jornal do dia. Mas resista à tentação de esticar esses intervalos, o que pode interferir na produtividade.

Fonte: Revista PEGN

 
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Publicado por em 17/05/2012 em Sem categoria

 

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Criar uma loja no Facebook vale a pena?

Os maiores players nacionais criam suas lojas no Facebook, fazem parcerias com clientes, enquanto as pequenas e médias empresas encontram uma solução fácil e prática para suas vendas online.

Já fiz algumas lojas na Likestore para clientes meus, e confesso que inicialmente não acreditava muito, por ser algo novo e que teria que ser muito mais divulgado. O ROI em redes sociais é completamente diferente do ROI do Google Adwords. Alguns clientes me perguntam se o retorno será igual, e eu respondo: Não.

São medidas e comportamentos diferentes, quem navega em buscadores, procurando algo, tem o interesse real em comprar, bem diferente de quem navega no Facebook, Orkut, Pinterest, Twitter e outras redes. Estão ali para se divertir, se relacionar com seus amigos, compartilhar assuntos muitas vezes sem expressão.

Mas a Likestore está mudando esse comportamento. Muitas lojas estão no Facebook, tem divulgado seus produtos e aumentado a confiança de muitos usuários que não acreditavam na ferramenta.

Números do F-Commerce

Com a iniciativa, a empresa pretende aumentar em 5% o seu faturamento. A LikeStore, no entanto, é a plataforma mais conhecida no mercado. Lançada no início de 2011, a startup possui 4.800 lojas cadastradas e recebeu mais de 100 mil visitas no período de um ano, com lojas que chegam a faturar, em média, R$ 30 mil por mês.

“O interessante da ferramenta é que, na maioria dos casos, as pequenas empresas que tinham vendas inexpressivas no seu e-commerce aumentaram de 100% a 200% por mês. Estamos próximos de uma estrutura que se paga com apenas oito meses da primeira loja ter sido lançada”, Ricardo Grandinetti, gerente de produto da LikeStore.

Barreiras no F-Commerce

As empresas de pequena e médio porte conseguem tranquilamente gerenciar suas vendas, estoques e demanda. Já as grandes empresas tem uma serie de dificuldades. Com isso a startup já está desenvolvendo uma API que irá resolver essa melhor integração com as vendas.

“Vamos oferecer esta possibilidade porque há muitas lojas que gostariam de estar no Facebook, mas não conseguem fazer esta integração. Para isto, elas gastariam, em média, de R$ 3 mil a R$ 6 mil para tê-la. Dentro da nossa plataforma, a API será praticamente gratuita. O vendedor subirá o produto no e-commerce e logo chegará ao Facebook. A venda na rede social também acusará uma baixa no estoque”, conta Grandinetti.

Cases de Sucesso

No Brasil, o maior player no F-commerce é o Magazine Você, do Magazine Luiza, que desde março conta com mais de 20 mil lojas cadastradas. O modelo também abrange o Orkut e trabalha por meio de comissões aos revendedores de 2,5% ou 4,5%, dependo do produto. O Submarino também entrou nessa onda.

A DellaSanta tem se destacado pela movimentação que a loja gerou em um mês no sistema, faturando quase R$ 30 mil.  A marca de acessórios femininos começou em janeiro com um e-commerce próprio, mas o servidor do site não suportava a quantidade de acessos e caía frequentemente. A saída para a sobrevivência foi o Facebook.

“O brasileiro é o povo que passa mais tempo no Facebook e que tem mais amigos. Existe um número grande de pessoas que usam esse canal excessivamente, por isso o F-Commerce é uma consequência natural do mercado. Existiu uma primeira onda, em que os consumidores conheceram a plataforma e isso gerou muito barulho, mas não trouxe resultados. Estamos numa segundo etapa, em que as pessoas estão começando a usar a plataforma e tornando-a realmente um modelo de negócios. Daqui a cinco anos, o modelo estará mais substancial”, acredita Grandinetti, da LikeStore.

Conheça a Pinup Brasil uma loja que o Marca & Marketing criou

Se você tem um negócio e deseja criar uma loja virtual dentro da maior rede de relacionamento
do mundo, fale com a gente.

Colaboração Exame Marketiing

Leonardo Zani

Especialista em Planejamento Estratégico Digital

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Vídeos no e-commerce, é importante?

A resposta é simples: Video Vende.

Os vídeos na internet continuam crescendo em 2012, 73% dos sites nos EUA incorporaram vídeo em seu conteúdo de acordo com a eMarketer. Ainda assim, o vídeo no Brasil ainda não é muito usado.

Para aqueles que ainda não entende a importância do vídeo em sua marca, aqui estão algumas estatísticas ressaltando importância do vídeo de tráfego e conversão:

O vídeo online domina pesquisa. De acordo com a Semana de Marketing, “video resultados” aparecem em cerca de 70% dos 100 melhores listagens.

O vídeo tem 50 vezes mais chances de aparecer na primeira página de resultados de busca do Google do que uma página de texto.

A paixão dos Brasileiros para o vídeo não mostra sinais de diminuir. Em 2010 60% da população dos EUA assistiram conteúdo de vídeo online. O YouTube é o segundo maior motor de busca, com 4 bilhões de vídeos streaming no site diariamente.

Para o e-commerce, vídeo reduz o abandono do carrinho de compras. Os varejistas on-line utilizando vídeos de produtos registrou um aumento médio de 30% nas taxas de conversão, uma redução de 25% em carrinhos de compras abandonados, e as taxas de retorno reduzidas.

Agora sim você sabe por que investir em vídeos em seu negócio!

Fonte: http://www.ecommercebrasil.com.br/eblog/2012/03/09/por-que-eu-preciso-de-video-no-e-commerce/

Leonardo Zani

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Publicado por em 16/03/2012 em E-Commerce

 

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[VÍDEO] Nike faz homenagem ao Corinthians Pentacampeão

A Nike fez a homenagem ao Corinthians, patrocinador esportivo do clube paulista. Pela data o vídeo já estava pronto a dias atras.

O vídeo faz referência a um chavão criado pela torcida, de que o Corinthians não vive de títulos. Corinthians vive de Corinthians. Justificando ainda o recente anúncio da retirada das estrelas do uniforme do time.

E aos meus amigos que torcem pra outros clubes me desculpem SOU PENTACAMPEÃO!

Vou comemorar e muito, fui!

Leonardo Zani
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Publicado por em 04/12/2011 em Marcas

 

Natal online: 15 dicas para não ter problemas com suas compras

As compras online já é uma rotina do presente pra muita gente. A estimativa desse ano é que fecharemos com um faturamento de R$ 18 bilhões de reais, ou seja, muita gente comprando e recebendo em casa sem ter que pegar o carro enfrentar trânsito, shoppings lotados, estacionamento e filas imensas para pagar, essa é a internet.

Mas tudo sem seu lado bom e ruim, por um lado a comodidade por outro a insegurança, falta de informação nas lojas virtuais, o medo de cartões de crédito sendo clonados e falta de confiança no prazo de entrega, tudo isso minimiza a vontade do consumidor em gastar online.

O comércio eletrônico (pela web apenas) cresce vertiginosamente. Segundo dados do Webshoppers, relatório 22ª. Edição1, e a Câmara.net, houve crescimento de 40% em 2010. A previsão para 2011 é de crescimento de 35%. No mesmo período, o comércio eletrônico no Chile cresce 5%, no México se expandirá 12% e, no Estados Unidos, 12,7%.

Classe Média

O Brasil esta crescendo financeiramente e com isso as novas classes C e D com poder de compra. Eles já somam 55% da população. O Brasil cresceu 115% nos últimos anos, segundo o IBGE, tudo isso devido a grande expansão da internet no país.

O ticket médio do brasileiro na internet aumentou para R$ 379,00, 15% maior do que em 2010. As compras coletivas ajudaram com esse aumento e já movimentam R$ 60 milhões de reais e a expectativa é que alcance 500 milhões em 2011.

O crescimento é assustador, milhares de pessoas compram pela internet mas desconhecem os riscos que podem sofrer, o que fazer para reeducar essas pessoas pra ao ambiente online? As classes C e D precisam ser incluídas digitalmente com educação e prevenção para que não sofram de golpes e prejuízos.

É essencial conscientizar o usuário-consumidor digital a se proteger de golpes, a saber fazer uma “compra legal online”, sem riscos. O aumento de segurança da informação vai aumentar a segurança jurídica entre as partes. Isso pode estimular o crescimento não só quantitativo, mas em valor de ticket médio das transações.

15 dicas de como evitar dores de cabeça durante as compras de Natal

1. Verifique se a loja virtua passa informações seguras e objetivas em seu site
2. Veja se a loja virtual apresenta telefone, endereço e CNPJ, essas informações ajudam a confirmar se a loja realmente existe e não fraudulenta.
3. Evitar compra em sites estrangeiros, a probabilidade de ocorrer transtornos é maior.
4. Escolha comprar produtos de marcas conhecidas e renomadas no mercado.
5. Antes de comprar, faça uma pesquisa sobre a loja e veja qual é sua reputação na internet.
6. Compre de lojas que seus amigos ou familiares já tenham comprado, o boca a boca é fundamental.
7.Verifique a loja no Registro.br e a sua do CNPJ perante a Receita Federal.
8. Leia as normas de entrega, políticas de troca do site escolhido e devolução do dinheiro caso seja necessário.
9.Verifique a política de privacidade de dados pessoais e cartões de crédito, esteja seguro que suas informações não serão passadas a terceiros.
10.IMPORTANTE: Verifique se a loja possui selos de segurança, cadeado na loja e se no momento da compra sua barra de endereço fica verde, esse é um sinal importante de segurança.
12. Salve as telas de transação e mensagem trocadas com a loja para uma possível reclamação, isso é tão válido quanto um documento registrado em cartório.
13.Evite pagar antes de receber o produto, escolha pelo pagamento com cartão de crédito, qualquer problema você pode cancelar a compra junto com a sua operadora de cartão.
14. Use as redes sociais para colher informações sobre a loja que escolheu para comprar, peça opiniões no twitter, facebook e outras redes.
15. Atualize seu computador com bons anti-vírus, anti-spyware, para que sua navegação seja segura e não abra nenhum e-mail que venha a desconfiar.

Com essas dicas é possível realizar compras segura e garantir o Natal de muita gente.

Boas compras!!

Leonardo Zani
Especialista em Planejamento Estratégico Digital

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Publicado por em 15/11/2011 em E-Commerce

 

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Entrevista Jorge Nahas

Hoje a entrevista é com o empresário e CEO da empresa O Melhor da Vida. Um novo conceito em presentar leva uma parcela do mercado de presentes. Vôos de asa delta, passeios exóticos, dirigir uma Ferrari, mergulho no Caribe, passeios de balão e por ai vai. Nahas é formado em economia pela FAAP e pós-graduado na University of Sydney e atua também como palestrante. Nessa entrevista Jorge Nahas fala do novo mercado de presentes e da internet, uma ferramenta que esta impulsionando seus negócios.

1. Jorge, hoje a internet se mostra como um grande potencial de venda gerando uma previsão de faturamento na casa dos 20 Bilhões para este ano. O marketing de experiência vem surgindo forte. Existe alguma relação com a internet com esse serviço?

Muita relação, pois a divulgação das experiências na internet é muito grande, alguém realiza, tira fotos e dispara nas redes sociais. Porém a venda de experiências na internet é pequena. O mercado está mais maduro no contato direto com consultores e empresa. Mas acreditamos fielmente que em pouco tempo a maior parte da venda deste mercado sera na internet, é apenas uma questão das pessoas começarem a entender melhor o conceito para fazer a compra neste meio.

2. Hoje a economia esta aquecida aqui no Brasil e o consumidor esta cada vez mais adquirindo produtos e experiências novas, o seu serviço tem aumentado a demanda para a classe emergente?

Sim, o consumidor esta comprando muito, porém como já conseguiu adquirir quase tudo que gostaria de bens materiais, a corrida por comprar algo que já tenha, porém seja apenas mais novo está cansando este consumidor, os produtos estão se tornando obsoletos rapidamente. A classe emergente está avida por experiências únicas, eles querem começar a fazer algo que jamais sonharam que poderiam, querem viver experiências únicas também e contar para todo mundo.

3. Você tem investido em redes sociais?

Bastante, nós acreditamos muito neste canal e queremos aumentar ainda mais nossa relação com o consumidor neste meio.

4. Esse serviço na Europa e Estados Unidos é muito mais divulgado e praticado devido a cultura local. Aqui no Brasil a cultura é para bens materiais, qual a dificuldade que você acha que o nosso povo ainda tem com esse tipo de serviço?

A compreensão, a maioria das pessoas ainda nem sabe que isto existe, nas palestras poucos sabem sobre o mercado de experiências. Portanto ainda estamos na fase de catequização das pessoas. Conforme foi citado antes, os bens materiais estão se tornando obsoletos cada vez mais rápidos, logo este nosso produto inovador vem na hora certa.

5. Como você enxerga o atendimento das empresas através da internet? O que falta para chegarmos a eficiência?

Uma interação maior com os clientes, ainda é muito unilateral, apesar tudo que é falado sobre a internet hoje, sua evolução, a relação com este cliente é apenas da empresa para o consumidor. Conversar com o cliente, ver o que ele pensa e quer falar, ainda é bastante falho. Acredito que na melhora desta interação as organizações ficaram muito mais eficientes.

6. O E-commerce é algo atual, uma nova ferramenta para muitas empresas aumentarem seu faturamento e seu ticket médio. Hoje você vende mais pela internet ou existe outro canal que supera? E se não vende, o que falta para concretizar?

Conforme já foi relatado anteriormente, a internet é a grande promessa para o marketing de experiências, acreditamos que nela será a maior parte da renda, no entanto ainda não é. O canal que mais vende é o da venda direta. O que falta é a catequização deste produto, saberem que ele existe e como funciona.

7. Você disse em uma entrevista que pretende vender em breve mais experiências que iPad e iPod, que juntos já venderam mais de 25 milhões de unidades. Alguma estratégia ousada para atingir esses números?

Estamos agindo em diversas formas, com palestras em universidades, patrocinando muitos eventos, lançando campanhas em redes sociais e logo haverá a inserção de quiosques em shoppings centers, todas estas ações farão uma grande diferença. Uma estratégia ousada que gostaríamos de realizar era um flashmob e um lipdub, porém estamos encontrando muito poucas opções e preços exagerados.

8. Parcerias no seu negócio são fundamentais. Você acredita que possa ter parcerias em todos os negócios? E qual sua visão sobre isso?

Parcerias são cruciais em todos os negócios. Nós utilizamos muito as parcerias, estamos sempre correndo atrás delas para realizar ações de co-branding e novas formas de negócio. O presente experiência pode ser aplicado em todos os negócios, portanto acreditamos que toda e qualquer empresa pode ser nossa parceira e/ou cliente.

9. Para terminar qual presente que você acha que ainda não esta no seu portfólio e que possa estar daqui algum tempo?

Nós estamos em negociação com uma fabrica de sapatos famosa, para as mulheres interessadas conhecerem como é o processo, receberem algumas dicas e por fim fazerem um sapato sobre medida personalizado.

Temos reuniões de inovação para criar algo novo sempre, portanto tudo que pensamos ser diferente, corremos atrás para criar a experiência.

Um canal no facebook (fórum de ideias) para ideias dos consumidores também esta sendo criando, as melhores ideias os consumidores serão convidados a vir até a empresa explicarem, conhecerem a organização e participar de um happy hour com a equipe.

Fique de olho no blog Marca & Marketing, em breve entrevistas com um publicitário de campanhas que marcaram o passado de muita gente.

Leonardo Zani
Especialista em Planejamento Estratégico Digital

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Publicado por em 14/11/2011 em Sem categoria

 

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Entrevista com Flavio Padovan

Hoje se inicia um ciclo de entrevistas que fiz com algumas personalidades do mundo do marketing, SEO, especialistas em planejamento estratégico digital e publicitários importantes do cenário nacional. Serão 10 perguntas referente a internet direcionado a vários segmentos e novas tendências de mercado. Vale a pena acompanhar aqui no Blog Marca & Marketing.

Hoje a entrevista é com Flávio Antonio Padovan Filho. CEO da Jaguar Land Rover para América Latina e Caribe. Já foi vice presidente de marketing e vendas da Volkswagen Brasil de 2007 a 2010. Formado pela PUC – SP em administração de empresa é um dos mais importantes nome do marketing no país. Confira o bate papo que tive com ele.

1. Você acha que expor e compartilhar informações é a nova tendência da internet para o século XXI?

É até mais do que isso. A convergência digital já é o presente da comunicação no mundo moderno. Hoje, compartilhar informações nas redes sociais é uma atitude do dia a dia das pessoas. A tendência é o aprimoramento dos canais e a personalização da informação. Por exemplo, a Land Rover possui um blog (http://www.rangeroverevoque.com.br/), que reúne os interessados nesse modelo especificamente. Como o perfil do cliente do Range Rover Evoque é específico deste modelo, ou seja, difere um pouco do perfil do cliente do Discovery 4, por exemplo, o blog dá dicas de estilo de vida e atividades relacionadas a este público diretamente. Essa segmentação, sem sair das redes sociais, é a grande revolução deste momento.

2. As empresas estão preparadas para usar as redes sociais? O que falta para elas atenderem melhor seu clientes?

Com certeza as redes sociais são um dos principais focos das empresas atualmente e a maioria vem se preparando para essa nova realidade. Entretanto, é preciso muito cuidado ao usar as redes sociais: elas são implacáveis com deslizes e com informações incorretas. O atendimento ao cliente se dá também por meio das redes sociais, mas não se limita a isso. As pessoas precisam ter muito foco e concentração nas necessidades e nas aspirações dos consumidores.

3. O twitter da Jaguar Land Rover Brasil esta um pouco abandonado se comparado com o twitter do Reino Unido. Aqui no Brasil essa ferramenta não é muito usada por qual motivo? Já que outras empresas usam e abusam desse serviço.

Talvez não esteja sendo percebido ainda porque iniciamos muito recentemente, mas a Land Rover possui um novo perfil no Facebook (Land Rover Brasil) e no Twitter (@landrover_br). Ambos acabam de ser renovados, mas já estão funcionando muito bem, siga a gente por lá.

4. Como as empresas deveriam se comunicar com o cliente em casos complicados como o da Brastemp, Twix, Locaweb e outros?

Cada empresa conhece o perfil do seu público, especialmente se o perfil de cada produto for diferente um do outro, e pode avaliar melhor caso a caso. Mas acho que as empresas devem estar alinhadas com os canais de comunicação que vão se abrindo no mundo moderno. O mundo corporativo não pode ficar alheio à revolução pela qual a comunicação vem passando. E todo cuidado é pouco, as redes sociais desempenham um papel importante na formação da reputação e da imagem das empresas e de suas marcas.

5. Uma grande empresa automotiva anunciou recentemente um modelo mais barato se fosse comprado pelo Facebook, outra empresa anunciou em compras coletivas um modelo de luxo. Na sua opinião qual o impacto na marca neste tipo de ação?

Estamos ainda engatinhando no conhecimento do potencial das redes sociais no relacionamento com os consumidores. Cada marca cria sua própria cultura e estratégia na utilização desse novo canal de comunicação e estabelece um jeito próprio de falar com seus públicos. Na Land Rover, iniciando com o lançamento do Range Rover Evoque, temos inovado na forma de atingir nosso publico alvo através do nosso canal no You Tube e nas outras redes sociais.

 

6. Em uma entrevista sua ao canal Avesso, você disse que falta para as empresas praticarem o marketing de experiência. Você acredita que essa etapa no processo de venda esta se tornando escasso diante das redes sociais?

Eu penso que as redes sociais tem um papel importantíssimo no marketing das empresas. Definitivamente não dá mais para ignorar isso. Porém, não podemos e não devemos focar só nisso. O produto precisa ser visto e experimentado e é por isso eu disse e reafirmo que o marketing sensorial é imprescindível, ainda mais quando falamos de automóvel, em que o tato, o olfato e a visão, além de experimentar em si, são vitais para a conquista de novos clientes. Esta semana apresentamos o novo Land Rover Experience Center no interior de São Paulo, onde os clientes poderão desfrutar de todas as possibilidades e potencialidades dos nossos produtos e assim cirar uma relação mais próxima e mais íntima com o produto. Em paralelo usamos as redes sociais para divulgar e mostrar com fotos e videos o que acontece por lá e despertamos nos clientes a curiosidade e o desejo de conhecer de perto o que fazemos. Nesse ponto é que entra a força das redes sociais. Acho que devemos usar as redes sociais em complemento ao marketing sensorial. Se você procurar Land Rover Experience Centre no Twitter ou no Facebook, vai ver que já tem tem alguma coisa por lá.

7. Como as empresas devem pensar para inovar e fazer diferente nas redes sociais?

Cada empresa deve procurar estabelecer seu estilo próprio para utilizar as redes sociais. Não existe uma fórmula definida para todos e o mais importante é usar essa ferramenta de forma responsável. Forçar a barra não funciona e as informações que são passadas tem que ser verdadeiras e alinhadas com a cultura e com o histórico da marca.

8. A Web 3.0 é realmente algo que o marketing das empresas devem adotar para se diferenciar das demais ou é modismo, algo de momento?

Não acredito que seja modismo e talvez um canal ou outro possa ser passageiro, mas a convergência digital é uma realidade. Aliás, a convergência é a palavra de ordem. A evolução dos smart phones e dos tablets e seus aplicativos tem sido muito rápida e possibilita a concentração das informações instantâneas em nossas mãos. 

9. A Jaguar Land Rover é uma empresa mais tradicional e com um nicho mais segmentado. Se tratando de redes sociais, é possível realizar um trabalho de venda da Jaguar Land Rover direcionado apenas para as redes?

É verdade. Ambas as marcas são do segmento de luxo e falam com clientes muito sofisticados. Mas isso não significa que esse público seja atrasado com relação ao universo online. O Range Rover Evoque, por exemplo, é um carro com um perfil muito urbano, de gente conectada e antenada no que há de mais moderno. Muitos deles são early adopters e estão ávidos para verem suas marcas preferidas interagirem com eles nesse mundo também. Mas, mais do que isso, eles querem ter experiências reais com nossos produtos. Por isso, nossos eventos de experiência, como o Interlagos Experience e o Land Rover Experience Centre são muito apreciados pelos nossos clientes também. As mídias sociais são uma ferramenta importante e complementar a essas atividades, uma vez que todos eles compartilham essas experiências nas redes.

10. Em um planejamento estratégico da empresa, o marketing online já é um dos pilares que compõe todo o projeto?

Sem dúvida, o marketing online é um pilar importantíssimo para a Jaguar Land Rover.

11. Qual sua visão para a venda de automóveis de luxo pela internet nos próximos 5 anos?

As ações online estão cada vez mais disputadas nesse segmento, porém, ainda como material de consulta e menos para fechamento de negócios. No fechamento do negócio a grande maioria dos clientes ainda prefere o contato pessoal e com os produtos e isso ainda vai perdurar por muito tempo.

Aqui você pode ver um vídeo do evento off-road, montado pela Land Rover Experience. O modelo usado foi um Range Rover Sport HSE 2011 Branco

Acompanhe as próximas entrevistas no Blog Marca & Marketing estão sensacionais!

Leonardo Zani
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Publicado por em 17/10/2011 em Sem categoria

 

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